So faltam meses, dias, horas, minutos, e segundos para o ano 2012

Madeleine

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Radio Viseu Cidade Viriato

sábado, 19 de maio de 2007

Viseu Natural

É inegável o valor patrimonial de Viseu.No entanto, a riqueza natural que envolve a cidade e que se espalha pelo concelho é igualmente digna de nota, proporcionando bons momentos ao ar livre.


Jardim de Santo Antonio

Noticias de Viseu



Cultura

VIII Festival de Teatro Jovem, promovido pelo Município de Viseu com a participação de 20 grupos
07-05-2007 12:05 -



Arte

Está patente até ao dia 18 de Maio, no espaço Atendimento Único da Câmara Municipal de Viseu, a exposição de pintura de António Cruz, numa colaboração com a Galeria de Arte Espaço ...
30-04-2007 02:04 -



Desporto

No âmbito da requalificação do Parque Desportivo do Fontelo, foi inaugurado, a 19 de Abril, pelo Presidente da Câmara, Fernando Ruas, mais uma estrutura desportiva - o Campo de F ...
20-04-2007 02:04 -



Desporto

Actividade Sénior, de 16 de Abril a 14 de Julho, com actividades regulares e pontuais
27-03-2007 11:03 -

Pais de Madeleine mantêm esperança

Maddie: nova pista sobre Murat

O sacerdote que baptizou Madeleine McCann disse esta sexta-feira que os progenitores da menina desaparecida mantêm a esperança de a encontrar e garantiu que o pai, Gerry, vê agora «uma luz ao fundo do túnel, onde tudo parece possível», escreve a Lusa.


Falando a meio da tarde aos jornalistas que se concentram junto ao Ocean Club, o aldeamento turístico da Praia da Luz (Lagos) de onde a menina britânica de quatro anos desapareceu há mais de duas semanas, o padre católico Paul Seddon - que também casou Kate e Gerry McCann - fez um historial do estado de espírito do casal desde o dia do alegado rapto.


Observou que as primeiras horas após o desaparecimento de Madeleine foram «uma terrível experiência para toda a gente envolvida», povoadas de «escuridão e medo». «Kate e Gerry não permitiram que esse devastador sentimento de falta de esperança continuasse, porque sabiam que se isso acontecesse, iria destruí-los enquanto pessoas e reduzir a possibilidade de encontrar Madeleine», disse.


«Eles fizeram a opção de tomar o controlo das coisas», esclareceu, garantindo que isso lhes deu uma perspectiva positiva e a convicção de que Madeleine «pode ser encontrada», afirmou Paul Seddon. Descrevendo o estado de espírito do casal, o padre garantiu que Kate tem uma fé muito profunda e «virou-se para Deus para ganhar esperança e força».


Gerry, por seu turno, renovou a sua fé a partir «do incrível amor que [ele], Kate e os gémeos receberam de toda a gente». «Ele disse-me que experimentou algo na igreja que o manteve no seu caminho, disse-me que se sentia como se estivesse num túnel mas não muito longe do local onde brilha a luz», afirmou.


De acordo com Paul Seddan, as experiências de «amor e ajuda» deram ao casal «uma determinação renovada, que impressionaram fortemente as pessoas».
«Inicialmente, sentimo-nos fracos e carenciados de ajuda, mas quando vimos este casal na pior situação imaginável, colocamo-nos a questão: se eles conseguem ser tão corajosos, porque não conseguiremos nós?», questionou.


Seddon sublinhou que a questão que se coloca agora é «como canalizar as emoções negativas para a acção positiva, de forma a tornar as coisas melhores». O sacerdote, que casou os McCann há oito anos atrás, assegurou que está em Portugal não porque é padre, mas porque é um amigo da família, sendo nessa qualidade que está a dar-lhes apoio, «da mesma forma que muito outros amigos que eles têm».


«Espero que Madeleine seja encontrada viva» O cidadão russo, Sergei Malinka, deu esta noite mais uma entrevista. Em declarações à TVI o jovem de 22 anos que é testemunha no processo de desaparecimento da menina britânica disse que espera que «Madeleine seja encontra viva e seja devolvida aos pais».


Malinka reafirmou que a sua relação com Robert Murat, único arguido no processo, é estritamente profissional. O russo pede ainda para que os media o «deixem em paz. A mim e aos meus amigos».


Artigos relacionados:


Courtesia do Portugal Diario

Wembley fans to see Madeleine film





Football fans will again be enlisted in the search for Madeleine McCann when a film of the missing girl is played at the FA Cup Final today.


The two-minute video will be shown to fans on the big screens at Wembley Stadium during Saturday's match between Manchester United and Chelsea, probably before kick-off and again at half-time.



The clip, which has the soundtrack of the Simple Minds hit Don't You Forget About Me, was earlier screened at the Uefa Cup final between Sevilla and Espanyol in Glasgow on Wednesday.

It is 16 days since Madeleine was abducted as she slept in her bed in her parents' holiday apartment in the seaside village of Praia da Luz, Portugal

After a week of dramatic developments in the investigation into the four-year-old's disappearance, Portuguese police kept a low profile yesterday.

But there were reports that a girl matching Madeleine's description was seen in Morocco last week, while inconsistencies emerged in a key witness's accounts of his relationship with the only suspect in the case.

The Anglican Bishop of Gibraltar, whose diocese covers all of Europe apart from the UK and Ireland, will make a rare appearance in Praia da Luz on Saturday.

The Right Rev Geoffrey Rowell has already asked people across Europe - from Gibraltar to Moscow - to pray for Madeleine's safe return.

In the morning he will conduct a service to institute and license Canadian Haynes Hubbard as the new senior chaplain for the Algarve.

Then he will travel to the church in Praia da Luz to lead an English evensong service, starting at 5pm.


Les Johnson, chaplaincy warden for the Algarve, said it was just a coincidence that the Bishop's visit coincided with the McCann family's agonising wait for news. He added: "There's a lot of sadness around at the moment, so it's nice to have a joyous occasion like this."


Meanwhile, the Find Madeleine website has said that it has already received more than 75,000,000 hits since it went live on Wednesday. The Leaving No Stone Unturned appeal, set up to support her family and bring Madeleine's adbuctors to justice, stands at over £73,000, the appeal website said.



Courtesy from AOL



sexta-feira, 18 de maio de 2007

Web appeal over missing Madeleine

Madeleine and the family





Portuguese police have launched an internet appeal for help in tracing missing three-year-old Madeleine McCann.


Madeleine's aunt, Philomena McCann, has also devised an email poster as she fears that Madeleine may have been taken to Spain where the girl's disappearance has generated less attention.


Portuguese police have already followed up 350 different leads, and it is hoped that the online campaign and poster will help to extend the reach of the appeal to as many people as possible, including holidaymakers who may have recently returned from Portugal, or may be intending to visit.



In the UK, the Child Exploitation and Online Protection Centre has asked anyone with information to contact the Portuguese police direct on 00 351 282 405 400 (international call rates apply) or contact Crimestoppers anonymously on 0800 555 111.


