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Radio Viseu Cidade Viriato

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Primeira Pagina

Mau tempo desalojou 14 em Viseu e Chaves...

Dois imóveis sucumbiram no centro histórico deViseu. Rios Tâmega e Tua inundaram Chaves e Mirandela

A chuva e o vento que ontem varreram a Região Norte deixou 14 pessoas sem casa em Viseu (dez) e Chaves (quatro). No centro histórico viseense a tragédia bateu à porta de um casal de idosos. Em Chaves e Mirandela, os rios Tâmega e Tua galgaram as margens.

A chuva copiosa e o vento forte que, durante toda a madrugada e manhã de ontem, assolaram a região de Viseu, terão estado na origem da derrocada total e parcial de dois imóveis, localizados na rua Nossa Senhora da Piedade, uma transversal à rua Direita, em pleno centro histórico da cidade.

Os dois imóveis são contíguos. Num deles, com três andares, que ficou inabitável, moravam oito pessoas: sete cidadãos indianos e uma idosa acamada que foi acolhida por uma vizinha. No outro edifício, menos afectado pela derrocada, vivia um casal de idosos que foi realojado junto de familiares em Repeses.

Apesar de terem saído para a rua aterrorizados e com apenas algumas peças de roupa no corpo - os idosos tiveram de ser resgatados por vizinhos -, os moradores não sofreram ferimentos. "A sorte deles é que a derrocada do prédio não atingiu a zona onde dormiam. Se isso tivesse acontecido, teria sido uma tragédia", disse Jorge Antunes, comandante dos Bombeiros Municipais de Viseu.

Até ao fim do dia, os indianos desalojados ainda não sabiam onde dormir. Isso só aconteceu às 20 horas. "Por hoje, vamos ficar em casa de colegas. Amanhã logo se vê", disse Sarvijit Singh.

O vice-presidente da autarquia, Américo Nunes, teme a derrocada de um outro imóvel na rua do Gonçalinho. E, com críticas à nova lei das empreitadas, que "não prevê situações de emergência", autorizou trabalhos sem esperar por formalidades.

Pilar da A25 avaliado

Enquanto o rio Douro estabilizou, ontem, na Régua (apesar de ter inundado um bar e uma loja de artesanato na zona do cais), já o caudal do rio Tâmega, em Chaves, galgou as margens cerca das 9.30 horas. Os habitantes das zonas próximas do rio foram obrigados a colocar os seus bens nos andares superiores. Sílvio Silva, da protecção civil municipal, referiu que cerca de 40 habitações foram afectadas pela segunda cheia registada este Inverno em Chaves e que quatro pessoas, de duas famílias, foram realojadas pela autarquia. O caudal do rio subiu cerca de quatro metros comparativamente ao leito normal do rio.

Em Celorico de Basto, a autarquia, os bombeiros e a GNR removeram troncos de árvores das estradas e vedaram o acesso a alguns caminhos e a uma estrada nacional na Vila de Gandarela, devido à ameaça de aluimento de parte da via. Ainda em Gandarela, algumas casas apresentam risco de ruir, pelo que foram tomadas medidas de protecção.

Em Mirandela, a chuva provocou estragos nas zonas adjacentes ao espelho de água do rio Tua. Em apenas três horas, o caudal aumentou 80 centímetros e inundou o parque de merendas. A protecção cívil lançou o apelo para que fossem retirados os automóveis que estavam no parque de estacionamento do Cardal, no centro da cidade, porque a água estava prestes a chegar ao local.

Na região de Aveiro, um dos pilares de um viaduto da A25, junto a um caminho florestal perto da igreja de Sernada, Águeda, ficou com a base um pouco "descascada", devido ao rebentamento de uma conduta de águas pluviais. No local estiveram os bombeiros de Albergaria e Águeda, assim como a Protecção Civil de Águeda, estando a segurança do pilar a ser avaliada.´

Amarante e Alviela

O rio Tâmega subiu mais de cinco metros acima do seu caudal habitual e voltou a assustar moradores e lojistas da parte mais baixa da cidade de Amarante. Por prevenção, muitos retiraram os seus bens de casa. Apenas uma loja ficou com a cave inundada.

No distrito de Santarém, repetiu-se o cenário de Inverno. A aldeia do Reguengo do Alviela mantém-se isolada, pelo terceiro dia consecutivo. Quinze habitações ficaram inundadas em Fazendas de Almeirim .

Jornal de Noticias

Governo regional da Madeira mantém número de mortos em 41...

A porta-voz do governo regional da Madeira manteve hoje, sexta-feira, em 41, o número de vítimas mortais do temporal que assolou a ilha no sábado. Também hoje, Durão Barroso anunciou que vai visitar a região a 12 de Março.

Segundo a informação prestada pelo Ministério Público há ainda o registo de 17 pessoas desaparecidas, menos uma em relação ao último relatório oficial, de quinta feira, depois de ter aparecido o cadáver de uma idosa em Ribeira Brava, lembrou Conceição Estudante.

A mesma fonte do governo regional adiantou que 600 pessoas estão a receber assistência social.

No encontro com jornalistas cerca das 12:00, a porta-voz do executivo madeirense alertou a população para as previsões de um ligeiro aumento da precipitação para hoje à noite, fazendo algumas recomendações.

"Recomendado prudência, atenção aos risco e sobretudo que a população esteja atenta e siga as orientações da proteção civil e do Instituto de Meteorologia".

A porta-voz adiantou ainda que o secretário regional das Finanças esteve reunido hoje de manhã em Bruges, Bélgica, com o comissário europeu da política regional e o ministro da Administração Interna para abordar a questão da recolha de meios e apoios financeiros para a recuperação.

Durão Barroso na Madeira a 12 de Março

Presidente da Comissão Europeia anunciou hoje, sexta-feira, que vai visitar a Madeira a 12 de Março, para "manifestar solidariedade" aos madeirenses e reunir-se com as autoridades locais.

Durão Barroso fez o anúncio em Bruges, onde o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, se reuniu com o comissário europeu para a Política Regional, Johannes Hahn, para falar sobre o fundo de solidariedade para apoio à Madeira.

No encontro participaram também o secretário do Plano e das Finanças do Governo Regional da Madeira, José Manuel Garcês, e o presidente do Instituto de Desenvolvimento Regional da Madeira, Sílvio Costa.

Johannes Hahn vai visitar a Madeira a 6 e 7 de Março.

No sábado passado, a Madeira foi assolada por um temporal que provocou, segundo o último balanço oficial, 41 mortos.


Jornal de Noticias


Mau tempo em Portugal: dez distritos em aviso vermelho...


Portugal viu esta sexta-feira ser decretado o aviso meteorológico mais elevado, o vermelho, para 10 distritos de Portugal. O aviso vermelho é para o «Litoral Norte» e devido a rajadas de vento superiores a 130 quilómetros por hora que poderão atingir os 160 km/h». Já a Protecção Civil informou que foi accionado o alerta laranja, o segundo mais grave, pela primeira vez no país, em 14 distritos.

Baixa do Funchal quase deserta após chuva intensa

O aviso vermelho é para todos os distritos a Norte de Lisboa e estará em vigor até às 00:00 de sábado. Segundo o Comandante Gil Martins, deverão ocorrer «ventos excepcionalmente fortes», que podem atingir os 160 km/h, nomeadamente no litoral centro do país. A população deverá ter especial cuidado à condução de veículos e reduzir as deslocações ao necessário.

