So faltam meses, dias, horas, minutos, e segundos para o ano 2012

Madeleine

Banner1
Click here to download your poster of support

Radio Viseu Cidade Viriato

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Desertificação já atinge 36% do Continente


Medidas de mitigação da aridez dos solos confrontam--se com a desertificação humana do interior do País

Mais de metade de Portugal corre o risco de desertificar. No espaço de duas décadas, 66% do País pode transformar-se em solo árido, se nada for feito para inverter a situação que se vive na actualidade um terço do território continental encontra-se classificado como zona susceptível à desertificação.

A aridez dos solos atinge a totalidade do interior algarvio e o Alentejo. Nesta região, o fenómeno assume proporções quase dramáticas, na margem esquerda do Gua- diana, nos concelhos de Mértola, Castro Marim e Alcoutim. Mas a desertificação não está confinada ao Sul do País. Todo o interior raiano, do Algarve a Trás-os-Montes, está a ficar deserto, a nível de perda de potencial biológico dos solos. Mas não só. Também é humana a desertifiação do País.

Vítor Louro, coordenador do Programa de Acção Nacional pa- ra Combate à Desertificação (PANCD), aponta uma cadeia de factores que concorrem para o empobrecimento da terra. Desde logo a susceptibilidade natural de algumas regiões, aliada ao mau uso do solo, mas também os incêndios e reflorestações mal conduzidas. A seca severa, que este ano afecta Portugal, é mais um elemento a contribuir para um retrato pouco animador. João Corte-Real, da Universidade de Évora, embora recuse apontar as alterações climáticas como causa da falta de chuva, admite que o aquecimento global vai provocar períodos secos mais frequentes e longos.

A desertificação não se explica só por factores físicos. Os problemas socioeconómicos, que afastam as pessoas do interior para as cidades do litoral, deixam as terras ao abandono e indefesas perante os incêndios que devoram centenas de hectares e provocam forte erosão nos solos.

Um cenário assustador. Vítor Louro refere a dificuldade em de-senvolver acções de combate e mitigação da desertificação física do território "Em alguns locais escasseiam já os destinatários para as iniciativas." Um exemplo flagrante é o concelho de Mação, no centro do País, cuja sede está ironicamente situada a escassos 10 quilómetros de uma auto-estrada.

Mação, com Idanha e Penamacor, integra um dos programas-piloto contra a aridez. Os outros localizam-se no Algarve (serra algarvia, Alcoutim e Castro Marim), em Mértola, e nas arribas do Douro, no concelho transmontano de Mogadouro.

monitorização. Os sistemas de informação são essenciais para acompanhar o progredir da desertificação e identificar a cada momento as áreas de maior risco. Para isso, a Agência Espacial Europeia desenvolveu um programa que permite monitorar a situação através de imagens de satélite, com uma resolução que permite a intervenção à escala local. O DesertWatch - que inclui ainda a Itália, a Grécia e a Turquia - vai vigiar todo o País, permitindo fornecer aos decisores políticos ferramentas para uma "atitude prospectiva", explica o coordenador nacional Lúcio do Rosário.

Usando dados históricos e as sequências do desenvolvimento da desertificação em Portugal, este programa permite desenhar cenários. Lúcio do Rosário explica que, analisando os factores de ameaça físicos, ecológicos e sociais, "estamos a caminhar rapidamente para um total de dois terços do território susceptível à desertificação". Este programa visa uma intervenção que evite este cenário, através de medidas que passam essencialmente pela actividade agrícola, florestal e imobiliária.

A nível local, várias universidades aglutinaram-se num projecto denominado Rede para a Observação e Análise do Fenómeno da Desertificação e da Seca, com vista a desenvolver uma acção preventiva. Amílcar Soares, do Instituto Superior Técnico (IST), aponta a necessidade de reunir várias investigações sectoriais e aplicá-las a um problema transversal como é a desertificação. O professor do IST acredita que a falta de atenção dos políticos para um fenómeno que ultrapassa os ciclos eleitorais poderá ser colmatada com um conhecimento sistematizado.


Aztec



Aztec is a term used to refer to certain ethnic groups of central Mexico, particularly those groups who spoke the Nahuatl language and who achieved political and military dominance over large parts of Mesoamerica in the 14th, 15th and 16th centuries, a period referred to as the Late post-Classic period in Mesoamerican chronology.