Please help by printing and circulating the poster and this article, or by sending it to anyone who may be able to help.

40 million online to find Madeleine

Missing Madeleine Mc Cann


More than 40 million people have visited a website to find missing Madeleine McCann, as police continue their "dynamic" investigation into her disappearance.


Portuguese police are continuing to examine telephone calls between a Russian computer expert and their key suspect on the night the little girl was abducted, while the campaign to boost Madeleine's profile across Europe gathers pace.


The official website to track her down, www.bringmadeleinehome.com, reads: "Over 40 Million people have been on the website! Keep Looking!"


Sergey Malinka, 22, insisted he had nothing to do with the four-year-old's disappearance after being questioned by detectives until the early hours of Thursday morning.


Mr Malinka designed a website for Anglo-Portuguese man Robert Murat, the first "arguido", or suspect. On Thursday night, Mr Malinka told Sky News he wanted to clear his name and knew nothing about Madeleine's disappearance.


Describing his relationship with Mr Murat as "strictly professional", he said if he did know anything he would share it with everyone. The first time he heard about Madeleine was "the following day of the tragedy".


"I want to get on with my life ... and I want to clear my name," he said, adding he he felt "hurt" by the media. Mr Malinka, who said he was interviewed as a witness, denied reports that child pornography was found on his computers. He said he had a clean record and was a "normal" man.


But the Policia Judiciaria (PJ) indicated on Thursday night that if more evidence came to light he could become a suspect. Chief Inspector Olegario Sousa confirmed that a man was questioned but did not name him as Mr Malinka.


He told a press conference in the town of Portimao: "He has been interviewed as a witness, a witness is not a suspect, but it may be during the course of the investigation things could change. It's a very dynamic investigation. The suspect couldn't become a witness, but the witness could become a suspect."


Madeleine's parents, Gerry and Kate McCann, kept a low profile on Thursday, exactly a fortnight after their young daughter's disappearance. Relative Michael Wright appeared before the cameras instead, saying: "Kate and Gerry are the leadership for the whole campaign, their ability to remain positive and focus on what we can do rather than go to the dark places - that they have perhaps visited in the early days - is where our focus is and it drives us all on."


From AOL



quinta-feira, 17 de maio de 2007

Madeleine Mc Cann : Portugal police probe phone records

Portuguese police are investigating telephone calls between a Russian computer expert and their key suspect on the night Madeleine McCann was abducted.

Sergey Malinka, 22, insisted he had nothing to do with the four-year-old's disappearance after being questioned by detectives until the early hours of Thursday.

He said he was interviewed as a witness and not a suspect, and stressed he was "completely" innocent and had no criminal record in any country. But the Policia Judiciaria indicated that if more evidence came to light he could become a suspect.

Mr Malinka designed a website for Anglo-Portuguese man Robert Murat, who was named this week as the first "arguido", or suspect, in the case.

Chief Inspector Olegario Sousa confirmed that a man was questioned but did not name him as Mr Malinka. He told a press conference in the town of Portimao: "He has been interviewed as a witness - a witness is not a suspect - but it may be during the course of the investigation things could change. "It's a very dynamic investigation. The suspect couldn't become a witness, but the witness could become a suspect."

It is understood there were several phone calls between Mr Malinka and Mr Murat on the night when Madeleine disappeared from a holiday flat in the seaside village of Praia da Luz.

Asked about this, Mr Malinka said: "I'm afraid I can't tell you. That's privileged information, I can't share it with anybody." But the Russian IT expert did confirm that his name was in Mr Murat's phone, adding: "They have been questioning everybody in his phone book."

Meanwhile, a website set up to spread the image of missing Madeleine McCann across Europe received five million hits in 24 hours, organisers said.

Revealing details of supporters and the scale of the campaign, Michael Wright, a relative of the McCanns, said: "This is just the start. Each day brings more offers of help."

Speaking outside the apartment in Praia da Luz, where the McCanns have spent the last two weeks waiting for news of Madeleine, Mr Wright said the family had been overwhelmed with offers of support.

Madeleine Mc Cann

LOOK AT MY EYES



Please help my family to find me


Give some support send to viseucidadeviriato@hotmail.co.uk

and go to my website www.findmadeleine.com

Some words can help my family and me.

If you know who took me please tel the Police

Thank you

Dinastia de Braganca



D. João IV (1640 - 1656)

Ainda que as cortes confirmaram a ascensão da dinastia de Bragança e a coroação de João IV em 28 de Janeiro de 1641, o sucesso do novo regime não foi assegurado senão em 1668 quando a Espanha reconheceu a independência de Portugal.

Par poder enfrentar o perigo das invasão Espanhola, João IV mandou emissários a todas as cortes da Europa para conseguir alianças. A França recusou um tratado formal, Os Holandeses que se tinham apoderado do nordeste do Brasil, aceitaram tréguas na Europa mas capturaram Angola aos Portugueses.

João IV fez um tratado (1641) com Carlos I de Inglaterra, que foi cancelado devido à sua execução (1649). Entretanto, os portugueses bateram os espanhóis no Montijo (26 de Março de 1644) e defenderam-se de várias invasões. Em 1654 negociaram um tratado com a Inglaterra, conseguindo ajuda para concessões comerciais.

Os Holandeses foram finalmente expulsos do Pernambuco no nordeste do Brasil . Num artigo secreto do Tratado dos Pirinéus (1659), a França prometeu à Espanha não dar mais ajuda a Portugal, mas em 1661 Portugal assinou um tratado com a restaurada monarquia Inglesa. Em 1662 Charles II de Inglaterra casou com a filha de João IV, Catarina de Bragança que levou como dote Bombaim e Tanger, e os ingleses forneceram homens e armas para a guerra com a Espanha.

A defesa de Portugal foi organizada por um soldado alemão Friedrich Hermann von Schönberg (mais tarde duque de Schönberg); em Junho de 1663 Sancho Manuel, conde de Vila Flor, derrotou Don Juan de Austria no Ameixial, e em Junho de 1665 von Schönberg ganhou a importante batalha de Montes Claros. A paz foi finalmente feita pelo tratado de Lisboa em 1668.


Afonso VI (1656 -1683)

Quando morreu João IV, o seu filho Afonso VI (1656-83) tinha 13 anos de idade. A mãe de Afonso, Luísa de Gusmão, actuou como regente até que, em Junho de 1662, ele começou a governar. Afonso VI era de mente e espírito fraco, mas o país foi bem governado por Luís de Vasconcelos e Sousa, conde de Castelo Melhor, até 1667.

A princesa francesa Maria Francisca de Sabóia, (mademoiselle D`Aumale e neta de Henrique IV) que tinha casado com Afonso VI no ano anterior, apaixonou-se pelo irmão do rei, Pedro (depois Pedro II) que era senhor de uma personalidade muito mais forte e normal, e juntos começaram a intrigar contra o rei.
Conseguiram demitir Castelo Melhor e anular o casamento de Maria Francisca, que fugindo do marido, tinha ido para um convento, e intentou contra ele um processo escandaloso. A rainha , obtida do Papa a anulação do casamento, casou com Pedro e este declarou-se regente. Afonso VI foi preso e permaneceu encarcerado até à sua morte.

