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Madeleine

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Radio Viseu Cidade Viriato

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Primeira Pagina


Mulher argentina sobrevive a queda de 23 andares


Uma mulher argentina sobreviveu esta segunda-feira a uma queda desde um 23º andar de um hotel no centro de Buenos Aires.

A edição electrónica do jornal «La Nación» dá conta que o impacto foi amortecido por um táxi, que se encontrava estacionado à porta da unidade hoteleira, o Hotel Panamericano.

Apesar de ter sobrevivido, a mulher, que terá 30 anos, sofreu vários traumatismos e está internada num hospital da cidade, onde foi operada.

A jornal explica que a mulher não estava hospedada no hotel, nem trabalhava lá, e que tudo indica que se terá tratado de uma tentativa de suicídio.

Em declarações à agência Associated Press, um taxista disse ter visto a mulher saltar.

Já o dono do táxi atingido pelo corpo da vítima contou que saiu do carro quando viu um polícia a olhar para cima, instantes antes do corpo da mulher ter embatido no veículo, precisamente no lugar do condutor.

TVi24



RTP

Mulher russa dá à luz bebé de 7,2 quilos


Nunca na cidade de Khabarovsk se viu coisa assim. Um bebé nasceu com 67 centímetros e mais de sete quilos. A mãe tem 33 anos.

Vera Ovchinnikova, que trabalha como contabilista, já tem outra filha, de 14 anos, que nasceu com 3,9 quilos.

O bebé nasceu de cesariana e tornou-se o maior alguma vez nascido naquela cidade russa. Anteriormente, em Fevereiro de 2008, tinha nascido um com 6,1 quilos.

O peso normal de um recém-nascido oscila entre os 3 e os 3,5 quilos. Os bebés que nascem com mais de cinco são considerados gigantes, o que constitui uma raridade, pois só nasce um em casa 1500.

DN

Encontrado na Alemanha cadáver com 2600 anos

O cadáver de uma jovem encontrado numa área pantanosa, na Alemanha, tem 2600 anos. A hipótese de este pertencer a uma rapariga desaparecida em 1969 é, assim, descartada. 

A ciência conseguiu resolver o mistério dos restos mortais que apareceram espalhados numa área pantanosa perto de Hannover.
Inicialmente, a polícia suspeitava de que o cadáver poderia pertencer a uma jovem de 16 anos, desaparecida em 1969, e cujo caso nunca foi resolvido. Mas as provas de ADN descartaram essa hipótese.

Uma análise efectuada, posteriormente, ao cadáver, que se encontrava excepcionalmente bem conservado, indicou que este pertencia a uma jovem, entre os 17 e os 19 anos, que alegadamente morreu em circunstâncias estranhas, já que alguns dos ossos apresentavam deformações.

Esta jovem foi, então, baptizada pelos investigadores de Moora, uma vez que pântano em alemão se diz "moor".

Cinco anos depois, em 2005, foi encontrada, na mesma área pantanosa, uma mão direita humana com as impressões digitais intactas, o que foi imediatamente associado ao cadáver de Moora.

O caso foi entregue à arqueologia, pois os médicos legistas alertaram para a presença de substâncias próprias de uma mumificação. Assim, dois arqueólogos, Hennig Hassmann e Andreas Bauerochse, realizaram a datação por radiocarbono, na Universidade de Kiel, e foram surpreendidos com uma antiguidade de 2600 anos. A jovem Moora teria morrido, então, entre 764 e 515 aC.

Após seis anos de trabalho científico, desenvolvido por uma equipa multidisciplinar, é possível saber quase tudo acerca de Moora. Era uma jovem com o cabelo ligeiramente ruivo, que viveu na Idade do Ferro e teve uma vida cheia de dificuldades e sofrimento.

De acordo com um especialista em ossos, Saring Dennis, do Hospital Universitário Hamburg-Eppendorf, a jovem sofreu, pelo menos, duas fracturas parciais no crânio, bem como grandes períodos de doença. As linhas de crescimento dos ossos revelaram, também, que a rapariga sofreu uma desnutrição crónica, durante a infância e a adolescência.
Os paleontólogos diagnosticaram, ainda, um tumor benigno na base do crânio o que teria causado uma curvatura da coluna vertebral e inflamação crónica nos ossos das pernas.

O jornal Der Spiegel publicou a reconstrução de rosto, realizada pela Polícia Judiciária do Estado da Saxônia-Anhalt e especialistas das Universidades de Friburg e de Dundee, no Reino Unido.

JN

Já provou um taco de leão?

Um restaurante no Arizona, Estados Unidos, que já vende tacos de carne de pitão, jacaré, alce, caimão, cascavel, canguru e tartaruga anunciou que vai incluir um novo sabor na ementa: carne de leão.

De acordo com a ABC News, o «Boca Tacos y Tequila», em Tucson, vai começar a servir tacos de leão no dia 16 de Fevereiro. O dono do restaurante, Bryan Mazon, diz que até já recebeu alguns pedidos de reserva por parte de clientes curiosos e... ansiosos por provar o insólito petisco.

Mazon explica que o restaurante de que é proprietário começou há seis meses a incluir todas as quartas-feiras tacos exóticos no menu e que já provou «quase tudo o que se pode imaginar».

De acordo com a Agência de Alimentos e Fármacos dos EUA, a venda de carne de leão e de outros animais é permitida sempre que não se trate de uma espécie em vias de extinção.

O jornal «Arizona Daily Star» refere que a maioria dos tacos exóticos do «Boca Tacos y Tequila» custa três ou quatro dólares. Para saborear um taco de leão, o cliente terá de desembolsar o dobro: nada menos do que 8,75 dólares.