Often the term "Aztec" refers exclusively to the people of Tenochtitlan, situated on an island in Lake Texcoco, who called themselves Mexica Tenochca or Colhua-Mexica.


Sometimes it also includes the inhabitants of Tenochtitlan's two principal allied city-states, the Acolhuas of Texcoco and the Tepanecs of Tlacopan, who together with the Mexica formed the Aztec Triple Alliance which has also become known as the "Aztec Empire". In other contexts it may refer to all the various city states and their peoples, who shared large parts of their ethnic history as well as many important cultural traits with the Mexica, Acolhua and Tepanecs, and who like them, also spoke the Nahuatl language. In this meaning it is possible to talk about an Aztec civilization including all the particular cultural patterns common for the Nahuatl speaking peoples of the late postclassic period in Mesoamerica.


From the 12th century Valley of Mexico was the nucleus of Aztec civilization: here the capital of the Aztec Triple Alliance, the city of Tenochtitlan, was built upon raised islets in Lake Texcoco. The Triple Alliance formed its tributary empire expanding its political hegemony far beyond the Valley of Mexico, conquering other city states throughout Mesoamerica.
At its pinnacle Aztec culture had rich and complex
mythological and religious traditions, as well as reaching remarkable architectural and artistic accomplishments. A particularly striking element of Aztec culture to many was the practice of human sacrifice.


In 1521, in what is probably the most widely known episode in the Spanish colonization of the Americas, Hernán Cortés, along with a large number of Nahuatl speaking indigenous allies, conquered Tenochtitlan and defeated the Aztec Triple Alliance under the leadership of Hueyi Tlatoani Moctezuma II; In the series of events often referred to as "The Fall of the Aztec Empire". Subsequently the Spanish founded the new settlement of Mexico City on the site of the ruined Aztec capital.



quinta-feira, 25 de setembro de 2008

As cidades Portuguesas mais poluídas

Quinze cidades portuguesas excedem os limites de poluição. Lisboa lidera a lista das mais poluídas, seguindo-se-lhe Guimarães, Paredes e Espinho. O ranking das cidades nacionais mais poluídas, feito pelo semanário Expresso com a colaboração da Agência Portuguesa do Ambiente , tendo por base medições da qualidade do ar durante 2005, revelou que, nesse ano, a capital registou mais dias com excesso de concentração de partículas (183 dias), sendo que a norma admite um máximo de 35 dias de excedências. A Avenida da Liberdade (em Lisboa) é a que concentra maiores níveis de poluentes emitidos pelos automóveis, não só devido ao tráfego intenso mas também por ser estreita e rodeada de prédios altos.

O facto de a poluição atmosférica registar excedências (dias em que os níveis de concentração de poluentes excedem os limites máximos) em ambientes urbanos ganha uma relevância maior se pensarmos que cerca de 42 por cento da população reside em cinco por cento do território nacional. Estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam para o agravamento da situação em 2015, altura em que 69,2 por cento da população viverá nas áreas metropolitanas do Porto de Lisboa. Mais: os poluentes são considerados responsáveis pela redução de nove meses na esperança média de vida dos europeus, o que por si só seria razão suficiente para «fugirmos» dos grandes centros urbanos em vez de, tendencialmente, nos fixarmos neles.

Cidades portuguesas cresceram de forma caótica nos últimos 30 anos

Tentar percebera "desordem" urbanística e o crescimento "caótico" das cidades portuguesas nos últimos 30 anos, isto é, desde a instauração da democracia saída da Revolução dos Cravos. Foi esse o principal objectivo de um ambicioso trabalho iniciado em 2000, envolvendo 24 equipas de jovens arquitectos - tantas quantas as cidades abordadas - apoiados por bolsas geridas pela Fundação da Juventude e pela Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos.

O resultado, A cidade e a democracia, foi apresentado anteontem na Universidade de Aveiro, sob a forma de uma publicação bilingue (português e castelhano) com a chancela editorial da Argumentam, coordenada pelo geógrafo Álvaro Domingues, com quase 400 páginas e profusamente ilustrada com fotografias aéreas.