D. Afonso VI, nasceu em Lisboa filho de D. João IV e de D. Luísa de Gusmão. Casou por procuração em 27 de Junho de 1666 com Maria Francisca Isabel, Mademoiselle de Aumalle. Morreu em Sintra em 12 de Agosto de 1683.


Pedro II ( 1683 - 1706)

Durante o reinado de Pedro II, Portugal recuperou do esforço das guerras contra Espanha e começou a beneficiar da descoberta de ouro e pedras preciosas no Brasil. O primeiro embarque de ouro em Minas Gerais fez-se em 1693, e nos últimos anos do século XVII foram extraídas consideráveis riquezas; contudo, foi só em 1728 , já no reinado de D. João V, que os diamantes foram descobertos. Portanto, a riqueza mineral do Brasil fornecia a coroa Portuguesa da parte substancial das suas entradas.

Os diamantes, propriedade da coroa, e vendidos por conta da Fazenda Nacional em Amsterdão, rendiam por ano milhão e meio de cruzados.


O Século XVIII.

A Guerra de Sucessão de Espanha (1701-13) viu os aliados recentes de Portugal, França e Inglaterra, em lados opostos; e ainda que Pedro II pensou em princípio permanecer neutral, Portugal juntou-se à Grande Aliança Austro-Inglesa em 1703, que foi a base para que o arquiduque Carlos (mais tarde imperador como Carlos VI) conduzisse a sua guerra para o trono de Espanha.

No mesmo ano (27 de Dezembro) o enviado Inglês Jonh Methuen, concluiu também o tratado de Methuen , pelo qual as trocas de vinho do porto por tecidos de lã ingleses, foram a principal base deste tratado. Este tratado assegurou também grandes privilégios, aos comerciantes ingleses.

O general português António Luís e Sousa, marquês das Minas entrou em Madrid em 1706; mas os franceses e espanhóis saíram vitoriosos em Almansa (1707), e em !771 o almirante francês René Duguay-Trouin saqueou o Rio de Janeiro. . Com a conclusão da guerra, Portugal negociou um tratado de paz com a França (Abril de 1713) mas não concluiu a paz com Espanha até 1715.

D. Pedro II que nasceu em Lisboa em 6 de Janeiro de 1668 e faleceu no Palácio de Palhavã a 21 de Outubro de 1690, foi casado primeiramente com a sua cunhada D. Maria Francisca Isabel de Sabóia de quem teve uma filha. Casou depois com D. Maria Sofia de Newburg ( 1666-1699) de quem teve 8 filhos.


D.João V - O Magnífico (1706 - 1750)

No reinado de D.João V , Portugal atingiu um grau de prosperidade ainda nunca conseguido desde a restauração. O imposto real de um quinto sobre o ouro, e as pedras preciosas do Brasil, - só os diamantes, propriedade da coroa, e vendidos por conta da Fazenda Nacional em Amsterdão, rendiam por ano milhão e meio de cruzados - davam assim ao monarca uma fonte de riqueza forte e independente.

Michel Chevalier estima em 1.342.300 quilos a produção de ouro do Brasil até 1848. Soetbeer, Alexandre del Mar , Humbolt e outros, calcularam a produção aurífera do Brasil no valor monetário de 160.000.000 libras.

Embora o ouro do Brasil fosse controlado por Portugal e embarcado para Lisboa, ele não permanecia aqui. A Inglaterra, de acordo com o Tratado de Methuen, de 1703, supria Portugal com produtos têxteis e outros, que eram pagos com o ouro das minas brasileiras. O ouro brasileiro que ia para Londres ajudou a financiar a Revolução Industrial Inglesa e a criar, a hoje famosa Bolsa de Londres.

( Hoje, e apenas como exercício mental, e aceitando como certos os números indicados, ao preço de 2 contos o grama, teríamos cerca de 3.000 milhões de contos). A coroa recebia um quinto deste valor.

As Cortes, que tinham sido reunidas raras vezes desde 1640, nunca mais foram convocadas, e o governos e os ministros eram indicados pelo próprio rei. João V desejava a autoridade absoluta que desfrutava em França, Luís XIV.

Como converteu parte das suas riquezas em dignidades papais, o arcebispo de Lisboa tornou-se patriarca (1716), vestindo paramentos como os do papa ( excepto a cor ), e de seguir uma liturgia como as dos cardeais de Roma, e de ostentar, ele soberano, o título de " fidelíssimo ", dado pelo papa Benedito XIV em 1749 .

Inaugurou academias reais, palácios ( Convento de Mafra e outros) e livrarias, mas nos anos finais do seu reinado os ministros foram incompetentes, e o reino estagnou.

Auxiliou Veneza e o papa Clemente XI, na sua defesa contra os Turcos, onde o conde do Rio Grande, comandando a armada portuguesa (os franceses tinham-se retirado) derrotou os turcos na batalha naval do cabo de Matapan.


D. José I (1750 -1777)

Com a morte de João V, o seu filho José foi nomeado primeiro ministro Sebastião José de Carvalho e Melo, mais tarde conde de Oeiras e marquês de Pombal. , que rapidamente ganhou uma ascendência total sobre o rei e convenceu-o a substituir o absolutismo estático da monarquia por um tipo de despotismo ilustrado que, com algumas reservas, merece o epíteto assinalado.

Os seus poderem totais datam desde que conseguiu manejar com eficiência a crise provocada pelo desastroso terramoto de Lisboa; mas antes disto tinha reformado o comércio do açúcar e dos diamantes (1750), e formado uma companhia com privilégios para controlar a indústria da sardinha e do atum no Algarve e outras para comerciar com o nordeste do Brasil.

Os métodos de Pombal eram arbitrários, e os seus inimigos numerosos. A sua reforma da indústria do vinho, provocou uma desordem no Porto (1757) que foi selvaticamente reprimida; mas as principais vítimas foram os Jesuítas, expulsos em 1759 de todos os domínios portugueses, e a nobreza, em particular José Mascarenhas, duque de Aveiro, e a família Távora, que foram acusados de um ataque contra o Rei (3 de Setembro de 1758), condenados, e executados ( 12 de Janeiro de 1759).

Como Pombal eliminou os Jesuítas do sistema de educação, aplicou princípios régios na reforma da Universidade de Coimbra (1772) e o conselho real de censura (1768), que supervisava o sistema da educação básica desde 1771. Pombal tinha conseguido cortar regalias aos comerciantes ingleses, mas mesmo assim, invocou a aliança com Inglaterra em 1762, quando a Espanha, que tinha renovado a aliança da família Bourbon com França, invadiu Portugal.

O exército português foi reformado por Wilhelm von Schaumburg-Lippe, e reforçado por uma força inglesa comandada por James O`Hara e Jonh Cambell. A paz foi assinada em em Fevereiro de 1763 em Fontainebleau.


