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Madeleine

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Radio Viseu Cidade Viriato

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Kidnap Tip-Off Letter

Kidnap Tip-Off Letter

Police in Portugal are expected to decide today whether to carry out a full scale search of an area of scrubland for Madeleine Mcann. It follows an anonymous tip-off sent to a Dutch newspaper. Sky's Ashish Joshi reports.

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From SKY_NEWS

Day 43: Madeleine Scrubland Hunt Ends

Police looking for Madeleine McCann have finished searching an area of scrubland in Portugal where an anonymous letter claimed she was buried.

The site was just nine miles from the resort where the four-year-old was abducted.

Police vans, one carrying sniffer dogs, had moved in at first light in the village of Arao, not far from Praia da Luz.

It is now 43 days since the girl was taken from her bed as she slept in the Algarve resort.

Two days ago, Portuguese police were told about a letter alleging that Madeleine's remains were under rocks in this area.

The information was sent to a Dutch newspaper, The Telegraaf, and claimed her body was just seven metres from the road.
Police did not treat the search as a priority on Thursday but "with all the media attention the letter had got, they thought they better have a good look", he added.

The village which was cordoned off lies just north of the main road from Praia da Luz to Faro.

Meanwhile, Kate and Gerry McCann have been focusing on finding their daughter alive.

Mr McCann condemned De Telegraaf for publishing details of the letter before police were given a chance to investigate as "insensitive and cruel".

Dutch police said the letter was taken seriously because it was similar to information sent to the same newspaper last year, giving details of the rough location of the bodies of two missing Belgian girls.


Reabre maior balneário da Europa

Reabre hoje, um ano depois de obras de ampliação e remodelação, o balneário D. Afonso Henriques, nas termas de S. Pedro do Sul. A intervenção física, que custou nove milhões de euros à autarquia, transformou-o no maior e mais moderno espaço de tratamento termal de toda a Europa.

A capacidade instalada vai permitir o atendimento de 45 mil aquistas por ano, mais do dobro da anterior. Em 2006, já com os trabalhos em curso, 22 126 pessoas utilizaram as termas (no número estão incluídos cerca de 8000 utentes que frequentaram o balneário Rainha D. Amélia).


As obras de requalificação do novo edifício termal dotaram-no de mais quatro piscinas e de novos equipamentos de ponta, designadamente para hidromassagens fixas, duche d'Aix, duche circular, hidropressoterapia, bertholaix e pedidaix.


A estância termal de S. Pedro do Sul representa cerca de um terço do universo dos aquistas portugueses. O ano passado, o conjunto das 31 termas do país foi procurado por 77 999 utentes.

"É a nossa jóia da coroa", admite António Carlos Figueiredo, presidente da autarquia, que já fala num segundo pólo termal, para captar utentes mais "exigentes", que procuram o termalismo de "bem estar".

O autarca quer apostar, em parceria com privados, na construção de um centro termo lúdico, composto por uma clínica de reabilitação e um núcleo residencial destinado aos utentes do mercado alemão e nórdico.

A aposta no termalismo de "bem estar"é, aliás, uma vertente aconselhada no estudo feito há menos de um ano pela Confederaçãodo Turismo de Portugal.

O documento fala num "salto qualitativo" para a atracção do turismo mais exigente. Sugere uma oferta hoteleira de quatro e cinco estrelas, mas também de outros produtos como o golfe, hipismo, caça, centro de estágios desportivos, entre outros exemplos.

O presidente da Associação da Indústria Hoteleira e Similares das Termas de S. Pedro do Sul, Joaquim Fernando, não podia estar mais de acordo.

"Uma das mais valias desta estância termal é a capacidade que tem de poder responder aos mais diversificados estratos sociais da população. Porém, admito que o futuro próximo passa por uma maior sofisticação dos serviços".

O desenvolvimento das termas, sublinha o dirigente, que representa 25 hotéis com capacidade de mais de duas mil camas, que geram um volume de negócios superior a 20 milhões de euros, "deve ser sempre feito em parceria e em diálogo com a sua associação".

Bombeiro encontrado nove dias após queda ao Douro

Foram nove dias de sofrimento para a família do jovem bombeiro de Cinfães, que desapareceu no rio Douro, junto à ponte de Mosteirô, quando procedia a testes de uma embarcação da corporação. Ontem, passavam poucos minutos das oito horas, o corpo foi finalmente encontrado a boiar a escassos metros do local do acidente, pelos bombeiros de Santa Marinha do Zêzere, que se deslocavam num bote em direcção à margem sul do rio, para ajudar em mais um dia de buscas.

O comandante dos bombeiros de Cinfães, José Fernando da Silva, não escondia a angústia "Ainda bem que o corpo apareceu, para que a família, sobretudo os pais e a irmã, possa encontrar alguma paz".

Os pais e a irmã de Mário Serra fecharam-se em casa, dando a aparência de que ninguém se encontrava no local. "O choque foi demasiado forte e os meus tios estão muito abatidos e desgostosos", uma prima da vítima, Lina Teixeira. Outra, Cristina Teixeira, lembrou que Mário Jorge "só vivia para os bombeiros, desde os 12 anos, quando lhe ofereceram uma farda".