O trabalho, segundo defendeu o arquitecto Nuno Portas, pode funcionar como complemento do recente levantamento da Arquitectura Portuguesa do Século XX, coordenado pela Ordem dos Arquitectos. Enquanto este último tratou de dar visibilidade às "jóias da coroa", às peças nobres, o estudo agora divulgado faz uma abordagem do crescimento urbano em grosso e do seu aparente desvario.

Tanto Nuno Portas como Álvaro Domingues procuraram desvalorizar o discurso habitualmente crítico quanto ao modo como o urbanismo "explodiu" nas décadas seguintes ao 25 de Abril de 1974, muito por pressão do forte aumento do poder de compra e de factores como a banalização do automóvel e a multiplicação de vias rápidas. Portas precisou que as mudanças na velha matriz de afirmação urbana começaram "antes do 25 de Abril", limitando-se o novo regime a tornálas "mais transparentes" e a acelerá-las.

Significa isto que tanto Portas como Domingues se recusaram a "diabolizar" a democracia como mãe de todos os disparates urbanísticos que se cometeram até aqui, entre outras razões porque, defendem, o que aconteceu dificilmente podia ser travado e porque nem tudo o que se fez é mau.

De resto, uma das acusações mais frequentes feitas aos responsáveis públicos nestas décadas de poder democrático - a da permissividade construtiva alimentada por especulações e corrupções várias - não fará grande sentido, uma vez que os planos directores aparecem no final da década de 1990, quando o grosso da explosão urbanlstica já tinha ocorrido.

"Horrores" fotografados de cima

Seja como for, a abordagem feita ao modo como cresceram 24 cidades médias portuguesas não permite tirar conclusões brilhantes. Uma das mais-valias do livro são as numerosas fotografias aéreas da autoria do arquitecto Filipe Jorge, que, olhando de cima para as novas realidades urbanas, ficou chocado com a "galeria de horrores" que lhe ia aparecendo pela frente.

"Ainda hoje não acreditamos no que vemos", confessou o fotógrafo-arquitecto, obreiro de imagens que, para Nuno Portas, "passaram a ser despudoradamente mais expressivas e mais explicativas" do que as monografias sobre as cidades.

Para além dos 24 estudos feitos pelas equipas de jovens arquitectos, o livro abre com uma longa reflexão assinada por Álvaro Domingues, que procura dar unidade aos trabalhos monográficos e definir as grandes linhas com que se cosem as novas realidades urbanas. É aí que se avança com cinco "pontos explicativos" que estão por trás da "explosão" urbana.

Crescimento ao longo das novas vias

Antes de tudo, a revolução nos "sistemas de mobilidade" - novas auto-estradas e vias rápidas, automóveis, telemóveis, Internet e tudo o que aproxima as pessoas e torna o território mais pequeno; depois, o fim do centro cívico e histórico das cidades entendido como polarizador de serviços, actividades e símbolos.

Sucedem-lhe urbes policêntricas com centros comerciais, hospitais, estádios, escolas e outras estruturas mobilizadoras de massas localizadas nas periferias; o crescimento urbano disperso e difuso, normalmente feito ao longo das novas vias, tido como inaceitável pela maioria e sinal de um pretenso crescimento caótico - o edifício-montra à margem da estrada, fábricas descosidas da envolvência e habitações semeadas sem lógica aparente são algumas das manifestações deste urbanismo difuso.

Há ainda os vazios de construção, e muitas vezes de sentido, entalados entre zonas urbanizadas, que não são ainda urbanos e já deixaram de ter utilidade produtiva, condenados pela industrialização da agricultura; e, finalmente, os problemas da regulação urbana (PDM e não só), incapazes de responder a uma dinâmica construtiva esmagadora que, por exemplo, multiplicou por quatro a área urbana de Leiria.

AS 24 CIDADES ESTUDADAS

O trabalho de campo que deu origem à obra agora apresentada foi feito por 24 equipas de jovens arquitectos. Cada uma estudou uma cidade média portuguesa. A lista das localidades analisadas é a seguinte: Bragança, Chaves, Vila Real, Viana do Castelo, Barcelos, Braga, Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Póvoa de Varzim, Penafiel, Santa Maria da Feira, Aveiro, Coimbra, Figueira da Foz, Viseu, Guarda, Covilhã, Castelo Branco, Leiria, Torres Vedras, Amadora, Barreiro, Évora e Horta.