No mar as ondas podem atingir os sete metros na costa Ocidental: «Os efeitos mais prováveis num cenário como o expectável são inundações por transbordo de rios e aumento de número de acidentes de viação», frisou o responsável da Protecção Civil.

O alerta engloba as bacias dos rios Minho, Lima, Douro, Vouga e Tejo, onde as populações com bens junto a estas bacias devem ter especial cuidado. O responsável recomenda ainda que não sejam praticadas actividades no mar.

Os distritos em alerta laranja, são Viana do Castelo, Braga, Vila Real, Bragança, Porto, Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Lisboa e Setúbal. Os distritos de Portalegre, Évora, Beja e Faro vão estar com aviso Amarelo.

«Um cavamento explosivo»

A tempestade que aí vem está a formar-se no Atlântico e deverá atingir a Madeira na madrugada de sábado, provocando forte precipitação, e o continente nas primeiras horas da manhã.

O meteorologista do Instituto de Meteorologia (IM) José Eduardo Duarte explica que «para a Madeira existe o risco de precipitação forte. Temos uma massa de ar muito húmida e quente, e devido a aerografia da ilha poderá haver precipitações sobretudo na parte sul», explicou o especialista, precisando que o «risco de precipitação mais intensa no arquipélago prevê-se para o período entre as 24:00 e as 06:00». A ilha está também em aviso vermelho.

De acordo com o meteorologista, «não é tanto a quantidade, a intensidade ou duração da precipitação» que preocupa: «Não se prevêem valores semelhantes ao registados da outra vez. Mas é uma situação de risco, atendendo ao histórico da ilha, onde o nível da água nos solos já atingiu a sua saturação», realçou.

A situação climatérica, que se deve a «um cavamento explosivo está a deslocar-se de sudoeste para oeste, passando pelos arquipélagos da Madeira e dos Açores», deverá fazer sentir-se no continente nas primeiras horas da manhã de sábado, «sobretudo na região do litoral norte».

«Vamos também ter um vento médio excepcionalmente forte. A gravidade da situação extrema prevista ao nível do vento para o continente vai afectar todo o território, mas prevemos que a intensidade seja maior nas zonas do Minho, Douro e no litoral norte», adiantou.

Activados planos operacionais de crise

Perante tal cenário, a Protecção Civil reuniu-se hoje de manhã com a EDP, a PT, a REN (Redes Eléctricas Nacionais) e com o INAG (Instituto Nacional da Água) para activar planos operacionais de crise.

A EDP tem cinco mil pessoas para «ocorrer ao que for preciso» e a PT tem «mil e quinhentas em prontidão», referiu Gil Martins. A ANPC está em «muito estreita articulação» com as Forças Armadas no apoio a eventuais problemas resultantes do mau tempo.

TVi 24

Sismo de 6.9 ao largo do Japão...

Okinawa (Imagem Google Maps)

Um sismo de magnitude 6.9 na escala de Richter foi registado ao largo da ilha japonesa de Okinawa, de acordo com a Agência Meteorológica do Japão. Foi activado um alerta de tsunami.

As primeiras informações do Instituto Geológico dos EUA indicavam uma magnitude de 7.3, explicando que o abalo se deu a uma profundidade de 22 quilómetros, a 81 quilómetros a leste de Naha, uma cidade situada no sul da ilha nipónica.

A agência governamental japonesa emitiu um alerta de tsunami, dizendo que as ondas poderão ter uma altura de dois metros em algumas zonas de Okinawa.

«Evacuar da costa imediatamente para locais seguros perto da costa», aponta o aviso emitido.

Até ao momento não há registo de vítimas ou de danos materiais.

Poderá consultar mapas sobre este incidente na página do Instituto Geológico dos EUA aqui link externo.

TVi 24

Iceberg do tamanho do Luxemburgo separou-se da Antárctida...

Um iceberg do tamanho do Luxemburgo desprendeu-se da Antárctida depois de uma colisão com outro bloco de gelo gigante, revelaram, esta sexta-feira, cientistas australianos, que alertam que o fenómeno pode causar alterações climáticas.

O pedaço de gelo com 78km de comprimento e 39km de largura separou-se do glaciar Mertz, uma língua de gelo de 160km e está neste momento flutuar no sul da Austrália, podendo bloquear uma importante área geográfica que produz um quarto de toda água gelada do mar, noticia a BBC.

O bloqueio, alertam os cientistas, pode ter efeitos perigosos sobre o clima, havendo fortes probabilidades de diminuição das temperaturas no Atlântico Norte, durante os invernos.

Os efeitos não serão sentidos imediatamente, afirma Neal Young, do Centro de Pesquisa de Ecossistemas e Clima Antárctico na Tasmânia, que alerta ainda para futuras «implicações para os pinguins e outros animais selvagens que normalmente usam esta área para alimentar-se», referiu o cientista.

Mertz: Um glaciar com 5 mil quilómetros quadrados

Esta não é a primeira fractura na língua de gelo. Há duas décadas o enorme bloco já apresentava uma grande falha, tendo a segunda sido detectada no início deste século.

O glaciar Mertz resultou da desfragmentação de um iceberg com mais de 5 mil quilómetros quadrados, que se desprendeu, em 1987, tornando-se num dos maiores da Antárctida.

TVi 24

Protecção do lince ibérico e do abutre preto...

Lince entregue ao centro de reprodução em Silves

A Liga para a Protecção da Natureza (LPN) lançou esta sexta-feira um projecto de 2,6 milhões de euros para preservar habitats e melhorar as condições de sobrevivência e reprodução do lince ibérico e do abutre preto no sudeste de Portugal, informa a Lusa.

O projecto pretende «contribuir para preservar e melhorar» naquelas áreas «um habitat mediterrânico com condições de sobrevivência [refúgio e alimentação] e de reprodução do lince ibérico e do abutre preto», explicou Filipa Loureiro, da LPN.

O lince ibérico, o felino mais ameaçado do mundo, e o abutre preto, uma ave ameaçada a nível global, são duas espécies «criticamente em perigo» e alvo das mesmas ameaças, ou seja, perda de habitat e falta de recursos alimentares.

Numa primeira fase, o projecto vai identificar áreas de habitat prioritário para as duas espécies para «avaliar a qualidade» das que existem, para as preservar ou melhorar.

O objectivo é identificar áreas com coberto vegetal adequado para refúgio e reprodução do lince ibérico e do abutre preto e monitorizar as disponibilidades de alimentação, nomeadamente de coelho bravo, a principal presa das duas espécies.

Posteriormente, o projecto vai desenvolver protocolos com proprietários, agricultores, caçadores, técnicos da administração local e regional e várias instituições para «assegurar a conservação, a longo prazo, das áreas de habitats identificadas e de acordo com um plano de gestão».

TVi 24

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

IMPRENSA /Portugal Primeira pagina...









INTERNACIONAL/America - Orca ataca e mata treinadora...

Dawn Brancheau tinha 40 anos e trabalhava no parque SeaWorld de Orlando, nos EUA, desde 1994. A “experiente treinadora” morreu ontem à tarde, quarta-feira, depois de ter sido atacada por uma orca.

foto AP
Orca ataca e mata treinadora
Treinadora durante uma actuação com uma orca no SeaWorld

Os responsáveis pelo parque indicaram que a treinadora estava num sector de contenção dos animais quando escorregou e caiu dentro do tanque, tendo sido "fatalmente ferida" por uma das orcas.

