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Radio Viseu Cidade Viriato

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Primeira Pagina


Veneno de aranha, que provoca erecções de quatro horas, pode ser o novo Viagra


A maioria das pessoas, quando descobre uma aranha no quarto, tenta livrar-se dela o mais rápido possível. Mas um novo estudo científico conclui que, se calhar, o melhor mesmo é ter sempre uma aranha à cabeceira da cama. De acordo com Mail Online, a picada de uma aranha armadeira brasileira (Phoneutria nigriventer) tem efeitos secundários no ser humano, entre os quais uma erecção que pode durar até quatro horas.


Estas criaturas de oito patas são oriundas da América do Sul e Central. Investigadores da Universidade de Medicina de Georgia, nos Estados Unidos, acreditam que esta espécie pode ser a solução para problemas de disfunção eréctil. Segundo a fisiologista Kenia Nunes, o veneno destas aranhas é composto por uma mistura de várias moléculas. “Estas moléculas são chamadas toxinas, e neste veneno temos uma grande variedade de toxinas com diferentes actividades”, explicou ao Mail Online.


“Por causa disso, quando um ser humano é mordido por uma destas aranhas, podemos observar diferentes reacções, desde priapismo, um estado em que o pénis está constantemente em erecção”, acrescentou. Outro dos efeitos, para lá das longas e dolorosas erecções, são a perda do controlo muscular, dores fortes, dificuldade em respirar e, se a vítima não for tratada rapidamente com um anti-veneno, pode provocar a morte, devido à privação de oxigénio. Mas os seus efeitos incomuns podem servir para tratar a disfunção sexual, quer nos homens, quer nas mulheres, reforçou Kenia Nunes.


No estudo que desenvolveu, publicado no Journal of Sexual Medicine, Kenia Nunes administrou o peptídeo PnTx2-6 a ratos hipertensos e com disfunção sexual. “A toxina conseguiu normalizar este problema nos ratos”, adiantou. Esta toxina das aranhas funciona como uma espécie de Viagra. “Está é uma boa notícia, pois sabemos que há muitos pacientes que não respondem às terapias convencionais. Este pode ser um tratamento alternativo”, referiu.


A aranha armadeira brasileira já foi encontrada em supermercados americanos e canadianos, mas normalmente está presente nas plantações tropicais de bananeiras. Segundo o especialista em aracnídeos do Museu Burke da Universidade de Washington, Rod Crawford, apenas 10 em cerca de sete mil pessoas morreram, devido à picada desta aranha.

JN

Dieta mediterrânica é seguro de vida para um coração saudável


A dieta mediterrânica é a mais saudável para o coração e para controlar colesterol, triglicéridos, pressão arterial e glicose, concluem 50 estudos segunda-feira divulgados pela revista do Colégio norte-americano de Cardiologia.

 
foto RUI COUTINHO/GLOBAL IMAGENS
Dieta mediterrânica é seguro de vida para um coração saudável
 
O número de Março da revista publica hoje uma meta-análise que inclui os resultados de 50 investigações sobre a dieta mediterrânica, que a apresentam como "um seguro de vida" para ter um coração saudável.

Demóstenes Panagiotakos, professor da Universidade ateniense Harokopio e coordenador do estudo, salientou, citado pela agência Efe, que a comunidade médica detectou que a síndrome metabólica "está a aumentar rapidamente em todo o mundo, ao mesmo tempo que a incidência crescente da diabetes e da obesidade".

Por síndrome metabólica designa-se o conjunto de doenças ou factores de risco que aumentam a possibilidade de se vir a sofrer doenças cardiovasculares. O excesso de peso é um desses factores.

Segundo os dados analisados por Panagiotakos e Christina-Maria Kastorini, a dieta mediterrânica tem um dos padrões mais conhecidos e bem estudados e demonstrou estar associada à diminuição da mortalidade devido a doenças coronárias, diabetes tipo 2 e alguns tipos de cancro.

Os peritos definem a dieta mediterrânica como correspondendo a um padrão alimentar que inclui uma dose diária de fruta, verdura, cereais integrais e lacticínios com pouca gordura, além de um consumo semanal de peixe, aves, frutos secos e legumes, com um consumo relativamente baixo de carne vermelha e moderado de álcool, normalmente às refeições.