LISBOA liderante, PORTO ameaçado

Os principais pólos de crescimento urbano e de afirmação regional desenvolvem-se em torno de cidades, de uma ou mais. O estado actual dessas macro-estruturas é abordado num estudo de Teresa Sá Marques, inserido no trabalho coordenado por Álvaro Domingues.

LISBOA

A capital continua a liderar claramente o "sistema urbano português", sendo o centro aglutinador da "maior concentração nacional de actividades de base tecnológica, de indústrias e serviços" e de investigação e desenvolvimento. Apesar de ter perdido um grande número de residentes nas últimas décadas, é um cluster urbano em crescimento, concentrando uma base enorme de serviços de apoio ao sector produtivo, ao turismo, à cultura e ao lazer, contando ainda com uma "posição interessante" nas redes transcontinentais baseadas na língua portuguesa, podendo a sua "tradição multiculturalista" transformar-se num "recurso estratégico no contexto europeu".

PORTO

Em torno do Porto tem-se afirmado uma estrutura urbana "muito dinâmica e com um modelo de ocupação do território denso e difuso". A mancha estende-se para Norte até Viana, para Sul até Aveiro e para leste em direcção a Vila Real. É um sistema com vários núcleos, com cidades médias e mais distantes do centro a "ameaçarem" crescentemente o "poder" e a influência do Porto. Por exemplo, Santo Urso integra-se na Área Metropolitana mas faz rede com o vale do Ave; Guimarães e Famalicão reforçam cada vez mais o hinterland bracarense; São João da Madeira, Oliveira de Azeméis e Ovar encostam-se mais e mais a Aveiro. Enfim, estamos perante uma "geografia político-institucional em ebulição", reflectindo a "diminuição crescente do peso da cidade do Porto".

TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO

Vila Real, Régua, Lamego, Chaves, Mirandela e Bragança são cidades médias que "procuram estruturar um extenso território rural em perda". Trata-se de um sistema urbano de "fraca dimensão económica e social", embora com alguns trunfos, o maior dos quais é o património do Douro Vinhateiro.

REGIÃO CENTRO

Sistema urbano regional "policêntrico", com núcleos aglutinadores constituídos em volta de Aveiro (em processo de afirmação face ao Porto), Viseu, Coimbra e Leiria, com cidades médias como Torres Novas, Tomar, Abrantes e Entroncamento a funcionarem como cimentos urbanos no espaço do Médio Tejo. Mais para o interior, o eixo Guarda-Belmonte-Covilhã- Fundão-Castelo Branco sustenta um território rural em dificuldades, potenciando um espaço de relacionamento transfronteiriço.

ALENTEJO

Évora, Beja, Portalegre e Sines-Santiago do Cacem são as centralidades urbanas principais que "seguram" um grande território rural de fraca densidade, com povoamento muito concentrado e "dinâmicas regressivas significativas".

ALGARVE

Sistema urbano "linear", com forte urbanização na faixa litoral e um "esvaziamento da serra". A especulação imobiliária determinou a construção de "um eixo urbano difuso e um mosaico urbano-turístico desestruturado e de qualidade ambiental discutível".

ILHAS

"Estrutura periférica" com ritmo de crescimento urbano muito acentuado em volta das cidades maiores: Funchal, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta. O modelo urbano "não se distancia dos padrões do continente".

Amig@s,

Semana passada um dos maiores bancos de investimentos do mundo, o Lehman Brothers, declarou falência com uma dívida de $613 milhões de dólares. Antes dele vieram abaixo a Fannie Mae e Freddie Mac as maiores corretoras EUA e a seguradora AIG. Para evitar um colapso total da economia e o pânico nas bolsas de valores, os Estados Unidos lançaram um pacote econômico astronômico. Um governo que antes defendia o mercado livre, auto-regulado, agora está intervindo com um cheque de USD$ 700 bilhões para Wall Street. Quem vai pagar a conta? Os contribuintes. O pacote econômico do governo logo vai afetar o bolso da classe média, a garantia de empregos, de moradia, poupanças e previdências sociais.

A crise já abalou a Europa, chegou na China e Ásia, e promete alcançar o resto do mundo. Devemos nós pagar pela irresponsabilidade das instituições financeiras dos Estados Unidos?