O vizinho Carlos Freitas testemunhou a solidariedade de todos "As pessoas ficaram todas muito abaladas e dava uma tristeza muito grande ver passar aqueles pais que tanto estavam a sofrer".

As primas Cristina e Lina recordaram que o rapaz "era muito destemido e corajoso", lembrando que "no mesmo local onde morreu tinha ido praticamente sozinho, retirar o corpo de um jovem que esteve desaparecido durante um mês e estava já em avançado estado de decomposição". Cristina tem poucas dúvidas "Por ser assim, é que ele se aventurou a ir buscar o motor quando caiu ao rio".

Apenas uma hora depois de ter sido encontrado, o corpo do jovem já tinha sido transportado para a morgue do centro de saúde de Cinfães. Ao início da tarde, seria transferido para o Centro Hospitalar do Vale do Sousa, Penafiel onde se realizou a autópsia. A família espera fazer as cerimónias fúnebres ainda hoje por volta das 17 horas.

Recorde-se que o outro bombeiro que acompanhava Mário esteve vários dias em estado de choque, tendo mesmo desmaiado quando foi chamado a localizar o sítio exacto da queda, dois dias depois. Paulo Duarte só há poucos dias começou a abrir-se com a psicóloga e com algumas pessoas próximas, .

Segundo os relatos do sobrevivente, Mário "tirou as botas e as calças e mergulhou atrás do motor. Paulo tirou também as botas para o seguir e já não o viu. Estava transpirado e a água do Douro nesta altura é muito gelada. Como nadava muito bem, pode ter sido isso que lhe causou a morte" acrescentou a mesma fonte.Mário Serra tinha desaparecido no dia 6 de Junho, por volta das 10 horas. As buscas só tiveram início seis horas depois da tragédia. O local tem cerca de 40 metros de profundidade e mantém vestígios de casas, muros e ramadas inundadas com a construção da barragem de Carrapatelo.

Judiciária retoma buscas de Madeleine em Odiáxere

A Polícia Judiciária (PJ) voltou ontem a Odiáxere para verificar, uma vez mais, a nova pista que chegou através de um jornal holandês. A hipótese de virem a ser feitas buscas em breve não está posta de lado, embora os investigadores não atribuam para já grande consistência às informações avançadas.

O "De Telegraaf" publicou anteontem uma carta anónima de duas páginas acompanhada de mapas. Umas cruzes assinalam o local onde o corpo de Madeleine terá sido enterrado "a norte de uma estrada, debaixo de arbustos e rochas, cinco ou seis metros fora de estrada". Fonte próxima da investigação explicou, ao JN, que a informação "é muito vaga". Ainda assim, nos últimos dois dias foram feitos reconhecimentos do terreno - através de medições e registos fotográficos - "para comparar os dados fornecidos pelos mapas à zona".

Se no mesmo dia em que a carta foi publicada pelo diário holandês a presença dos investigadores foi notada na localidade de Arão, na fronteira entre os concelhos de Odiáxere e o de Portimão, pelo contrário, ontem passou despercebida. A mesma fonte adiantou, no entanto, que foram feitas diligências no terreno, embora de forma bastante mais discreta. "Já temos uma ideia de qual é a zona que aparece assinalada nos mapas", revelou.O trabalho não se adivinha fácil.

"São alguns hectares de terreno entre Arão e Pereira", assegura a fonte, lembrando que o mau tempo e a presença de muitas dezenas de jornalistas na freguesia são outros dos entraves do trabalho dos investigadores. Admite, ainda, que podem vir a ser feitas buscas em breve, sem adiantar quando.

Embora não considere para já a pista muito consistente, a PJ tem de esgotar todas as possibilidades até colocá-la definitivamente de lado.A carta está a ser alvo de perícias por parte das autoridades holandesas, que enviaram uma cópia à PJ. A informação foi considerada credível por ter sido enviada ao mesmo jornal que, no ano passado, revelou informações sobre o lugar em que se encontravam duas meninas belgas assassinadas.

Os cadáveres acabaram por ser encontrados poucas horas depois, a dois quilómetros da zona referida. Sem sinais da Judiciária, a frustração das várias dezenas de jornalistas era evidente. Portugueses, ingleses, espanhóis, holandeses e alemães assentaram arraiais na localidade de Arão, onde eram esperadas as buscas, que acabaram por não acontecer.

Alguns optaram por encetar "buscas particulares".Uma televisão britânica contratou o serviços de uma associação algarvia com cães de busca e salvamento para bater o terreno. Sem êxito.

O mesmo já haviam feito os jornalistas holandeses do "De Telegraaf" antes de publicarem a carta anónima. Fonte da PJ alerta para o facto de estas acções poderem prejudicar o trabalhar dos investigadores "a sério", uma vez que "podem contaminar o terreno e comprometer a eventual recolha de indícios".