Também está incluído no padrão alimentar o consumo elevado de azeitonas e azeite.

"Os nossos resultados somam-se ao conhecimento existente e demonstram mais uma vez o papel de protecção e a importância de factores como, principalmente, o estilo de vida e os hábitos alimentares no desenvolvimento e progressão da síndrome metabólica", avançou Pangiotakos.

JN

Elefantes trabalham em equipa para resolver problemas


Elefantes trabalham em equipa para resolver problemas
Investigadores da Universidade britânica de Cambridge concluíram que os elefantes são tão rápidos quanto os chimpanzés a trabalhar em equipa para resolver um problema, segundo um estudo publicado hoje na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences".
Segundo o investigador Joshua Plotnik, citado pela agência Associated Press, os elefantes "ajudam-se uns aos outros nos seus problemas" e parecem, em algumas situações, "muito ligados emocionalmente", sendo, por isso, "de esperar que existisse algum nível de cooperação e entreajuda" entre eles. No entanto, Joshua Plotnik disse que "ficou admirado com a rapidez com que aprendem [a cooperar para resolver um problema]".
De acordo com o investigador do departamento de psicologia experimental da Universidade de Cambridge, os elefantes são tão rápidos quanto os chimpanzés a aprender, em conjunto, a resolver um problema.
Os testes que levaram a esta conclusão foram feitos na Tailândia e envolveram seis pares de elefantes que tinham de alcançar uma plataforma com comida, puxando, em conjunto, uma corda para trazer os alimentos até uma cerca, atrás da qual se encontravam.
Os elefantes foram testados 40 vezes durante dois dias e cada par descobriu como trazer a comida até si, nunca depois da oitava tentativa. Numa segunda fase, os cientistas tentaram separar os elefantes. Os animais rapidamente aprenderam a esperar pelos seus parceiros, numa taxa de sucesso entre 88 e 97 por cento.

DN

Vídeo mostra novas imagens do 11 de Setembro


Vídeo mostra novas imagens do 11 de Setembro
As imagens foram captadas por um helicóptero e divulgadas pelo site Cryptome.


O site Cryptome divulgou um vídeo com imagens inéditas do ataque às Torres Gémeas, no dia 11 de Setembro de 2001, desta feita captadas por um helicóptero.
De acordo com o site responsável pela divulgação do vídeo, as imagens foram obtidas pelo Instituto Nacional de Tecnologia (NIST).

DN

National Geographic faz casa voar como no filme “Up – Altamente!”

C.arl Fredricksen, o velhote vendedor de balões do filme “Up – Altamente!”, prendeu milhares de balões coloridos à sua casa e viu-a subir em direcção às nuvens. Agora, a National Geographic transformou essa fantasia em realidade.









O momento em que a pequena casa amarela do velho Fredricksen se desprende do chão e sobe, suspensa por milhares de balões coloridos, é um dos que se retém na memória depois de ver o filme “Up – Altamente!”, vencedor do óscar para Melhor Filme de Animação em 2010.
O que parecia apenas ser possível no imaginário da Disney/Pixar ganhou contornos reais no passado sábado, quando a National Geographic resolveu pegar numa equipa composta por engenheiros, cientistas e dois pilotos de balão e recriar a cena do filme realizado por Pete Docter e Bob Peterson.
Segundo a reportagem do “Good Morning America”, do ABC News, a equipa da National Geographic começou a preparar a “descolagem” na madrugada de Sábado, no deserto de Mojave, no estado da Califórnia, Estados Unidos da América, após duas semanas de trabalho.
Algumas horas depois, como mostram as imagens, centenas de balões cheios de hélio traziam a cena de “Up” para a realidade.
A casa, idêntica à da personagem Fredricksen, levantou voo com 300 balões gigantes cheios de hélio e ficou a 3 mil metros de altura. A aventura durou cerca de uma hora e teve entrada directa para o livro do Guinness.
Esta iniciativa da National Geographic faz parte da campanha para promover o programa “How Hard Can It Be?”, que deverá estrear no inverno de 2011, e um dos episódios mostrará a construção da casa e como foi possível a ciência fazê-la voar.

JN