Cidadãos comuns do mundo todo estão se sentindo impotente perante as forças do mercado e a promessa de uma forte recessão. O sistema financeiro é tão complexo que poucos conseguem entender, muito menos se manifestar sobre este assunto tão importante. Mas esta semana nós conseguimos uma chance única de agir e demandar maiores regulamentações para o mercado financeiro. Nossa campanha será apresentada para líderes Europeus e pretendemos entregá-la também para o Congresso dos Estados Unidos e o próximo presidente americano. Para apresentar está petição à líderes globais, precisamos de um grande número de assinaturas, portanto clique no link para assinar a petição:

http://www.avaaz.org/po/global_finance_action/?cl=129708365&v=2168

O mercado financeiro global é pouco compreensível para um leigo em economia, as regras que o governam estão cheias de pequenas falhas e brechas. Nas últimas décadas as instituições financeiras se aproveitaram de uma política de mercado livre com uma regulamentação mínima. Quando o mercado finalmente ruiu, eles ficaram com uma dívida enorme que agora será paga com dinheiro público. Até os neoliberais mais radicais que pregam o livre comércio estão pedindo regulamentações mais fortes. A segurança econômica da população não pode mais ser colocada em risco, o mercado financeiro precisa de regulamentações mais rígidos que os responsabilizem pelas suas ações.

Entre os que apóiam um mercado mais monitorado está o Ex-Primeiro Ministro da Dinamarca, Poul Rasmussen. Ele se aliou à Avaaz para entregar nossa petição para um encontro de líderes europeus onde uma proposta de reformulação do mercado financeiro será discutida. Segundo Rasmussen, é importante demonstrar a mobilização da sociedade civil global em resposta à crise, mostrando para líderes europeus e globais que a opinião pública quer mais transparência e regulamentação: “Uma reforma do mercado financeiro é um passo fundamental em direção à uma globalização mais justa. Sua voz pode contribuir para isso”.

O mercado financeiro global está interligado e todos serão afetados, desde o operário até o alto executivo, da Ásia à América do Sul. Os governantes ainda estão em choque sem dar boas explicações nem apresentar soluções. Precisamos unir nossas vozes agora, enquanto o futuro ainda está sendo definido. Assine a petição no link abaixo e encaminhe este email para seus amigos e familiares:

http://www.avaaz.org/po/global_finance_action/?cl=129708365&v=2168

Com esperança e determinação,

Paul, Graziela, Ricken, Ben, Iain, Veronique, Brett, Pascal, Milena e toda a equipe Avaaz


A crise financeira vai afetar o mundo todo de uma forma nunca antes vista, assine a petição que será levada para líderes europeus esta semana, pedindo regulamentações mais fortes para o mercado:

Car@s amig@s,

Os principais chefes de estado estão reunidos agora mesmo na Assembléia Geral da ONU e um dos principais assuntos do encontro, o cumprimento das Metas de Desenvolvimento do Milênio, está sendo completamente ofuscado pela crise financeira global. Enquanto isso a França, o Canadá e a Itália estão aproveitando a distração para diminuir, ao invés de aumentar, o seu comprometimento com a pobreza.

O Sarkozy da França, Harper do Canadá, e Berlusconi da Itália prometeram no encontro do G8 contribuir 0,7% do seu PIB para combater a pobreza. Essa é uma quantia pequena para os países ricos,porém que salva milhões de vidas em regiões assoladas pela pobreza extrema. Mas para eles 99,3% não é o suficiente.

O combate à pobreza é o maior desafio dos nossos tempos, não podemos permitir que os países ricos retrocedam, descumprindo suas promessas. Precisamos lembrá-los da importância de combater a pobreza no mundo. Assine a petição no link abaixo, ela será publicamente entregue aos chefes de estado na Assembléia Geral da ONU pelo renomado economista e especialista em pobreza e desenvolvimento, Jeffrey Sachs. Precisamos mostrar que a opinião pública global está de olho e queremos que as promessas sejam cumpridas. Assine a petição:

http://www.avaaz.org/po/poverty_promise_breakers/?cl=131146725&v=2201

Erradicar a pobreza não é uma tarefa fácil, porém o mundo se encheu de esperança quando foram definidas as Metas de Desenvolvimento do Milênio. É realmente possível sonhar com um mundo melhor e mais justo, mas para isso acontecer, dependemos dos governos mais ricos do planeta. A pressão popular gerou várias conquistas no combate à pobreza como o cancelamento da dívida externa dos países mais pobres, a adoção de metas para reduzir a pobreza até 2015, e o compromisso financeiro do G8 com a África. Graças à esses esforços milhões de vidas foram salvas, crianças estão tendo a oportunidade de ir à escola, ter acesso à redes anti-malária e beber água limpa.