Testemunhas que estavam num restaurante próximo contaram ao jornal local "Orlando Sentinel" que a treinadora acariciava uma das orcas quando foi atacada e levada para dentro da água.

foto AP
Orca ataca e mata treinadora
Dawn Brancheau conhecia bem as orcas que treinava

O turista brasileiro João Sobrinho, de 28 anos, estava a tirar fotografias do interior do tanque quando viu a orca com uma pessoa na boca. "Foi terrível", descreveu ao mesmo jornal, explicando que a treinadora sangrava na área do rosto e que a orca a girava enquanto nadava.

O porta-voz da polícia Jim Solomons confirmou que a treinadora já estava morta quando foi resgatada do tanque.

Era "uma das mais experientes treinadoras de animais", declarou Dan Brown, presidente da SeaWorld Orlando. "Este é um momento extremamente difícil para os parques SeaWorld", acrescentou. Em comunicado, o grupo sublinhou que em 46 anos de história nunca teve "um incidente como este".

O SeaWorld de Orlando decidiu suspender os espectáculos com orcas para que todos os procedimentos sejam reavaliados, sendo que a decisão também se estende ao parque de San Diego.

O "Orlando Sentinel" escreve que a orca envolvida neste ataque chama-se Tillikum, que significa "amigo" na língua dos índios Chinook.

Em 1991, esta orca já tinha sido responsabilizada pelo afogamento de um dos treinadores durante um espectáculo num parque no Canadá. Foi vendida ao SeaWorld no ano seguinte e, em 1999, um homem nu foi encontrado morto no seu tanque.


Jornal de Noticias


INTERNACIONAL/Asia - Pequim impõe nova ética contra corrupção oficial...

Pequim impõe nova ética contra corrupção oficial

Fenómeno não cessou de aumentar desde a liberalização dos anos 70. Novas regras visam membros do partido e do Governo

O Partido Comunista Chinês (PCC) definiu um conjunto de 52 "práticas inaceitáveis" (ver caixa) num esforço para combater os fenómenos de corrupção generalizada verificados no país e que, em 2009, levaram a perto de 106 mil acusações entre elementos do partido e do Governo.

O Presidente Hu Jintao tem apresentado como uma prioridade central do partido a luta contra a corrupção, que considera um dos principais desafios à legitimidade e hegemonia do PCC na sociedade chinesa. As novas regras, segundo a agência oficial Nova China, vão aplicar-se aos membros do partido, quer desempenhem funções neste quer em órgãos governamentais.

Caem fora do âmbito destas regras, de acordo com a Nova China, os deputados, conselheiros políticos e elementos do corpo judicial.

As novas regras estão em discussão na comissão permanente da Assembleia Nacional Popular e visam substituir regras em vigor desde 1997, que se terão revelado importantes "no incremento da eficácia governativa e na promoção de um Governo limpo", explica a Nova China. As agências internacionais notavam, todavia, que nunca foram divulgadas publicamente as regras dos anos 90.

O novo código ético determina nova moldura legal para os casos de corrupção, que passam a crime por norma; as novas regras contêm ainda um propósito pedagógico, estabelecendo-se que a formação dos membros do PCC deve ser reforçada no capítulo ético e que os órgãos de supervisão nos diferentes níveis devem intensificar as acções de controlo.

No passado, a justiça chinesa aplicou a pena de morte a alguns condenados em casos de corrupção. Importantes dirigentes do PCC foram já condenados a penas pesadas; caso de Chen Liangyu, dirigente do partido em Xangai, condenado a 18 anos de prisão em 2008 por fraude financeira. Outro importante dirigente caído em desgraça foi, em 1998, Chen Xitong, presidente da Câmara de Pequim e membro da cúpula do PCC, condenado a 16 anos de prisão por corrupção e abuso de poder. Em ambos os casos, apesar da veracidade dos factos, o afastamento destas figuras, na interpretação dos analistas, não seria de dissociar dos conflitos internos no PCC. Mais recentemente, em Janeiro, o vice-presidente do Supremo Tribunal, Huang Songyou, foi expulso do PCC e condenado a pena perpétua por ter recebido em subornos o equivalente a 370 mil euros em moeda chinesa.

As novas regras simplificam os procedimentos de investigação, estabelecendo-se que deve ser revelado, desde logo, o nome dos acusados - o que não sucede actualmente - e que, pelo contrário, no caso de denúncia, o nome do informador deve ser protegido.

O fenómeno da corrupção não tem cessado de aumentar em paralelo com a liberalização económica e o desenvolvimento da China. A dimensão do fenómeno pode ser avaliado por números oficiais citados no diário China Daily, de Pequim: cerca de 36 mil milhões de euros foram retirados do país entre 1978 e 2003 por cerca de quatro mil elementos do partido e do Governo envolvidos em acções ilegais. Estes números são, forçosamente, só uma fracção dos valores em causa.


Diário de Noticias


NACIONAL/Ilhas - A capela foi arrasada mas a santa resistiu...

A capela foi arrasada mas a santa resistiu
Temporal que se abateu sobre a Madeira deixou um rasto de escombros, mas uma imagem religiosa resistiu à destruição da respectiva capela

A padroeira da diocese e da capital da Madeira, o Funchal, resistiu às intempéries, que mataram pelo menos 42 pessoas, segundo confusa estimativa oficial.

A pequena capela onde se acoitava o ícone da N.ª S.ra do Monte, no Largo das Babosas, e onde casou basta sorte de madeirenses, foi literalmente varrida da praceta anexa à paragem terminal do teleférico. À razia sobreviveu a imagem figurando a N.ª S.ra do Monte, incólume perante as enxurradas que destruíram a singela construção, datada de 1904. Se o templo capitulou, a felicidade do acaso poupou o ícone de barro e sugeriu, na óptica do pároco local, Giselo Andrade, novo culto mariano. Moldado na lama assassina das montanhas madeirenses.

"A N.ª S.ra do Monte já era mítica. A construção desta capela remonta a 1904, precisamente 50 anos depois da instituição do dogma da Imaculada Conceição", historia Giselo. "Mais do que isso, a maior romaria da ilha, que acontece a cada 15 de Agosto, é dedicada a Ela, pelo que é parte fundamental da identidade local", garante o padre de 29 anos, madeirense formado no Colégio Português de Roma.

O sagrado e o profano

Será por tanta referência e devoção que o jovem padre converte a desdita numa graça divina: "É um sinal", afirma. "Repare: a capela foi arrasada, mas salvou-se a imagem e não morreu ninguém aqui", diz. "Além disso, recuperámos um crucifixo enorme de prata, onde a figura de Cristo ficou incólume: o que é que isso quer dizer?", interroga-se, no meio do escarcéu provocado pelas máquinas limpando o largo de toda a sorte de escórias. Giselo, que é tão generoso na sua Fé, não carece das respostas que adianta com o fervor próprio dos esclarecidos: "Por detrás destas tragédias, há sinais a interpretar. Se a N.ª S.ra do Monte foi poupada, há que perceber o seguinte: a capela foi-se, mas Maria ficou. E ficou para nos proteger", alvitra.