D. Maria I (1777 - 1816 )

À morte de José I (24 de Fevereiro de 1777), a sua filha Maria I (1777-1816), casada com, o seu tio ( Pedro III) subiu ao trono; Pombal foi demitido (1777) e eventualmente encontrado culpado de várias acusações. Os seus sucessores fizeram a paz com Espanha, pelo tratado de San Ildefonso (1777).


A França revolucionária e a Revolução Francesa.

Maria I sofria de melancolia desde a morte do seu marido (1786) e do seu filho mais velho João (1798). Em 1792 o seu equilíbrio mental ficou ainda mais perturbado pelas notícias da Revolução Francesa, e ficou impossibilitada de governar.


D. João VI ( 1816 - 1826 )

O seu filho, que à sua morte se tornou João VI (1816-26), governou em seu nome e em 1799 tornou-se príncipe regente. Em 1793 Portugal juntou-se à Inglaterra e Espanha contra França, mandando uma divisão naval para assistir à esquadra Inglesa no Mediterrâneo e um exército para a frente catalã. A paz de Basileia (Julho de 1795), na qual a Espanha abandonou os seus aliados, deixou Portugal ainda na guerra.

Ainda que sujeito a pressão do Directório Francês e do Ministro espanhol, Manuel de Godoy, Portugal não foi molestado até 1801, quando Godoy mandou um ultimato e invadiu o Alentejo. Pela paz de Badajoz (Junho de 1801), Portugal perdeu a cidade de Olivença e teve de pagar uma indemnização.

Desde a paz de Amiens(1802) até (1807) Portugal ficou mais uma vez imune de qualquer ataque, ainda que sujeito a constante pressão para quebrar os laços com a Inglaterra. Pelo decreto de Berlim de 21 de Novembro de 1806, Napoleão pensou fechar todos os portos continentais aos barcos ingleses.

Portugal foi convidado a permanecer neutro, mas o tratado secreto Franco-Espanhol de Fontainebleau em Outubro de 1807, considerava a divisão de Portugal entre Napoleão I e Godoy.


A Invasão de Portugal

As Guerras Napoleónicas ou a Guerra Peninsular

A Guerra Peninsular, em que se empenharam as forças militares portuguesas entre 1807 e 1814, constituiu um evento de profunda repercussão em Portugal, Espanha, Grã-Bretanha e França, países europeus que a história, entretanto, aproximou.
A Nação armada repeliu os invasores franceses e o exército Português prosseguiu as campanhas de Espanha e de França até à vitória final em Toulouse a 10 de Abril de 1814.O General Andoche Junot atravessou a Espanha com um exército francês para invadir Portugal, e o príncipe regente, a família real e corte embarcaram numa esquadra fundeada no rio Tejo e foram escoltados por barcos de guerra Inglesa até ao Brasil.


A corte permaneceu 14 anos no Rio de Janeiro.

1ª Invasão Francesa - Junot

Junot declarou que os Braganças tinham sido depostos, mas a sua ocupação foi desafiada em Agosto de 1808 pela chegada de Arthur Wellesley ( mais tarde duque de Wellington) e um exército inglês de 13.500 homens à baía do Mondego. Ganhando as victórias de Roliça (17 de Agosto) e Vimeiro (21 de Agosto), Wellesley permitiu aos seus superiores negociar a Convenção de Sintra (31 de Agosto), pela qual foi permitido a Junot abandonar Portugal levando todo o seu exército.


2ª Invasão Francesa - Soult

A segunda invasão francesa (1808-09) levou à morte Jonh Moore na Corunha (Janeiro de 1809) e ao reembarque das forças britânicas. Em Fevereiro, William Carr (depois visconde) Beresford foi posto no comando do exército Português, e em Março o Marechal N.J. de Dieu Soult avançou desde a Galiza e tomou o Porto.

Wellesley regressou a Portugal em Abril, afastou Soult do norte, e depois da victória de Talavera de la Reina (Julho). libertou Portugal.


3ª Invasão Francesa - Massena

A terceira invasão francesa seguiu-se em Agosto de 1810 quando o marechal André Massena, o Marechal Michel Ney e Junot entraram na província da Beira.

Derrotados por Wellington no Buçaco (27 de Setembro) perto de Coimbra, as forças francesas tiveram que enfrentar as linhas de defesa de Torres Vedras ao norte de Lisboa, muito bem preparadas, e tiveram que aí invernar no meio de grandes privações.

Na primavera de 1811 puderam retirar-se, e em 5 de Março começaram a evacuação de Portugal, hostigadas pelos ataques de portugueses e ingleses e atravessando a fronteira depois de terem sido novamente derrotadas no Sabugal (3 de Abril). Portugal fez a paz com França em 30 de Maio de 1814.

Portugal foi representado no Congresso de Viena mas teve pouco peso nas decisões aí tomadas. No tratado de 22 de Janeiro entre Portugal e a Inglaterra e na sua adicional convenção de 1817, foi reconhecido a Portugal o direito de considerável parte na África.


Constitucionalismo.

As campanhas Napoleónicas causaram grande devastação em Portugal, e a ausência da família real e a presença de comandantes estrangeiros ( Beresford ) combinadas com a agitação revolucionária e a influência de liberalismo espanhol, produziu uma atmosfera de descontentamento e desespero.

Em 16 de Dezembro de 1815, o Brasil fora elevado à dignidade de reino unido com Portugal, e João VI, que tinha sucedido a sua mãe em Março de 1816, não mostrava desejo de regressar a Portugal. Em 1817 Beresford suprimiu uma conspiração em Lisboa, e o líder maçónico General Gomes Freire de Andrade foi condenado e executado.

Quando Beresford foi ao Brasil para convencer João VI a regressar a Portugal. começou uma revolução constitucionalista no Porto (24 de Agosto de 1820), alastrou através do país, e levou à formação de uma Junta em Lisboa. Quando Beresford regressou a Lisboa, não se permitiu a sua entrada , e os oficiais ingleses tinham sido expulsos do exército.

Tinha sido aprovada uma assembleia constituinte, deixando assim João VI com um facto consumado. A relutância de João VI em regressar foi por fim vencida, e o seu filho mais velho Pedro ficou a governar o Brasil, chegando a Lisboa em 3 de Julho de 1821. Jurou manter a constituição, mas a sua mulher, Carlota Joaquina, e o seu segundo filho, Dom Miguel recusaram o juramento e foram condenados ao exílio, ainda que não o fizessem.


Pedro I - 1º Imperador do Brasil e Pedro IV de Portugal

Os constitucionalistas portugueses, não apreciaram a auto-determinação do Brasil pelo menos com o estatuto de reino, e ordenaram o regresso de Pedro; mas ele , antes de sacrificar o governo dos Braganças no Brasil, declarou a Independência do Brasil (7 de Setembro de !822), e tornou-se imperador do Brasil como Pedro I.


Abdicou de Imperador do Brasil em 7 de Abril de 1031..


Os constitucionalistas portugueses, não apreciaram a auto-determinação do Brasil pelo menos com o estatuto de reino, e ordenaram o regresso de Pedro; mas ele , antes de sacrificar o governo dos Braganças no Brasil, declarou a Independência do Brasil (7 de Setembro de !822), e tornou-se imperador do Brasil como Pedro I.