Qualquer cidadão do mundo concordaria que é preciso combater a pobreza extrema, evitando assim o sofrimento de milhões de pessoas ao redor do planeta. A Dinamarca, Luxemburgo, Países Baixos, Normandia e Suécia já contribuíram até mais que 0,7% este ano. Se todos os países cumprirem suas promessas, mais programas para combater a pobreza e incentivar o desenvolvimento de países pobres poderão ser implementados. Porém os líderes do Canadá, França e Itália, continuam achando que isso não é problema deles.

Apoiadores da Avaaz italianos e franceses já estão enviando milhares de mensagens para seus governantes pedindo para eles manterem suas promessas no combate à pobreza. Nós também podemos aumentar a pressão sobre eles, dizendo ao Harper, Sarkozy e Berlusconi que nós esperamos que eles mantenham suas palavras. Não vamos deixar a Assembléia Geral da ONU terminar sem que a pobreza seja dada a devida atenção.

http://www.avaaz.org/po/poverty_promise_breakers/?cl=131146725&v=2201

Nos últimos anos, o mundo todo foi inspirado pela esperança de que a pobreza extrema pode ser erradicada nesta geração. Apesar das crises que vem e vão, não podemos desviar nosso foco deste objetivo grandioso. Esse é um momento crítico para pressionar os líderes globais a manterem suas promessas, participe desta campanha!

Com esperança,

Ben, Alice, Ricken, Graziela, Paul, Milena, Iain, Veronique e Brett -- A equipe da Avaaz

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

UEFA set to confirm Euro expansion

UEFA are set to rubber-stamp an expansion of the European Championship finals from 16 to 24 teams this week - a move that will limit the number of countries able to host the tournament.

The decision, to be taken by UEFA's executive committee at their meeting in Bordeaux on Thursday and Friday, follows a proposal by the Scottish FA and Football Association of Ireland last year.

Scottish FA chief executive Gordon Smith told PA Sport: "I think the expansion will be better for the game - more teams will have the chance of qualifying and the excitement of the groups will go on for longer."

He added: "It is disappointing in that it means we will not be able to stage the tournament in the future, and we recognise that will be the case.

"It was a trade-off between trying to stage it or open up the qualification process and we have decided to look at something that helps everybody."

It will take effect from the 2016 finals and has drawn virtually unanimous support from the 53 member countries.

Smith said the proposal had not been an attempt merely to make it easier for Scotland to qualify for a major finals.

He added: "It will make if easier but it will make it easier for other countries such as England who failed to qualify for Euro 2008. We didn't do it specifically for that purpose however."

UEFA are also expected to announce that Poland and Ukraine will be kept as Euro 2012 joint hosts but will be warned they have to keep to strict deadlines for their construction projects.

The leaders of European football's ruling body will also authorise the budget for a special investigation unit to target match-fixing and corruption in football.

- Search: UEFA European Championships

Related Links

UEFA's official website

Rising sea levels: What will happen to you?

Sea levels in the Thames estuary are likely to rise by up to 90cm by the end of the century, scientists said.

Research for the Environment Agency predicted likely sea level rises of between 8in (20cm) and 35in (90cm) as a result of melting glaciers and polar ice-caps and warming of the oceans.

At the most extreme, sea levels could rise by up to 6ft (2m) - which along with a storm surge could produce a worst case scenario of a water level rise of 9ft (2.7m), the Met Office said.

This new worst-case prediction is significantly lower than previous scenarios of rises of up to 14ft (4.2m) - which means an outer barrage in the Thames estuary to keep the tide out will not be necessary to protect the South East this century.

The research also found climate change was less likely to increase the frequency and size of storm surges in the North Sea than previously thought.

The research by the Met Office Hadley Centre, the Proudman Oceanographic Laboratory and the Centre for Ecology and Hydrology was released at a climate change conference at the University of Exeter.