Não obstante a mística mariana que anima o jovem pastor, cuja missão se tornou mais penosa face à intempérie - "as pessoas tendem a questionar a sua Fé", admite -, o pragmatismo irrompe com as motosserras esquartejando os troncos de eucaliptos que, à boleia das águas aceleradas, destruíram a capela: "Foi um sinal para a reconstrução. Não faltará gente solidária para edificar novo templo", diz. Afinal, não se trata apenas de uma casa de devoção: "Isto é também um símbolo identitário. Se agora era apenas uma capela mortuária, foi aqui que se celebrou a maioria dos casamentos da zona, como o dos pais de Joe Berardo", diz, sublinhando: "E Portugal tem, desde a Idade Média, Santa Maria por divisa.

"O templo vai renascer com novo simbolismo", garante.

Jornal de Noticias


NACIONAL/Centro - Há uma semana à procura de pescadores...

Equipas terrestres retomaram as patrulhas ao longo da costa a sul de Peniche para encontrar três dos quatro pescadores que estão desaparecidos no mar desde há uma semana.

Desde as 08:30h que "estamos a efectuar patrulhas com equipas da Polícia Marítima, da Capitania e Estação Salva-vidas de Peniche e dos bombeiros da Lourinhã, Peniche e Torres Vedras", disse Luís Patrocínio Tomás, comandante da Capitania de Peniche.

O responsável admitiu, contudo, que os meios humanos envolvidos nas operações "estão mais reduzidos".

No mar, as buscas estão suspensas devido ao estado do mar.

A corveta António Enes abandonou na quarta-feira as operações, havendo apenas deslocações esporádicas do salva-vidas de Peniche ao local do naufrágio (ao largo da costa da Lourinhã) para tentar encontrar algum vestígio dos corpos.

O corpo de um dos quatro pescadores foi na quarta-feira descoberto ao largo da costa pela embarcação da pesca do arrasto "António Cação" (opera a partir do Porto de Peniche) que o trouxe até terra.

Os quatro pescadores, entre os 40 e os 55 anos e residentes em Ribamar (Lourinhã), três dos quais continuam desaparecidos, pertenciam à tripulação do barco de pesca "Fábio e João", que naufragou ao largo da costa da Lourinhã.

Jornal de Noticias

NACIONAL/Norte - Obrigadas a mudar de casa...

Obrigadas a mudar de casa
Casal lésbico diz que está a ser alvo de discriminação

Um casal lésbico que há dois anos vivia em Paredes de Coura está de malas aviadas para outra terra, depois de ter recebido uma "inesperada" ordem de despejo. Teresa e Helena garantem que estão a ser alvo de uma atitude de discriminação.

Teresa Pires e Helena Paixão, lésbicas assumidas perante o país depois de terem tentado casar em 2006, numa altura em que a legislação portuguesa não permitia o casamento entre pessoas do mesmo sexo, residentes em Paredes de Coura, iniciaram esta semana mais uma mudança de casa por, dizem, serem vítimas de discriminação. Desta vez, o casal terá recebido uma ordem de despejo na sequência de desavenças com a senhoria de uma habitação que ocuparam durante pouco mais de dois meses no lugar de Lamamá, em plena vila courense. No mesmo concelho residiram em mais duas casas nos últimos dois anos, uma em Vascões, a 12 quilómetros da sede da localidade, e noutra já na vila também.

"Só não vivemos no Porto"

Juntas há oito anos, dizem que já perderam a conta aos "ninhos" que procuraram tornar seus. "Desde que estamos juntas, de Lisboa, por todo o litoral, só não vivemos no Porto, de resto vivemos nos distritos todos. Coimbra, Caldas da Rainha (Leiria), Aveiro...", afirma Teresa Pires, acrescentando: "Não consigo dizer ao certo por quantas casas passamos, mas por alto devem ter sido mais de 20". Quanto às razões de se terem transformado numa "espécie de nómadas", é taxativa: "Por discriminação, sempre".

E de todas as situações que as impeliram a fazer as malas e rumar para outro poiso, Teresa lembra uma que viveram já lá vão quatro anos em Oiã, Oliveira do Bairro, depois terem dado a cara a nível nacional na tentativa de contrair matrimónio. "Passamos algum tempo em Lisboa e quando voltamos tínhamos uma coroa de flores à porta", recorda, afirmando ainda que "no prédio também fizeram um abaixo-assinado". "Foi estranho. Antes disso na vila já toda a gente sabia, mas parece que uma coisa é sermos fufas e a vila saber, e outra sermos fufas e o país inteiro saber", lamenta. No sábado, contam mudar-se para Portalegre, onde desde o início desta semana já se encontram instaladas as suas filhas, de 10 e 15 anos, fruto de relações heterossexuais anteriores.

Jornal de Noticias

REGIONAL/Viseu - Antiga escola primária de Sarzeda transformada em Centro Cívico e Social ...

A antiga escola primária de Sarzeda, Sernancelhe, foi transformada num centro social e cívico para a população.
A escola encerrou em 2006, juntamente com outras 16 do concelho, e a autarquia optou por recuperar e preservar o património e, assim, reabrir as portas da antiga escola primária. Agora não tanto às crianças para ali aprenderem o alfabeto, mas mais para os idosos que passam a dispor de um espaço de convívio.
Para Fátima Salgado, presidente da Junta de Freguesia de Sarzeda, esta é uma obra que é "para todos tirarem o máximo proveito das instalações, e aproveitarem as condições para o lazer, o desporto e a cultura".
Já José Mário de Almeida Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Sernancelhe, desejou que o Centro Cívico e Social proporcione a "todos bons momentos de lazer e convívio, e que aqui possam ter as vossas aulas de ginástica, de que tanto gostam".
O autarca recordou que com o encerramento das escolas, colocou-se o desafio de preservar estes edifícios, quer à Câmara quer às juntas de freguesia, que ficaram com o património escolar a seu encargo.
"Em diversas freguesias, os edifícios foram já intervencionados, mantendo sempre o respeito pela herança arquitectónica das escolas do Estado Novo, e transformaram-nos em locais de convívio, centros cívicos, culturais e sedes de associações", disse.

Diário Regional

Local - Derrocada de dois prédios desaloja 10 pessoas no centro histórico de Viseu...

Dois prédios ruíram ontem, um deles parcialmente, cerca das seis horas, na rua Nossa Senhora da Piedade, em Viseu, desalojando uma dezena de pessoas.


Derrocada de dois prédios desaloja 10 pessoas no centro histórico de Viseu

Entre os desalojados, três idosos foram provisoriamente recolhidos por familiares e vizinhos. Restam sete cidadãos de nacionalidade indiana, operários da construção civil, aos quais as entidades locais estão a tentar ajudar.

Os dois edifícios localizam-se nas traseiras de um prédio, com a frontaria voltada para a rua da Nossa Senhora da Piedade, em pleno centro histórico, da qual já só restava uma parede.

As duas habitações, feitas em pedra solta e tabique, apresentavam sinais de extrema degradação e eram ocupadas por famílias de fracos recursos.

“A chuva intensa que caiu durante toda a noite em Viseu, a juntar à intempérie rigorosa dos últimos dias, terá concorrido para a derrocada dos imóveis”, considera Jorge Antunes, comandante dos Bombeiros Municipais de Viseu. O responsável avisa que os dois edifícios não reúnem condições de habitabilidade e só lhes resta a demolição.

Esta manhã, no local, que está interdito e sob vigilância da PSP de Viseu, estiveram técnicos municipais acompanhados pelo vereador do pelouro António Lemos.

Jornal de Noticias

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

IMPRENSA /Portugal Primeira pagina...










INTERNACIONAL/America - Matou filhas adoptivas e congelou os corpos...

