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Radio Viseu Cidade Viriato

sábado, 12 de junho de 2010

População cresceu em 2009 devido à imigração

A população residente em Portugal registou um ligeiro crescimento em 2009 devido à contribuição do saldo migratório positivo, já que o número de mortes foi superior aos nascimentos.

Em 2007, o número de mortes registadas em Portugal tinha sido superior aos nascimentos, o que aconteceu pela primeira vez em 90 anos, uma situação que se inverteu em 2008.

Os indicadores demográficos divulgados hoje, quarta-feira, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), revelam que, no ano passado, houve um saldo negativo em 4.945, mais acentuado que a diferença de 1.020 de dois anos antes.

Assim, em 2009 o número de nados vivos de mães residentes em Portugal foi de 99.491, em queda face aos 104.594 contabilizados em 2008, enquanto as mortes subiram para 104.436 contra 104.280 no ano anterior.

Tendo em conta o crescimento migratório de 0,14 % (0,09% em 2008), a taxa de crescimento efectivo foi de 0,10% (0,09%), para uma taxa de crescimento natural de 0,05% negativo, depois da evolução praticamente nula de 2008.

Em 31 de Dezembro de 2009, a população residente em Portugal foi estimada pelo INE em 10.637.713 indivíduos, dos quais 5.489.510 mulheres e 5.148.203 homens.

O INE refere "uma desaceleração da taxa de crescimento migratório entre 2002 e 2008, num contexto de taxas de crescimento natural tendencialmente mais reduzidas, ou mesmo negativas, como se verificou em 2007 e, de novo, em 2009".

Da conjugação destes dois movimentos resultou "um abrandamento da taxa de crescimento efectivo da população entre 2002 e 2008, tendência que se alterou em 2009".

O Algarve é a região com maior taxa de crescimento efectivo da população. Ao contrário, o Centro e Alentejo perderam população.

A ocorrência de taxas de crescimento natural com valor negativo verifica-se igualmente em outros países da União Europeia, como Alemanha, Itália, Bulgária ou Hungria, segundo os dados do INE.

O índice sintético de fecundidade, que traduz o número médio de nados vivos por mulher em idade fecunda, voltou a cair, para 1,32 crianças por mulher, quando em 2008 era de 1,37 e em 2000 de 1,56.

JN

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