The study said the volume of freshwater at peak times in the River Thames could increase by around 40% by 2080 in places such as Kingston.

The research will feed into the Environment Agency's Thames Estuary 2100 project to plan for future flood management in the estuary.

Tim Reeder, regional climate change programme manager for the Environment Agency Thames region, said: "By narrowing previous uncertainty, we now have an improved understanding of how climate change will affect the Thames estuary and can develop realistic and cost-effective options, which will meet future needs."

More News:

Lexus advert 'breached regulations'
Arctic methane sparks warming fears
Climate change 'threatening trees'
Nature's budget 'has run out'

- Search: Thames estuary climate change

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Projecção aponta para duplicação da população idosa até 2046

A projecção do INE de que em 2046 haverá 238 idosos por cada 100 jovens, o dobro dos valores actuais, leva especialistas a considerarem que as escolas devem dar aulas sobre envelhecimento e preparar os mais novos para a sua própria velhice. Segundo as projecções do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2046 a proporção de população jovem reduzir-se-á 13 por cento e a população idosa aumentará dos actuais 17,2 por cento para 31 por cento.

Neste cenário, agravar-se-á o processo de envelhecimento da população portuguesa expresso no índice de envelhecimento, que é hoje de 112 idosos por cada 100 jovens e em 2046 será de 238 pessoas com mais de 65 anos por cada 100 até aos 14 anos.

Perante estas projecções, a docente e investigadora do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa (ISCSP/UTL) defendeu quarta-feira (dia 28), em declarações à agência Lusa, que as escolas deviam dar aulas de gerontologia (estudo do envelhecimento) aos jovens para lhes explicar que “ser idoso não tem de ser um fardo” e educá-los para uma velhice activa.

Num país em que a esperança de vida à nascença e aos 65 anos é cada vez maior, os mais velhos são considerados “um fardo e um custo em toda a ordem em termos de equipamentos sociais e dos hospitais”, disse à Lusa Stella António.

Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), relativos a 2006, indicam que o Alentejo é a região do país mais envelhecida, com 102.042 jovens (até aos 14 anos) contra 175.061 idosos (22,9 por cento do total da população).

No lado oposto estão as regiões autónomas, onde há mais jovens que idosos: nos Açores existem 46.904 jovens e 30.198 idosos (12,4 por cento da população) e na Madeira há 44.283 crianças até aos 14 anos e 32.274 pessoas com mais de 65 anos, que perfazem 13,1 por cento do total da população madeirense.

População europeia projecção

Segundo a projecção do Eurostat, em 2015 o envelhecimento da União será um facto, as mortes serão superiores aos nascimentos. Uma das tábuas de salvação da europa será a emigração por isso será bom saber acolher quem nos vai salvar.

Eurostat - nota de imprensa:

http://epp.eurostat.ec.europa.eu/pls/portal/docs/PAGE/PGP_PRD_CAT_PREREL/PGE_CAT_PREREL_YEAR_2008/PGE_CAT_PREREL_YEAR_2008_MONTH_08/3-26082008-EN-AP.PDF

Eurostat:

http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page?_pageid=1090,30070682,1090_33076576&_dad=portal&_schema=PORTAL

domingo, 21 de setembro de 2008

Governo acredita que identificar motivos de abuso ajuda a combater alcoolismo

O governo britânico está lançando uma nova campanha contra o alcoolismo dirigida a nove 'tipos' mais comuns de usuários que abusam do álcool.

A campanha será feita a partir de uma pesquisa do Departamento de Saúde da Inglaterra, que indicou as nove categorias mais comuns de bebedores. Elas incluem os que o fazem para aliviar estresse e pessoas deprimidas que bebem por tédio ou para se relacionar.

Para o governo, identificar as razões que levam usuários a abusar do álcool será "muito útil" para combater o alcoolismo.

O estudo se debruçou sobre homens que bebem mais de 50 unidades semanais de álcool e mulheres que bebem pelo menos 35 unidades semanais – duas vezes acima do limite recomendado.

Uma unidade de álcool equivale a um copo de cerveja ou vinho ou, alternativamente, meia dose de bebida destilada.



Tipos



Entre os nove tipos identificados, estão, por exemplo, os que bebem para desestressar e relaxar, em meio a uma rotina de pressão no trabalho.