Norte-americana já foi condenada e deverá cumprir prisão perpétua

Uma norte-americana, de 44 anos, foi condenada pelo homicídio de duas das três filhas adoptivas, cujos corpos manteve no congelador, durante meses. Rennee Bowman foi também condenada pelo abuso da filha adoptiva mais nova, de nove anos.

Os crimes aconteceram na cidade de Rockville, no estado de Maryland, nos Estados Unidos da América, não se sabe há quanto tempo. Foram descobertos há dois anos, depois da filha mais nova de Renee Brown ter fugido de casa.

Ouvida durante o julgamento, a menina, agora com nove anos, explicou os horrores que ela e as duas irmãs passaram na mãos da mãe adoptiva. Eram espancadas com um bastão de beisebol e esganadas até desmaiarem, contou a menina, segurando um urso de peluche.

Segundo explicou, ainda, a criança, as três meninas eram mantidas fechadas num quarto. "Havia um balde para fazermos necessidades, porque não podíamos sair do quarto", disse, ouvida pelo tribunal, a menor, que entretanto foi adoptada por uma outra família.

As autoridades policiais não sabem precisar quando terão ocorrido os homicídios de Minnet e Jasmine Brown, mas calculam que as menores teriam menos de 10 anos, à data dos crimes. Ainda de acordo com dados da polícia, depois de ter congelado os corpos Renee Bowman mudou de casa duas vezes, fazendo-se sempre acompanhar da arca congeladora.

A defesa de Bowman tentou aligeirar a pena, alegando que o crime não teria sido premeditado, tese que, no entanto, foi contrariada durante o julgamento. "Ela tomou a decisão de descer, pegar num travesseiro e asfixiar as crianças", disse,

Os crimes aconteceram na cidade de Rockville, no estado de Maryland, nos Estados Unidos da América, não se sabe há quanto tempo. Foram descobertos há dois anos, depois da filha mais nova de Renee Brown ter fugido de casa.

Ouvida durante o julgamento, a menina, agora com nove anos, explicou os horrores que ela e as duas irmãs passaram na mãos da mãe adoptiva. Eram espancadas com um bastão de beisebol e esganadas até desmaiarem, contou a menina, segurando um urso de peluche.

Segundo explicou, ainda, a criança, as três meninas eram mantidas fechadas num quarto. "Havia um balde para fazermos necessidades, porque não podíam


Jornal de Noticias


NACIONAL/Ilhas - Um arrepio de comoção no adeus...

Vítimas morreram quando uma grua caiu sobre a garagem onde se refugiaram

O cemitério da freguesia do Monte, no Funchal, Madeira, já de si pequeno, foi demasiado estreito para acolher, ontem, terça-feira, o derradeiro adeus às vítimas da enxurrada.

Foram cinco, sepultados do mesmo modo que morreram, no sábado, esmagados dentro da garagem onde se haviam refugiado por uma grua que não suportou a força das águas: juntos. Tal como haviam vivido, aliás, em estreita vizinhança, à Vereda do Poço do Morgado, na freguesia funchalense de Santo António, uma das mais batidas pela tragédia que já fez 42 mortos (na contabilidade oficial, embora continuem a ser encontrados cadáveres).

O bispo da capital madeirense, António Carrilho, presidiu às exéquias que congregaram centenas pessoas no recinto, invadindo o cemitério e calcando as lápides, e recordou-os a todos nessa homenagem colectiva: "Venho aqui porque são os primeiros funerais após a catástrofe que nos atingiu", assinalou o prelado, referindo-se a Benvinda de Faria Leitão e ao marido, Elias Fernandes Leitão, a Antão Mendes e a Gonçalo Fernandes, padrasto de Sara Beatriz Nóbrega, de cinco anos.

Um arrepio de comoção perpassou a assembleia reunida no cemitério quando a mãe da criança, Tânia, fugida à morte que lhe colheu a filha única por se encontrar de serviço na altura da tragédia, se despediu da menina num lamento impossível de olvidar.

Um a um, desceram à terra as cinco vítimas, tornadas excepcionais pelo funesto acaso dos desvarios da Natureza, numa longa cerimónia de quatro horas em que participou, também, o secretário regional do Ambiente e dos Recursos Naturais da Madeira, Manuel António Correia, em representação do Governo Regional.

E dali partiu, tal como o prelado funchalense, rumo à casa de Franscisco Fernandes Belo, o bombeiro voluntário falecido no sábado enquanto tentava salvar uma vizinha no sítio da Corujeira de Dentro, freguesia do Monte, e entretanto elevado à condição de símbolo da nobreza de carácter madeirense.


Jornal de Noticias


NACIONAL/Centro - Ninguém perde o sono com subida do caudal do Tejo...

Reguengo do Alviela mantém-se isolado e acesso é feito com uma viatura pesada dos bombeiros

A água começou a subir lentamente, mas em Reguengo do Alviela, Santarém, ninguém perdeu o sono. De madrugada o único acesso à aldeia já estava cortado e o isolamento confirmado. As saídas e entradas eram apenas feitas na viatura dos bombeiros.

António Pereirinha bem tentou levar o pão fresco até Reguengo do Alviela, como faz habitualmente todas as manhãs. Conseguiu deslocar-se até Pombalinho mas "a força da água" que transbordava a EN365 fê-lo voltar para trás e tentar uma outra alternativa. Viajou até S. Vicente do Paul mas em Mouchões teve mesmo de encostar o carro à berma e esperar pelos bombeiros de Pernes. "É muita água e acho que não consigo mesmo passar", admite enquanto olha a corrente. Foi na Viatura Rural de Combate a Incêndios (VRCI) dos Voluntários de Pernes - um veículo pesado - que António conseguiu chegar a Reguengo do Alviela. Com ele viajou de Pombalinho, Fernanda Feliciano, que foi buscar o sogro, João de 78 anos, que ontem foi submetido a uma operação à vista.

"Com esta água só podemos andar neste carro" assegura Fernanda que aproveita a viagem para assegurar que "toda esta água é boa para os furos". "Havia muita gente que estava preocupada com o Verão, porque não havia água nos poços e nos furos. Agora está resolvido e os campos até ficam mais férteis", assegura.

José Manuel, bombeiro experiente, conduz devagar, tanta é água que cobre as estradas. Olha para o lado e assegura que os caudais continuam a subir. "Passei aqui às 7 horas e a água ainda não chegava aqui" diz enquanto aponta para um dos lados da via. Gonçalo Gonçalves, outro voluntário de Pernes, anui e alerta para a corrente visível no alcatrão e nos campos agrícolas. A viagem até Reguengo do Alviela é lenta e animada por lembranças de cheias de outros anos e de episódios caricatos. "Numa cheia o barco dos bombeiros virou-se e eu fui à água. Acabámos por voltar para trás e ir para casa", recorda Fernanda Feliciano.

João, o sogro, já se encontra sentado à porta de casa, com o saco dos medicamentos na mão. Enquanto Fernanda prepara tudo para a viagem, António Pereirinha distribui o pão e dá dois dedos de conversas com os habitantes da aldeia. "Hoje veio mais tarde" avisa uma das idosas que há algum tempo aguardava a chegada do pão de Alcanhões.

Zezinha, proprietária do único café da aldeia está preocupada. Desde as 13 horas de anteontem e por causa de uma trovoada, ficou sem telefone. "Não sei o que se passa", assegura. Maria, 85 anos, também está preocupada. "Sem telefone como é que chamo o meu filho" diz enquanto compra o pão.