Isto permitiu ao seu irmão Miguel apelar às forças absolutistas em Portugal para vencer os constitucionalistas, e a insurreição de Miguel foi bem sucedida ( 30 de Abril de 1824); mas devido à acção dos ministros estrangeiros, João VI foi restaurado com rei, e Miguel foi para o exílio em Viena (Junho de 1824).


Guerra do dois irmãos

João VI reconheceu a Independência do Brasil em 1825, assumindo ele "pró-forma" o título imperial e passando-o a Pedro; mas quando João VI morreu (10 de Março de 1826), não tinha deixado indicações sobre a sucessão ao trono excepto que a sua filha Maria Isabel seria nomeada regente. Pedro, como Pedro IV de Portugal, mandou do Brasil uma Carta para um regime parlamentar pela autorização da monarquia e não baseada na soberania do povo.

Então fez uma abdicação condicional para sua filha Maria da Glória, com sete anos de idade, com a condição de casar com o seu tio Miguel e que ele devia jurar a Carta. Este compromisso não podia ser efectivo. Os absolutistas esperavam que Pedro resignasse a todos os direitos à coroa portuguesa, e o conselho de regência hesitava em publicar a Carta até que o General João Carlos de Saldanha (mais tarde Marquês de Saldanha) os forçou a isso.


D. Miguel I

Em 1827 Miguel tomou o juramento e foi indicado como regente, chegando a Lisboa em 1828. Os seus apoiantes começaram imediatamente a perseguir os liberais. Uma espécie de cortes reuniu-se em Lisboa, e em Julho de 1828 repudiou os indicações de Pedro e declarou Miguel como rei de direito legítimo.

Só a ilha Terceira nos Açores susteve a causa liberal. Em Junho de 1829, portanto, uma regência representando Maria da Glória foi criada na Terceira; e em 1831, Pedro, tendo abdicado ao trono Brasileiro, foi para a Europa começando a angariar fundos e soldados para conquistar Portugal. Em Fevereiro de 1832 a expedição embarcou para a ilha Terceira, e em Julho os liberais, liderados por Pedro, desembarcaram em Mindelo perto do Porto, cuja cidade ocuparam rapidamente.

O resto do país, contudo, era mantido por Miguel, que cercou os liberais no Porto durante um ano (Julho 1832-Julho 1833). Nesta altura, o entusiasmo Miguelista já estava desvanecido; e António José de Sousa Manuel, duque de Terceira, e capitão Charles Napier, que tinha tomado comando da frota liberal, fizeram um desembarque com sucesso no Algarve (Junho de 1833).


Terceira avançou sobre Lisboa, que caíu em Julho de 1833, e Miguel capitulou em Évora-Monte em Maio de 1834.

D. Maria II ( 1834 - 1853 ) - D. Fernando II ( 1816 - 1885 )

A guerra dos dois irmãos terminou com o exílio de Miguel I (Junho) e a morte de Pedro IV (24 de Setembro de 1834). Maria da Glória tornou-se rainha como Maria II (1834-53) com a idade de 15 anos.

Ainda que Maria começou o seu reinado sob a influência dos generais vitoriosos da guerra civil, a sua principal preocupação foi a defender as cartas do seu pai ( as quias tinham sido garantidas pela coroa ) daqueles que pediam uma constituição mais democrática que a de 1822, afirmando mais a soberania da nação

Em Setembro de 1836 ou mais tarde, os a partir daí chamados Setembristas, tomaram o poder. Os líderes cartistas rebelaram-se e foram exilados, mas cerca de 1842 os Setembristas perderam a sua união , e António Bernardo da Costa Cabral restaurou a Carta.

Em 1846 o movimento de Maria da Fonte, um levantamento popular contra o aumento dos impostos para melhorar as estradas e reformar a saúde pública no qual todos os partidos se juntaram, terminaram com o governo de Costa Cabral, mas deixaram Portugal dividido entre os Setembristas, que mantinham o Porto, e Saldanha, agora confidente da raínha Maria, em Lisboa.

Saldanha negociou a intervenção dos outros membros da Aliança dos Quatro (formada em Abril de 1834 pela Inglaterra, França, Espanha e Portugal), e uma força combinada de Espanhóis e Britânicos forçaram a rendição da Junta do Porto em Junho de 1847 e terminaram a guerra com a Convenção de Gramido (29 de Junho de 1847).

Saldanha governou até 1849, quando Costa Cabral regressou ao governo por cinco anos (1851-56), e o período de paz que permitisse o desenvolvimento do país. A "Regeneração" terminou o enfrentamento e estabeleceu um partido de governo.


A Figura de D. Maria II

Nasceu em 1819 e morreu em 1853, era filha de D. Pedro IV de Portugal (I do Brasil) e da arquiduquesa Leopoldina de Áustria. Casou em 1835 com o príncipe Augusto de Leuchtenberg, que morreu pouco depois. Desposou em segundas núpcias o príncipe D. Fernando Saxe-Coburgo-Gotha, em 1836.
Teve de se adaptar ao novo sistema da monarquia parlamentar e, durante o seu reinado, conheceu várias revoltas e golpes de Estado, tendo exercido com determinação a sua autoridade, demonstrando coragem e firmeza de espírito. Foi mãe dos reis D. Pedro V e D. Luís, dois dos seus 11 filhos.


D. Pedro V ( 1853 - 1861 )

Sucedeu a Maria II, o seu filho mais velho, Pedro V, (1853-61)filho do seu segundo matrimónio com Fernando de Saxe-Coburg, que casou com Stephanie of Hohenzollern Sigmaringen em 1858. ( Estefânia ).

Prometia ser um monarca capaz e consciencioso mas morreu de febre tifóide em 11 de Novembro de 1861.


D. Luís I ( 1861 - 1869 )

O seu irmão Luís (1861-1869) parecia ter herdado um país que estava recuperado das invasões napoleónicas e da guerra civil, levantamentos políticos, e pronunciamentos.

Mas ainda que os partidos principais eram agora definidos como Históricos (radicais) e Regeneradores (moderados), o alternar de governos deixou de reflectir o sentimento popular, e nos últimos anos do reinado de Luís I o republicanismo começou a ganhar terreno.
Pena de morte em Portugal

A Lei de 1 de Julho de 1867 aboliu em Portugal, a pena de morte para todos os crimes civis. Para crimes militares foi abolida em 16 de Março de 1911. Restabelecida durante a 1ª Grande Guerra em 28 de Setembro de 1916 . Foi completamente abolida pela Constituição de 1976.
A última execução de pena de morte por motivo de delitos civis ocorreu em Lagos, em Abril de 1846. Remonta a 1 de Julho de 1772 a data em que é executada pela última vez uma mulher.
No que se refere a crimes militares, a última execução terá ocorrido em França, na pessoa de um soldado do Corpo Expedicionário Português, condenado por espionagem


D. Carlos I ( 1889 - 1908 )

Políticas coloniais. Com a ascensão de Carlos I ao trono (1889-1908), começou uma séria disputa com a Grã-Bretanha.