TVi 24

Fidel admite "erros" da revolução mas não a traição do país

O líder histórico cubano Fidel Castro, que esteve no poder durante 48 anos, admitiu hoje, quinta-feira, que a revolução cometeu "erros", mas nunca a traição do país que "continua de pé" apesar da política de agressão dos Estados Unidos.

"Nós, os revolucionários cubanos, cometemos erros, e iremos cometer sem dúvida outros, mas nunca cometemos o erro de sermos traidores", afirmou Fidel Castro, 84 anos, num texto hoje publicado na imprensa estatal cubana.

O líder histórico publica regularmente na comunicação social oficial as suas "reflexões" sobre vários temas da atualidade.

"Nunca escolhemos a ilegalidade, a mentira, a demagogia, o engano do povo, a simulação, a hipocrisia, o oportunismo, o suborno, a ausência total de ética, os abusos de poder, o crime e as torturas", assegurou.
Afastado do poder há quatro anos, Fidel Castro continua a exercer uma grande influência no regime cubano.

O antigo governante diz ainda que "o principal erro cometido sob a influência do idealismo foi talvez pensar que no mundo havia uma determinada quantidade de justiça e de respeito ao direito dos povos quando, evidentemente, não existia".

Recordando a crise dos mísseis (1962) e a tentativa de invasão da Baía dos Porcos (1961), o antigo presidente cubano sublinhou ainda que "a revolução continua de pé" apesar da política de hostilidade mantida há mais de 50 anos pelos Estados Unidos, que impôs um embargo contra a ilha em 1962.

"A União Soviética desapareceu e a Revolução continua. Não foi feita com o consentimento dos Estados Unidos, mas sim submetida a um bloqueio cruel e impiedoso", salientou ainda o líder histórico.

"Cuba continua a ser o único país do planeta que não pode ser visitado por cidadãos norte-americanos, mas Cuba existe e continua de pé, apenas a 90 milhas náuticas das costas norte-americanas", concluiu.

JN

Alergia ao sémen provoca febre e... dor nos olhos

Há homens que ficam com febre, cansados, nariz vermelhor e dores nos olhos depois de um orgasmo. Isso acontece porque são alérgicos ao próprio esperma e os sintomas podem durar até uma semana após a releção sexual, dizem cientistas holandeses.

Os sintomas estão associados a um problema chamado de Doença Pós-Orgástica e já há casos documentados desde 2002. Ainda assim, o problema é desconhecido de muitos médicos.

Marcel Waldinger, investigador da Universidade de Utrecht, na Holanda, e autor de um estudo dsobre a doença, alerta que o desconhecimento dos especialistas agrava o sofrimento dos doentes. «Estes resultados são uma importante descoberta na pesquisa da síndrome e contradizem a teoria das causas psicológicas para o problema», sublinha, citado pelo portal «Terra Brasil».

«Os homens que participaram no estudo não sentiam os sintomas quando se masturbavam sem ejaculação, mas assim que o sêmen aparecia sentiam-se doentes em apenas alguns minutos», acrescenta o professor de Psicofarmacologia Sexual.

TVi 24

Bebé raptada encontrou a mãe 23 anos depois

Carlina White tinha três semanas de vida quando foi raptada da cama de um hospital de Nova Iorque, há 23 anos. Cresceu longe da família, mas esta semana, os testes de ADN confirmaram tratar-se da bebé que a mãe Joy White sempre procurou.

Joy White jamais desistiu de encontrar a filha, raptada com três semanas de vida de um hospital de Nova Iorque, nos EUA, há 23 anos. Uma fotografia de Carlina ainda bebé e a inabalável convicção de que a teria novamente nos braços bastaram para aguardar pelo dia em que reencontrou a filha.

Bebé raptada encontrou a mãe 23 anos depois
Carlina White, com 19 dias, e uma composição do que seria a aparência de Carlina aos 19 anos, em 2006


"Espero que ela esteja bem", disse Joy White, aos jornalistas há 23 anos, enquanto implorava por ajuda para encontrar a filha. Terá repetido o mesmo desejo todos os dias, sabendo que num qualquer sítio longe dela a filha cresceria com outra família.

O resultado da incansável luta de Joy White, que não parou nunca de procurar a filha e de mostrar a foto de Carlina bebé, chegou no dia 4 de Janeiro, quando o telefone tocou. Do outro lado,Carlina disse que era a filha que Joy procurava, desde 4 de Agosto de 1987, o dia em que a roubaram da cama de um hospital de Harlem.

Comparam-se as fotos, a tal que mãe jamais largou e uma outra tirada em 1987 pela nova família de Carlina. As semelhanças foram suficientes para que as autoridades decidissem pela realização de um teste de ADN.

Os resultados chegaram esta semana e deram por terminada a busca de Joy e de Carlina Renae White, que, motivada pelo sentimento de ter sido criada por uma família à qual não pertencia, iniciou também ela uma investigação.

As suspeitas de Carlina, que cresceu com um outro nome, aumentaram quando a mãe que a criou como filha não foi capaz de lhe arranjar a sua certidão de nascimento.

Seguiu-se uma investigação pela Internet e pela página da Centro Nacional de Crianças Desaparecidas, que já dá o caso como resolvido, onde descobriu a história da menina raptada de um hospital de Nova Iorque.

"Nunca perdi a esperança", contou a avó de Carina, Elizabeth, à estação de televisão nova-iorquina. "É como se tivesse estado connosco a vida toda. Ela não é uma estranha, encaixa na perfeição".

As autoridades ainda não divulgaram informações sobre a mulher que criou Carlina, a qual ainda estão a investigar.

JN