Ao final da tarde os caudais do rio Tejo baixaram, mas a atenção nas povoações ribeirinhas mantêm-se. Reguengo vai manter-se isolado ao longo do dia de hoje. As baixas de Constância, Tancos e Vila Nova da Barquinha vão continuar alagadas.

Jornal de Noticias

NACIONAL/Sul - Mini tornado provoca estragos em unidades turísticas de Portimão...

Um mini tornado registado na terça-feira à noite na zona costeira de Portimão provocou estragos em quatro restaurantes de praia e diversos empreendimentos turísticos, derrubou árvores e postes de electricidade, mas não fez qualquer vítima.


Mini tornado provoca estragos em unidades turísticas de Portimão

A zona mais afectada, constatou a Lusa no local, foi a Praia do Vau, onde telhados, esplanadas e montras de quatro restaurantes de praia ficaram parcialmente destruídos, devido ao vento forte que se fez sentir cerca das 22:44 naquele local.

O fenómeno meteorológico foi descrito pelo Comando Distrital de Operacional de Operações de Socorro (CDOS) de Faro como sendo "um mini tornado", que afectou também "um apartamento e derrubou várias árvores e postes de eletricidade", disse fonte oficial à Lusa.

















Jornal de Noticias

NACIONAL/Norte - Bombeiro salvou rapaz e morreu à espera de ajuda...

INEM diz que demorou 40 minutos e nãoduas horas.Pai do jovem guiou ambulância dos bombeiros

A morte de um bombeiro em Cerva, Ribeira de Pena, ocorrida no passado dia 30, está a causar polémica na pacata vila do vale do Tâmega pelos contornos que envolveram aquilo que seria uma normal chamada de auxílio.

Na tarde desse dia, os Bombeiros Voluntários de Cerva receberam uma chamada para se deslocarem ao lugar de Asnela para socorrer um jovem que estaria a ter uma crise convulsiva. Na ambulância, como é hábito, seguiram dois bombeiros. Já no local, e quando pegavam na maca para transportar a vítima para dentro da ambulância, um dos bombeiros desfaleceu. A partir deste momento começou uma série de episódios que irão ser averiguados e poderão parar nas instâncias judiciais.

O pai do jovem que estava ser socorrido, em desespero, sentou-se na ambulância ocupando o lugar do motorista e com o outro bombeiro a seu lado pôs-se a caminho de Cerva, percorrendo cerca de cinco quilómetros. Nessa altura já os bombeiros tinham sido avisados do sucedido e quando se cruzaram, perto da vila, um dos tripulantes da segunda ambulância terá assumido a condução do transporte do jovem para o Hospital de Vila Real. Entretanto, Armindo Faria, 42 anos, bombeiro, continuava estatelado em Asnela, acompanhado de uma familiar, onde em poucos minutos terá chegado uma nova ambulância de Cerva enquanto aguardavam pela chegada do INEM.

Segundo o JN apurou, as viaturas médicas de Vila Real e Chaves que normalmente acodem a Ribeira de Pena estavam ocupadas e foi mobilizada a VMER de Guimarães. Cerca de "duas horas depois", segundo fontes dos bombeiros e de familiares da vítima mortal e do jovem assistido, a VMER chegou a Asnela mas apenas confirmou o óbito do bombeiro. A família da vítima não quer pronunciar-se sobre o caso, uma vez que já recorreu a um advogado e apenas espera que "se apure toda a verdade". O comandante dos bombeiros não quis tecer comentários enquanto não abrir um inquérito interno. Em causa está a condução de uma ambulância por alguém não autorizado, situação que pode redundar numa queixa-crime. José Machado, tio do jovem assistido, esteve sempre no local e admitiu ao JN que "nunca passou pela cabeça que conduzir a ambulância era ilegal", focando o estado do irmão que só mais tarde se apercebeu do que fez.

Versão do INEM

Fonte oficial do INEM adiantou ao JN que às 17.10 horas do dia 30, o CODU accionou os Bombeirosa de Cerva para uma emergência. Pouco depois de chegarem ao local, o condutor da ambulância sentiu-se mal, "mas tinha sinais vitais". Às 17.40 horas foi accionado a VMER porque nessa altura foi constatado que o bombeiro tinha entrado em paragem cardio respiratória. Garante o INEM que a VMER de Guimarães (a de Vila Real encontrava-se numa ocorrência com um queimado) demorou 40 minutos a chegar ao local. Conclui que a actuação do INEM e dos Bombeiros foi "adequada".

Jornal de Noticias

REGIONAL/Distrito de Viseu - Foi detida por não pagar multa e está sem dinheiro ...

"A maior vergonha já a passei que foi estar detida, agora tive de ir à luta e pedir ajuda para tentar arranjar o dinheiro que as pessoas me emprestaram", disse ontem ao Diário de Viseu, Rosa Oliveira, que esteve presa com o filho de 15 meses.
Em 2002, foi intimada para se apresentar em tribunal devido a um caso de burla e falsificação, mas nunca compareceu, porque mudou de residência, não avisou o tribunal e as cartas iam para outra morada. A mulher, residente no Carregal do Sal, alega que nunca recebeu nenhuma intimação do tribunal, nem as multas por falta de comparência, que se foram acumulando até chegarem aos 1.950 euros.
"As cartas iam para outra morada e eu nunca recebi nada, até pensei que o caso tivesse sido arquivado, porque o senhor que estava no processo faleceu. Como não paguei as multas por não ter ido ao tribunal, vieram prender-me", lembrou.
No passado dia 10, foi proposto a Rosa Oliveira que pagasse os 1.950 euros que estava a dever à Justiça, no entanto, o seu orçamento não lhe permitiu, pelo que foi detida e encaminhada para o Estabelecimento Prisional de Matosinhos.
Para poder sair da prisão, a família pediu dinheiro aos habitantes e amigos e, oito dias depois, Rosa estava livre novamente. Agora, apela à solidariedade das pessoas para juntar o dinheiro necessário e devolver àquelas que lho emprestaram.
Esta família de seis pessoas (Rosa, o marido e quatro filhos) sobrevive com Rendimento Social de Inserção no valor de 575 euros, dos quais 225 são para a renda da casa fora as despesas, e com o abono dos quatro filhos, ou seja, 260 euros por mês.
A situação agravou-se quando Rosa esteve detida, juntamente com o filho de 15 meses, visto que ainda o amamenta. O marido, Eduardo Oliveira, apesar de não ter emprego certo, ia fazendo uns trabalhos que ajudavam no orçamento da casa. No entanto, com a mulher presa, teve de ficar em casa a cuidar das três filhas de quatro, seis e nove anos.
"O meu marido está inscrito no Centro de Emprego, mas como não tem habilitações é difícil arranjar trabalho e vai ser pior por causa da minha situação", receou Rosa Oliveira que diz não ter forma de "pôr comida na boca" dos filhos. A família vai recorrer à ajuda do Banco Alimentar para conseguir alguma mercearia, já que "é que faz mais falta em casa".
Para continuar a receber o Rendimento Social de Inserção, o casal tem de frequentar o programa 'Novas Oportunidades', pelo que Rosa está a tirar o 9.º ano e Eduardo está a terminar ao 4.º ano. "Disseram que íamos receber 130 euros, mas já lá vão quase quatro meses e ainda não recebemos nada", critica a mulher que ainda espera que o tribunal lhe restitua 60 euros por ter estado em "prisão subsidiária".