Downpours cause floods chaos

Intense thunderstorms have wreaked havoc across parts of Britain, as floods blocked roads and train lines, left factory workers trapped, shut schools and prompted hundreds of calls to the emergency services.

A major search was also launched for a young missing soldier who was swept away while attempting to cross a swollen beck while on a "routine exercise".

Three soldiers fell into Risedale Beck on Hipswell Moor, near Catterick Garrison, North Yorkshire Police said.

Two were rescued, but soldiers, police, Swaledale Mountain Rescue Team and an RAF helicopter were involved in the hunt for the third soldier.


And more than 40 workers were trapped inside their factory after floodwaters up to 6ft deep encircled the building.

Night shift workers at toolmaker WH Smith & Sons in Minworth, West Midlands, had been due to clock off at 8am.

Manufacturing manager Dennis Rodway said staff had been advised to shelter on the first floor of the two-storey factory after the nearby River Tame burst its banks.

A 14-year-old boy was rescued from a swollen stream in Sheffield after 41-year-old Craig Stenton bravely waded in and grabbed the teenager. The youngster fell into a beck in the Chapeltown area of Sheffield.

Helicopter crews have reported "appalling" conditions as they assisted with a series of flood-related rescues and incidents in the Yorkshire area.


A spokesman for the rescue co-ordination centre at RAF Kinloss, in Scotland, said three RAF helicopters had been used in operations in Yorkshire during the day and one was being based overnight at RAF Linton, near Wetherby, to assist with ongoing problems.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

PJ segue pista de Madeleine

PJ segue pista de Madeleinedada por carta anónima

Vários elementos da Polícia Judiciária tentaram, ontem, em Odiáxere, Lagos, sem sucesso, descobrir o local onde uma carta anónima refere que o corpo de Madeleine poderá estar enterrado. Não houve buscas, mas a PJ admite voltar hoje à zona, se tiver informações mais precisas. A diligência surge no mesmo dia em que o diário holandês "De Telegraaf" publicou uma carta anónima de duas páginas, acompanhada de mapas. Umas cruzes assinalam o local onde o corpo de Madeleine terá sido enterrado "A norte de uma estrada, debaixo de arbustos e rochas, cinco ou seis metros fora de estrada", escreve o jornal



Courtesia do Jornal_de_Noticias

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Police probe Madeleine 'dead' claim

- Madeleine's official website
Portuguese police have started investigating an area just nine miles from where Madeleine McCann was abducted after a tip off from a Dutch source.


An anonymous letter claiming the four-year-old lies buried under rocks in deserted scrubland was sent to newspaper De Telegraaf and passed on to the Portuguese Policia Judiciaria.

It was thought to pinpoint an area north of Odiaxere, north east of Praia da Luz from where the girl was snatched 41 days ago.

Chief Inspector Olegario Sousa said the information was being taken seriously and "everything necessary" was being done to validate the allegation.

"There have been exchanges between Dutch police and us," he said. "The information indicated an area 15km from the place of the disappearance of the little child.

"It is not far from Praia da Luz. We are checking the information like we check everything in this case for importance."

Asked if the search involved digging, he said: "If the information gives us a precise location where we can look, we will do it."

According to De Telegraaf, the letter said Madeleine was buried "north of the road under branches and rocks, around six to seven metres off the road" in a barren and deserted landscape.

A map came with the letter, with crosses marked on it.

Courtesy from AOL

segunda-feira, 11 de junho de 2007

McCanns Touched By Kids' Posters

More than 100 children clutching posters of Madeleine McCann have greeted the missing girl's parents in Morocco.

Kate and Gerry McCann were delighted by the show of support from primary schoolchildren in the capital Rabat.

Mrs McCann appeared happier than at any time since her daughter was kidnapped in the Algarve resort of Praia da Luz 39 days ago.

The couple spent several minutes with the children, shaking their hands and thanking them.

Mrs McCann said: "I think if Moroccan children are anything to go by we have a very good chance of getting Madeleine back."

The children's posters, which had been printed at a local internet cafe, showed Madeleine's face close up.

A large one read: "Stop! Return Madeleine to her family. Please, please, please."

Another said: "No, no, no to innocent exploitation."

The McCanns have been anxious to travel to Morocco to raise awareness of Madeleine's disappearance because of its closeness to Spain and Portugal.

Ferries travel between Tarifa in Spain and Tangiers in Morocco several times a day and the journey takes just 35 minutes.

Mr McCann said: "We have concerns that she may have been moved out of Portugal very early on and abducted."

The couple say the trip will be their last for some time as they now want time to reflect on their loss and grieve.

They believe they have now visited all the main countries where appeals might help and it is time for a break.

Later this week they will move out of the apartment complex where they have been staying in Praia da Luz and into more permanent accommodation.


Courtesy from Sky_News




BURIED IN SUITCASE FOR 'SHAMING FAMILY

The father and uncle of a woman who was buried in a suitcase in a so-called "honour killing" have been found guilty of her murder.

domingo, 10 de junho de 2007

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