Em outros casos, usuários abusam do álcool ao se perder em um estilo de vida agitado e por vezes extravagante.

As informações serão utilizadas pelo governo para orientar uma campanha contra o alcoolismo que deve atingir 4 mil bebedores contumazes no nordeste do país, em um projeto-piloto que, se bem sucedido nos próximos meses, será levado para o resto do pais.

A secretária britânica de Saúde, Dawn Primarolo, admitiu que os bebedores incluídos nas nove categorias têm em comum um problema "difícil de combater".

Mas ela disse acreditar que a nova abordagem será capaz de convencer os usuários a ser agentes da própria mudança.

"Esta é uma abordagem totalmente nova de fazer as pessoas entenderem os efeitos de seus hábitos em relação à bebida e de ajudá-las a mudar para melhor."


Veja abaixo os nove tipos de bebedores identificados pela campanha.



OS TIPOS DE BEBEDORES



Tipo: O deprimidoCaracterística:

Está com a vida em um estado de crise - atravessando um período de dificuldade financeira, luto ou divórcio recente, por exemplo.Motivações: Vê o álcool como uma forma de se reconfortar ou como uma automedicação para ajudar a lidar com as turbulências.



Tipo: O estressadoCaracterística:

Leva uma vida sob pressão no trabalho, o que normalmente leva ao sentimento de não ter as coisas sob controle ou de estar sobrecarregado de responsabilidades.Motivações: O álcool é uma forma de relaxar e de retomar a sensação de controle, ao traçar uma linha entre vida pessoal e profissional. Os parceiros normalmente reforçam este comportamento, ao preparar drinques para os bebedores.



Tipo: O 'social'Característica:

Têm uma agenda social carregada.Motivações: O álcool é um meio de ligação que unifica a todos e os coloca em uma mesma sintonia.



Tipo: O conformistaCaracterística:

Tipicamente, rapazes tradicionalistas que crêem que 'homens vão ao bar todas as noites'.Motivações: O álcool faz parte do que definem como 'meu momento'. O bar é sua segunda casa, e eles se sentem aceitos e em casa neste ambiente.



Tipo: O bebedor comunitárioCaracterística:

Bebe em grandes grupos sociais.Motivações: Levado ao álcool pelo senso de comunidade criado pelo ambiente do bar. A bebida dá segurança e significado à vida, e age como meio social.



Tipo: O entediadoCaracterística:

Tipicamente, mães solteiras ou mulheres recém-divorciadas, com vida social restrita. Motivações: A bebida é uma companhia que substitui o casal. Beber marca o final do dia, talvez encerrando um jornada de obrigações.



Tipo: O machão Característica:

Normalmente se sente subvalorizado, sem voz e frustrado em áreas importantes da vida.Motivações: Seu lado bebedor é um alter-ego que gira em torno da sua capacidade de beber. A bebida é motivada pela necessidade constante de reafirmar sua masculinidade e seu status em relação a outras pessoas.


Tipo: O hedonista Característica:

Solteiros, divorciados ou com filhos crescidos. Motivações: Beber em excesso é uma forma de expressar a sua independência, liberdade e juventude para si mesmo. O álcool é usado para diminuir inibições.

Tipo:O quase dependente Característica:

Homens que moram 'de facto' no bar – que, para eles, é quase o mesmo que estar em casa. Motivações: Uma combinação de motivos, incluindo tédio, necessidade de se conformar e uma sensação de mal-estar existencial nas suas vidas.


10 Países com a maior população de cães no mundo

1º. E U A: 61 milhões
2º. Brazil: 30 milhões
3º. China: 22 milhões
4º. Japan/Rússia: 9,6 milhões
5º. South Africa: 9,1 milhões
6º. France: 8,1 milhões
7º. Italy: 7,6 milhões
8º. Poland: 7,5 milhões
9º. Thailand: 6,9 milhões
10º. U K: 6 milhões

Ranking dos países mais corruptos do mundo

O site da Transparency Internacional (TI) apresenta o ranking dos países mais corruptos do mundo.

Os mais corruptos: Haiti, Birmânia, Iraque, Guiné e Sudão. O Brasil aparece na 70ª colocação e Portugal na 26ª.

De acordo com a tabela da TI, quanto mais alto o número associado ao país, mas alto é seu índice de corrupção.