"Ambiente selvagem"
"Aquilo é um ambiente selvagem, é a pior coisa que existe". É assim que Rosa Oliveira, 28 anos, descreve a sua estadia na prisão. "Estive à beira de cometer o suicídio, fiquei mesmo desesperada, mas quando pensava em fazer alguma asneira agarrava-me ao meu filho", acrescentou.
"Nunca estive presa, não sabia como agir e as guardas não me explicavam nada. Pedi o regulamento, mas não mo entregaram", referiu dizendo que foi ameaçada com uma reclamação junto do director.
Segundo diz, "era porrada todo o dia" e uma vez teve de se esconder com o filho para não ser envolvida na briga. Rosa Oliveira salientou que "na prisão ninguém dá nada a ninguém e para tudo é preciso dinheiro". "A prisão era muito fria e só acendiam o aquecedor durante algumas horas. Um dia, o meu filho dormiu sozinho numa cama que tinham lá para ele e até batia o dente. A partir daí dormiu sempre comigo", contou.
A família tentou ocultar a verdade às crianças, dizendo-
-lhes que a mãe estava no hospital com um tio. Porém, a filha mais velha percebeu o que se passou e tanto ela como a irmã de seis anos são "gozadas na escola".

Diário Regional

LOCAL - Fusão de repartições de Finanças não vai avançar "sem luta" ...

O presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas (PSD), manifestou-se contra a possibilidade de encerramento da Repartição de Finanças 2 da cidade, esperando que os deputados municipais também tomem posição.
"O Governo até pode levar a sua avante, mas não será sem luta", afirmou, garantindo que a autarquia "vai opor-se pela pressão e pela palavra".
Neste âmbito, disse esperar que os deputados do PSD apresentem moções na próxima Assembleia Municipal, a realizar sexta-feira, e todos os partidos tenham uma posição consensual de oposição a esta intenção.
Fernando Ruas referiu também que vai enviar uma carta ao ministro das Finanças a dar conta da sua posição e a lembrar que a repartição de Finanças 2 "funciona muito bem, com muito serviço".
Fernando Ruas criticou o Governo por "não ter tido o cuidado de previamente avisar a autarquia" sobre a sua intenção, lembrando que "há questões que se colocam, como, por exemplo, o excesso de estacionamento" na Rua Alves Martins.
O autarca não tem dúvidas de que a repartição de Finanças 2 faz falta ao comércio da zona, porque "funciona como uma âncora".
"Então querem vivificar as cidades e acabam com os serviços públicos?", questionou, considerando não haver motivos para o encerramento.
Apelo
Na segunda-feira, o deputado parlamentar do BE Pedro Filipe Soares visitou aquela repartição, na Rua Alexandre Herculano, e anunciou que o seu grupo parlamentar vai apresentar na Assembleia da República um projecto de resolução para tentar impedir o seu encerramento. Uma decisão tomada depois do grupo parlamentar ter sabido que o encerramento acontecerá na forma "de uma fusão".
Já ontem, os deputados do PSD apelaram a que os nove deputados eleitos por Viseu e de outros que o pretendam, se juntem num Projecto de Resolução conjunto que impeça o encerramento desta Repartição e, em simultâneo, seja enviada uma carta ao ministro das Finanças dando conta dessa intenção.
"Não podemos concordar com esta decisão do Governo, o que se esperaria era a abertura de novos serviços, não o encerramento dos existentes", frisa o social-democrata Almeida Henriques. Para o deputado a "posição conjunta" não deverá ser difícil, lembrando que declarações de dirigentes socialistas - nomeadamente José Junqueiro e Acácio Pinto - indicam que "existe unanimidade quanto ao repúdio desta decisão o que permite uma posição conjunta".
Para o PSD, a fusão dos serviços lesa os utentes. "Faz todo o sentido a distribuição actual por dois pontos da cidade, o encerramento lesa os trabalhadores deste serviço público e penaliza os comerciantes instalados nesta zona da cidade, pois o serviço funciona como uma âncora", sustenta Almeida Henriques.
O deputado do CDS/PP, Hélder Amaral, entregou já ontem um requerimento na Assembleia da República, onde pede ao Governo esclarecimentos.
O deputadp "popular" é mais cauteloso na sua posição e recorda que "se for para melhorar, não tenho nada contra. Se for para piorar alguém terá de explicar o porquê desta decisão".
A proposta de fusão foi feita em Abril do ano passado. Logo na altura gerou-se um movimento contestatário (que englobava as várias forças políticas), tendo, inclusive, a Assembleia Municipal aprovado, por unanimidade, uma moção apresentada pelo BE contra o encerramento.
Também os comerciantes da Rua Alexandre Herculano, onde está a Repartição 2, avançaram com um abaixo-assinado de protesto, considerando que o encerramento levará à desertificação de mais uma zona da cidade.

Diário Regional


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

IMPRENSA /Portugal Primeira pagina...










MUNDO/Europa - Lufthansa cancela centenas de voos apesar de suspensão da greve...

Lufthansa cancela centenas de voos apesar de suspensão da greve

A Lufthansa continuará hoje, terça-feira, a utilizar um plano de contingência e terá de cancelar centenas de voos domésticos e internacionais, incluindo em Portugal, apesar de a greve dos pilotos ter sido suspensa, anunciou um porta-voz da empresa.

"Estamos a fazer o possível para normalizar a situação, mas até que a rede volte a funcionar em pleno demorará algum tempo", disse Klaus Walther, director de comunicação da Lufthansa, em declarações à cadeia de televisão ZDF.

Entre Portugal e a Alemanha a transportadora cancela hoje quatro voos, para Frankfurt e Munique, segundo fonte oficial da empresa.

O plano de contingência, que entrou em vigor às zero horas de segunda feira, para atenuar o impacto de uma greve agendada inicialmente para quatro dias, destinava-se a tentar manter cerca de mil dos 1800 voos que a Lufthansa opera diariamente.

Os pilotos concordaram à meia noite com a suspensão da greve até 08 de Março, e com o regresso às negociações, mas cerca de metade dos voos planeados para hoje deverão ser cancelados, por razões logísticas.

"Em muitos casos, nem os aviões nem as tripulações estão no sítio onde deviam, para que se possam realizar os voos", explicou Klaus Walther.

A greve abrangeu também os pilotos da subsidiária Germanwings, que opera voos domésticos e para países vizinhos, e da Lufthansa Cargo.

Segundo fontes da Lufthansa, devido à paralisação dos pilotos, só se realizaram na segunda feira, 960 voos domésticos e internacionais, 45 por cento do total.

A Lufthansa interpôs uma providência cautelar no Tribunal de Trabalho de Frankfurt, que propôs na segunda feira à noite a suspensão da greve e o regresso às negociações.

Depois de conferenciarem separadamente, as partes em conflito aceitaram a proposta do juiz, que impunha ainda que as negociações visem exclusivamente questões salariais e condições de trabalho.

O Sindicato Alemão dos Pilotos (Cockpit) tinha exigido que a Lufthansa seja impedida de confiar voos operados pela transportadora alemã a pilotos de subsidiárias estrangeiras, como a Brussels Airlines ou a Lufthansa Itália, por exemplo.

A Lufthansa alegou em tribunal, porém, que os pilotos estavam a pretender interferir na gestão da empresa, e o Cockpit acabou por deixar cair a sua principal reivindicação.