As possessões de Portugal na África tinham sido reconhecidas pela Grã-Bretanha no tratado de 1815, mas recentemente a Bélgica e a Alemanha tinham entrado no campo colonial; e na Conferência de Berlim (1885), a ocupação efectiva foi adoptada como base para a possessão de territórios coloniais.

Em 1889 é licenciada a primeira mulher médica: Elisa Augusta da Conceição de Andrade - Faculdade de Medicina de Lisboa.

Em 1890 é autorizado o acesso das raparigas aos liceus públicos.

Um movimento colonial ganhou força em Lisboa, e um esquema Português, O Mapa Cor-de-Rosa , que reclamava como colónia todo o território através de África desde Angola até Moçambique., que estava reconhecido pela França e Alemanha.

Apesar do Marquês de Salisbury ter entregado um protesto (1888), o ministro português dos negócios estrangeiros Henrique de Barros Gomes enviou o major Alexandre Alberto da Rocha de Serpa Pinto para as montanhas do Shire (hoje o moderno Malawi), com vista à sua anexação.

Envolveu-se em luta com os Mokololos, que estavam debaixo da protecção Inglesa, e uma série de comunicações entre Lisboa e Londres terminou no ultimato Inglês de 11 de Janeiro de 1890, pedindo a retirada de Portugal do Shire


O Ultimatum Inglês

Este incidente causou um profundo ressentimento em Portugal, não só contra o seu antigo aliado mas também contra a monarquia, que esteve ameaçada por uma tentativa de revolta no Porto ( 31 de Janeiro de 1891).

Durante os anos seguintes as colónias portuguesas de África foram definidas como resultado do tratado de Julho de 1891, mas as condições financeiras do país eram tão más que os esforços de Portugal para consolidar as colónias na África pareciam impossíveis.

Em 1897 tornou-se evidente que Portugal necessitaria de um grande empréstimo , e a Alemanha pediu para participar em qualquer assistência que lhe fosse oferecida. Em 30 de Agosto de 1898, A.J. Balfour, temporariamente no chefia do Ministério de Negócios Estrangeiros Inglês, concluiu um pacto secreto Anglo-Alemão repartindo a esfera de influência nas colónias portuguesas para a Grã Bretanha e a Alemanha no caso de realizar-se tal empréstimo.

No entanto, este pacto foi denunciado em Londres pelo primeiro ministro Lord Salisbury, e em 1899, quando os alemães tentaram convencer os portugueses a aceitar a oferta, a acção de Salisbury e o perigo eminente de conflito no Transval, causou uma aproximação Anglo-Portuguesa.

Em 14 de Outubro de 1899, os antigos tratados de aliança foram reafirmados numa declaração secreta, mais tarde tornada pública. ( o chamado Tratado de Winsor).

Entretanto a situação financeira mostrava pouca melhoria, e os republicanos continuavam a progredir. Em 1906 João Franco, antes um Regenerador, chegou ao poder como defensor da falhada causa monárquica. Incapaz de obter apoio dos outros monarquistas, começou a governar por decreto. Apesar de Franco ter enfrentado com bravura a reforma das finanças e da administração foi acusado de adiantar ilegalmente dinheiro ao rei.

Estes escândalos foram seguidos por rumores de golpes, e em 1 de Fevereiro de 1908, Carlos I e o seu filho herdeiro Luís Filipe, foram assassinados quando viajavam numa carruagem descoberta em Lisboa.

Não se sabe ao certo se os regicídios foram ou não organizados por fanáticos desconhecidos de sociedades secretas republicanas, como a Carbonária, mas foram vivamente aplaudidos pelos republicanos, que imediatamente começaram o ataque final contra a monarquia.


D. Manuel II ( 1908 - 1910 )

O rei Manuel II não encontrou unidade entre os políticos monárquicos. A eleição geral de Agosto de 1910 mostrou maioria republicana em Lisboa e Porto, e em 3 de Outubro o assassínio do distinto médico Miguel Bombarda por um louco, oficial do exército internado no Hospital de Rilhafoles, ofereceu o pretexto de um levantamento que já estava organizado

Civis armados, soldados, e homens embarcados em alguns barcos no Tejo começaram a revolução em 4 de Outubro, vacilaram um pouco no seu movimento, mas a intervenção decisiva de Machado Santos fez suceder esse movimento.

Manuel escapou para a Ericeira e daí por mar para Gibraltar e Inglaterra. Na sua morte em 1932 o seu corpo foi trazido para Portugal.


Proxima semana Primeira e Segunda Republica

Trancoso em destaque





Trancoso é uma cidade portuguesa, pertencente ao Distrito da Guarda, região Centro e subregião da Beira Interior Norte, com cerca de 3 106 habitantes(2001).
É sede de um município com 361,5 km² de área e 10 639 habitantes (2004), subdividido em 29 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Penedono, a nordeste por Meda, a leste por Pinhel, a sul por Celorico da Beira, a sudoeste por Fornos de Algodres, a oeste por Aguiar da Beira e a noroeste por Sernancelhe.

Trancoso encontra-se hoje rodeada de muralhas, da época dionisiana, com um belo castelo, também medieval, a coroar esse majestoso conjunto fortificado.

Com os seus numerosos monumentos, da arquitectura civil e religiosa, constitui um dos mais expressivos e belos centros históricos do país, visitado anualmente por muitos milhares de pessoas. Destacam-se, entre todos, as igrejas paroquiais de Santa Maria e de São Pedro, a Casa dos Arcos, do século XVI, a igreja da Misericórdia, a Casa do Gato Preto (um curioso edifício do antigo bairro judaico), e o Pelourinho, bela peça do mais puro estilo manuelino. Não esquecendo a antiguidade, porém, Trancoso mantêm traços medievais no centro histórico quase inalteráveis, sendo no exterior um meio urbano já moderno e planeado.
Nesta cidade nasceu também o profeta e sapateiro Gonçalo Annes Bandarra, o Padre Francisco Costa.

Aqui se travaram importantes batalhas, entre as quais a batalha de São Marcos, num planalto a escassos quilómetros do centro histórico, em 1385, que impôs pesada derrota às tropas invasoras e que foi uma anímica importantíssima para a batalha de Aljubarrota.

Trancoso foi elevada a cidade em 9 de Dezembro de 2004.


Facto

Gentilico – Trancosense
Area – 361.5 km2
Populacao- 10 639 hab (2004)
Densidade Populacoinal- 29.5 hab/km2
Numero de freguesias -29
Fundacao do municipio (ou foral)- 1157
Regiao- Centro
Subregiao –Beira Interior Norte
Distrito- Guarda
Area Urbana – Comunidade Urbana das Beiras
Antiga Provincia- Beira Alta
Feriado Municipal- 29 de Maio
Site oficial-
http://www.cm-trancoso.pt/
Endereco de correio electronico- geral@cm-trancoso.pt


As freguesias de Trancoso são as seguintes:


Ligações externas


Demografia Historica















Proxima semana Vila Nova de Paiva

Madeleine Mc Cann dia 14

Police swoop on web designer's home

Police are investigating a web designer linked to the key suspect in the Madeleine McCann investigation.

Detectives swooped on the home of 22-year-old Sergey Malinka, who designed a website for suspect Robert Murat, in Praia da Luz.

After spending two hours inside, the plain clothes officers emerged carrying two hard drives, a laptop and a black bin bag full of items.

Mr Malinka, who neighbours said was Russian and lived in the town for around seven years, was brought out by the detectives and driven off.

During the search a courtyard surrounding the entrance to his apartment where he was believed to live with his parents, was sealed off.

The search followed the announcement on Tuesday by Portugal's Policia Judiciaria that they now had a suspect.

Mr Murat, who strenuously denies any involvement in Madeleine's abduction, was taken in for questioning by the PJ two nights ago before being released.

While he was being questioned, police were searching his mother's house just a short distance from where Madeleine was snatched. Among items said to have been removed was a computer and other communications equipment.

Although police say they do not have enough evidence to charge or even formally arrest Mr Murat, he is the first person they have formally cast as a "Arguido" - suspect.

The latest twist in the case came on the day that relatives of the McCanns launched a fighting fund to pay for international efforts aimed at bringing Madeleine home safely.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Madeleine Mc Cann


The Madeleine Fund


Leaving no stone unturned


Madeleine McCann was abducted from her parents rented holiday apartment in Praia da Luz on the evening of May 3rd 2007.


We need your help to find her – any information at all, no matter how insignificant you feel it to be, could be crucial to bringing Madeleine home.


From outside of the UK please contact

Crimestoppers on 00 44 18 83 73 1336


If you’re phoning from within the UK contact 0800 555 111


Madeleine has touched the hearts of so many people from around the world. If you would like to make a donation to this fund, however small, it will directly help us to maintain our efforts in the search for Madeleine.


'Madeleine's Fund : Leaving No Stone Unturned '


The family of Madeleine McCann are to-day launching the Madeleine’s Fund: Leaving No Stone Unturned appeal. The funds will be used to help find Madeleine McCann, support her family and bring her abductors to justice. Any surplus funds will be used to help families and missing children in United Kingdom, Portugal and elsewhere in similar circumstances.


From tomorrow morning, Thursday May 17th:



  • members of the public will be able to make donations to 'Madeleine's Fund : Leaving No Stone Unturned Limited' over-the-counter in any branch of NatWest and The Royal Bank of Scotland.


From now


  • Postal Donations can be made with cheques payable to 'Madeleine's Fund : Leaving No Stone Unturned'. Cheques should be posted to the following address:


‘Madeleine’s Fund’

c/o The International Family Law Group

26 Southampton Street

Covent Garden

London

WC2E 7RS


Internet donations can be made into the following account:


'Madeleine's Fund : Leaving No Stone Unturned'

Sort Code 60 40 05.

Account Number 32130058


All donations will be processed free of charge.



Funds will be paid to Madeleine's Fund: Leaving No Stone Unturned Limited: Company Registration Number - 6248215

3. The objects of the Foundation are:

3.1.1 To secure the safe return to her family of Madeleine McCann who was abducted in Praia da Luz, Portugal on Thursday 3rd May 2007;

3.1.2 To procure that Madeleine’s abduction is thoroughly investigated and that her abductors, as well as those who played or play any part in assisting them, are identified and brought to justice; and3.

1.3 To provide support, including financial assistance, to Madeleine’s family.

3.2 If the above objects are fulfilled then the objects of the Foundation shall be to pursue such purposes in similar cases arising in the United Kingdom, Portugal or elsewhere.

Madeleine Mc Cann Dia 13





Murat: I have been made a scapegoat



The first man to be classed as a suspect in the investigation into the abduction of Madeleine McCann said on Tuesday night he had been made a "scapegoat".

Robert Murat also said that he would only survive the ordeal if Madeleine's abductor was caught to clear his name.

Portuguese police said on Tuesday that they did not have enough evidence to formally arrest or charge their suspect.

Mr Murat was questioned late on Monday night while his house, just yards from where the four-year-old was snatched from her bed, was searched by forensic experts.

Speaking off camera to Sky News he said: "This has ruined my life and has made things very difficult for my family here and in Britain."

He went on: "The only way I will survive this is if they catch Madeleine's abductor."

And he insisted: "I have been made a scapegoat for something I did not do."

Mr Murat's mother's villa, at the end of the road which leads to the flat where the McCanns were staying when the youngster was snatched, was one of five properties in the area of Praia Da Luz which was searched on Monday.

Mr Murat, who had been working as a translator helping the McCanns, was one of three people questioned. Two others, a German woman and a Portuguese man, were interviewed as witnesses and released.

Mr Murat was also released, but police revealed that - for the first time in this investigation - they were treating one of the three as an "arguido", a suspect.




Madeleine and the Family





Please live a message for support Madeleine's family. HERE Thank you



Por favor deixe uma mensagem de apoio a familia de Madeleine. AQUI Muito obrigado(a)

terça-feira, 15 de maio de 2007

Police identify Madeleine suspect



PRAIA DA LUZ (Reuters) - Portuguese police said on Tuesday they have identified a suspect in their investigation of the kidnapping of four-year-old Madeleine McCann

On Monday they searched a villa close to the complex from where she went missing more than a week ago and took away a British man, Robert Murat, for questioning.

"There is a suspect," a spokeswoman for the judicial police said but gave no further details.

It was not immediately clear whether the suspect had been arrested. In Portugal police can identify a suspect without arresting the person.

Murat often spoke to reporters in the days just after the disappearance of Madeleine, saying she looked like his daughter in England. His mother’s house, "Casa Liliana," is about 150 metres from the resort apartment where the McCann family was staying when their daughter disappeared.

Local television showed images of the house, which had a large green gate.

Police were seen leaving the house late on Monday after entering it early in the day. Police drained the swimming pool at the house, according to local media.

Where is Madeleine dia 12 /day 12

Algarve yesterday





Three freed over missing Madeleine

The search for missing Madeleine McCann is continuing after the release of three people questioned overnight amid intense police activity.


Briton Robert Murat, a German woman and a Portuguese man were all interviewed by Portugal's Policia Judiciaria until late on Monday night.
As their statements were being taken, forensic experts searched Mr Murat's house less than 150 metres from the McCanns' former apartment.
A source close to the investigation confirmed that he understood the three were released and were "not yet" being treated as suspects.
They were not under arrest but simply questioned as potential witnesses.
In Portugal people who are questioned by police are not considered to be under arrest as they may be in the UK.
A Ministry of Justice spokesman explained that for someone to be arrested they must be actively considered a suspect by police, who must get a court order to arrest them.
Mr Murat's mother, Jenny, who had set up a stall in Praia da Luz for anyone who did not want to talk to police but may have information to share, also told Sky News that her son had been released overnight and was staying with friends.
Mr Murat was reported to the police by a British journalist who was suspicious of his interest in the investigation.
A former property developer, Mr Murat had been working as a translator, assisting the McCanns with the language barrier during the days after Madeleine's disappearance.
The four-year-old girl was snatched from her bed where she was sleeping next to her two-year-old twin siblings, Sean and Amelie, while parents Gerry and Kate had dinner nearby on May 3.


Madeleine and is family



David Beckan


Por favor deixe alguma mensagem de apoio a familia AQUI muito obrigado(a)



Please leave any message of support to the family. HERE thank you









segunda-feira, 14 de maio de 2007

Madeleine Mc Cann dia 11 / day 11

Man held in fresh Madeleine search

The parents of missing Madeleine McCann reaffirmed their belief that she is safe and well earlier today, as police forensic teams this evening sealed off a nearby villa, just 150 yards from where the little girl went missing.

Intense police activity surrounded the house lived in by British man Robert Murat.

Murat's mother Jenny, who is believed to own the house, has been running a stall on the seafront in the village of Praia da Luz, Portugal, appealing for information from members of the public about Madeleine's disappearance.

Murat was a regular sight crossing the police tape and approaching the McCanns' apartment following Madeleine's disappearance. He said he was helping the McCanns as a translator. But journalists told police earlier this week that they had suspicions about him.

The Policia Judiciara confirmed that they were questioning a man. A spokesman for the investigation did not confirm the nationality or identity of the person and described it as a "normal development".

On May 4, the day after Madeleine's disappearance when media descended upon the area, Murat made himself known to journalists, chatting about the case but refusing to reveal what his role was initially. He told people that he had a daughter the same age as Madeleine.

A few days later Sunday Mirror journalist Lori Campbell reported him to the Portuguese police because she thought he was suspicious. She said: "Basically he surfaced on Friday afternoon last week and was walking around as if he was somebody official. He claimed that he was just a local guy who spoke fluent Portuguese and English and was helping the family.

"He was coming in and out of the family apartment speaking with the media and acting like he was somebody official. But when questioned about it, he was very vague about his position. He said he just volunteered to help the police with their investigation."

The Policia Judiciara later said that more than one person is being questioned, but no one has been formally arrested.

Earlier, Madeleine's father Gerry McCann said that until the family saw "concrete evidence to the contrary", they continued to be convinced that the four-year-old daughter is "safe and being looked after".

His wife, Kate, also emphasised that the couple had no intention of returning to Britain from Portugal in the immediate future.

Madeleine was snatched from her bed in a holiday apartment in the Portuguese village of Praia da Luz on May 3.

Despite their ordeal, the McCanns said they had drawn strength from the "spiritual outpouring" that they had received both in Portugal and around the world.

Speaking outside the apartment where their daughter was abducted, Mr McCann looked relaxed standing beside his wife, who was holding Madeleine's favourite cuddly toy.

For the first time the couple took questions from the media.

They were asked how they were coping and Mr McCann replied that although it was extremely difficult, they had received help from travel trauma consultants, helping them to look forward and direct negative emotions out of their minds.

He said the process was helping them channel everything into looking forward.

"As far as we are concerned, until there is concrete evidence to the contrary, we believe that Madeleine is safe and being looked after and that's how we can continue in our efforts," he added.


domingo, 13 de maio de 2007

Madeleine Mc Cann




Comentarios / Comments

I hope the poor little girl is found and returned safely. But parents need to be very aware how dangerous it is for children especially travelling abroad. If you must take your child never let them out of your sight and trust them to no one. There is a growing evil abroad in child abduction. The Police will be of little help as they will at first assume the child is simply lost. By the time they realixe it's an abduction it will be too late. The first few hours after a child goes missing are the most crucial. After 24hrs. the chances of recovering a child drops massively. Child adbuctors know this and specifically target foreign children. If you must take your child travelling abroad have them finger'foot printed and photographed before leaving. Then Heaven forbid if anything should happen you can give the information to the pollice to assist them. Never take your childs safety for granted, don't let a moment of distraction turn into a life time of regret and sorrow

- Pat, Edinburgh


What kind of parent leaves their very YOUNG children, in an apartment, in a foreign country alone for hours at a time??I really do hope they find Madeleine alive and well. But I sincerely hope there will be some serious consideration on whether to return her to her parents or not.

- Becky, Wokingham


Why can't they release the registration number to all petrol stations? Obviously these people have to get petrol from somewhere in Spain or Portugal etc. This could be so easily put to an end to and Maddy returned safe. My thoughts are with her.

- Joanne Lynn, Glasgow Scotland


I feel nothing short of contempt for those responsible for Madeleine's abduction, AND the obvious shortcomings of the Portugese Police! I join the rest of the World in praying that these sorry excuse-for-human-beings finally come to their senses and set that beautiful, much-loved little angel free, somewhere safe where she can be found! As a mother of two, I send my prayers to her Parents.

- Freda, West Yorkshire, England


Our thoughts are with you and your whole family. We crave news that will bring a positive ending to your nightmare. Keep strong.

- Alison Roberts, Buckingham, UK


Very unfortunate circumstances! I really do feel for the parents and family. My prayers are with them all and I hope Maddy is returned in safe hands.

- Aysha, Gloucester, UK


The efforts of the Portugese Police goes to show how much more efficient our Police are at organising searches and starting a major enquiry. I wish everyone involved in this search the very best of success. Our thoughts are with the parents and family at this terrible time. To those individuals who've snatched the child - give her back now. It doesn't matter how you do it - just get on with it now!

- John Bowley, Winchester England


Our prayers and thoughts are with Madeleine's parents. We are praying for her safe return.

- Kay, JHB, SA


Why has it taken a week for this information to come to light? Let's hope it is positive and she is returned to safety as quickly as possible.

- Ian, UK


The story of Maddy has really touched my heart. Having children of the same age, I can't even imagine the anguish her parents are feeling right now. I pray every day that she is found and that the heartless criminal/s be brought to justice for the unforgivable crime of taking a child from her loving family. It makes me feel so angry, upset and frightened that there are such evil people in this world, how dare they do this, how dare they. Lets all pray that this new information leads to finding her. God bless you Maddy, may the lord keep you safe

- Emma, London


I hope they catch these people ASAP and Madeline is returned safely back to her parents.

- Brandon Thomas, London
I really pray and hope that little Maddie is found. I feel for the parents as they will never forgive themselves. I am guessing if it was Maddie in the garage then it was a highly dis-organised crime, and I just pray and hope there will be more loop-holes to be found.

- Mary, Dublin, Ireland


I also read somewhere that the lady went into the garage shop with the little girl and told the girl to say "thank you" in Portuguese. I am no detective but I don't think this woman is Maddy's kidnapper and the girl is Maddy. The reason for this is that if you kidnap someone you don't usually want to draw attention to yourself and your victim, unless it is part of your plan...

- Vicky, Southampton, UK


I really feel for these parents and hope and pray she is returned safely. I do feel that the longer she is missing there is less hope she will be returned safely. I have a little grand-daughter and I know if anything like this happened I would be distraught.

- Terry Ballard, Hornchurch, Essex


Another day, and Mady has not yet been found . As a mother myself or as a human being I fell so stressed so I cannot imagine how much her family must be feeling right now.
Let's keep praying for her to came back. She belongs to her parents , please give her back to them.

God bless you.
Isabel, London,


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