Entretanto, o sindicato Ver.di, que representa cerca de dos 50 mil elementos do pessoal de cabina da Lufthansa, ameaçou recorrer também à greve, se as negociações com a administração marcadas para a próxima semana forem infrutíferas.


Jornal de Noticias


NACIONAL/Ilhas - Mergulhadores fazem buscas na zona da marina do Funchal...

Uma força especial de bombeiros e a Polícia Marítima estão de bote a procurar eventuais vítimas que possam estar na zona na marina do Funchal. Já na Ribeira Brava, duas equipas cinotécnicas da GNR estão à entrada do túnel da Meia Légua em busca de cadáveres.

"Até agora ainda não encontrámos nada mas vamos durante todo o dia fazer buscas nesta área", disse um elemento da Polícia marítima à Agência Lusa sobre as buscas na marina do Funchal.

No bote encontram-se três mergulhadores da força especial de bombeiros do continente, no âmbito do operações de busca e salvamento às vítimas do mau tempo que assolou a ilha da Madeira.

Ainda no Funchal, 40 homens da Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Regional procedem, juntamente com bombeiros e funcionários da Câmara Municipal do Funchal e do Serviço Regional de Protecção Civil, à limpeza e remoção de pedras e entulhos na avenida do Mar e das Comunidades Madeirenses.

Neste local concentrou-se a maior parte da enxurrada de pedras e lama do temporal de sábado.

Uma equipa do regimento de bombeiros Sapadores de Lisboa, com uma máquina de bombagem e alta sucção, está também a fazer os trabalhos de esvaziamento do parque de estacionamento do centro comercial Marina Shopping, atingido pelas águas tumultuosas que desceram das montanhas madeirenses em direcção ao mar.

Na Ribeira Brava, duas equipas cinotécnicas da Guarda Nacional Republicana estão, desde as 9:30 horas, à entrada do túnel da Meia Légua em busca de cadáveres resultantes de uma derrocada, sábado, a partir do Pomar da Rocha.

A busca está ainda a ser acompanhada por mais dois elementos da GNR e um elemento da Protecção Civil.


Jornal de Noticias

NACIONAL/Sul - Familiar disposto a acolher marroquino...

Familiar disposto a acolher marroquino
Tribunal está a tentar contactar os pais do adolescente que fugiu escondido num camião

O jovem marroquino de 15 anos, que no sábado foi encontrado escondido sobre as rodas de um camião, em Olhão, tem um familiar em Braga disposto a acolhê-lo. O homem contactou as autoridades depois de ler a notícia que o JN publicou.

A existência deste familiar apanhou de surpresa a Tribunal de Família e Menores de Faro, encarregue do caso, que ontem desenvolveu diligências para conseguir chegar à fala com os pais do rapaz. Fonte ligada ao processo explicou, ao JN, que o contacto com os progenitores "é prioritário" e que "só serão tomadas decisões depois de desenvolvidos todos os esforços nesse sentido".

O menor, que disse ter fugido de uma instituição em Algeciras, Espanha, está no Centro de Atendimento a Toxicodependentes (CAT) de Albufeira, o único local na região que se mostrou disponível para recebê-lo. Segundo foi possível apurar, está bem de saúde e a recompor-se da aventura.

O rapaz chegou a Portugal no sábado à boleia de um camião carregado de peixe, que iniciou viagem no Sul de Marrocos e tinha como destino Pontevedra, na Galiza (ver caixa). O condutor parou no controlo fronteiriço, em Algeciras. Terá sido nessa altura que o jovem saltou para a viatura e se escondeu num dos eixos junto às rodas traseiras. O condutor, El Harsi Mohamed, só voltou a parar na estação de serviço de Olhão, na Via do Infante, por volta das 15.30 horas. Foi aí que se apercebeu do "passageiro". "Disse-me que tinha fugido de uma instituição onde vivia com cerca de uma dezena de crianças. Queria ficar em Espanha e conseguir ter uma vida melhor", explicou o homem.

Apesar de ter viajado cerca de quatro horas junto à roda do veículo pesado, o rapaz não tinha quaisquer ferimentos. Estava em hipotermia, muito sujo e assustado. Da estação de serviço foi levado para o posto da GNR, em Moncarapacho, onde permaneceu até cerca das 20 horas. A técnica da Segurança Social que foi chamada para tratar do caso "teve muitas dificuldades em conseguir encontrar uma instituição com disponibilidade", apurou o JN junto de fonte ligada ao processo. "Não sendo a mais indicada", o CAT foi a única que acedeu.

Chorou e tentou fugir

Durante o tempo em que permaneceu nas instalações da GNR "chorou e estava bastante assustado". Tentou fugir, mas os militares conseguiram apanhá-lo. A mulher de um dos guardas deu-lhe de comer.

Jornal de Noticias

NACIONAL/Centro - Homem desaparecido no cabo Carvoeiro após queda ao mar...

Um homem caiu ao mar, das arribas no cabo Carvoeiro, em Peniche, estando elementos dos bombeiros e da marinha empenhados nas buscas do desaparecido desde a madrugada de hoje, terça-feira.


Homem desaparecido no cabo Carvoeiro após queda ao mar
Buscas para encontrar homem desaparecido após queda ao mar

O acidente ocorreu cerca das 03:10, quando um grupo de três pessoas se encontrava na arriba em frente do restaurante Nau dos Corvos, junto ao farol do cabo Carvoeiro, a norte de Peniche, precisou a mesma fonte.

Vários meios da marinha foram mobilizados para junto do local do acidente, além de um helicóptero da Força Aérea Portuguesa, que entretanto descolou da Base Aérea do Montijo, para tentar encontrar o homem desaparecido.

Nas buscas estão envolvidos 24 bombeiros da corporação de Peniche, vários agentes da Polícia Marítima e a corveta António Enes, parte do dispositivo utilizado nas buscas de quatro pescadores desaparecidos naquelas águas, desde quinta feira passada.


Jornal de Noticias

NACIONAL/Norte - Gangue ameaçou esperar por Domingos para abrir o cofre...

Gangue ameaçou esperar por Domingos para abrir o cofre
Treinador do Braga revelou que já recebeu da seguradora 16 mil euros de indemnização

"Disseram que não saíam da casa sem abrir o cofre, que se fosse preciso esperavam pelo meu marido". A mulher do treinador Domingos Paciência descreveu, ontem, segunda-feira, o pesadelo vivido por ela e os três filhos às mãos do gangue que os assaltou, em Matosinhos.

Isabel Oliveira prestou depoimento, no Tribunal de Matosinhos, como uma das vítimas do grupo de cinco brasileiros que começou a ser julgado por sete assaltos armados (seis residências e um restaurante), entre os dias 9 e 28 de Janeiro do ano passado. Um dos alvos foi, na manhã do dia 22, a residência do actual treinador do Braga, Domingos Paciência, em Lavra (Matosinhos), que não estava em casa na altura no crime.

A mulher do técnico não teve dúvidas em identificar, ontem, dois dos arguidos (Rodrigo C. e Elton F.) como os assaltantes que mantiveram a família sequestrada durante uma hora e meia. Para entrarem na vivenda, aproveitaram a chegada da empregada doméstica, cerca das 7,30 horas, e ameaçaram-na com uma pistola.

"Eles diziam para estarmos calmos, que se fizéssemos o que eles mandavam não nos acontecia nada", contou Isabel Oliveira, sublinhando que a sua preocupação imediata foi a integridade dos três filhos, na altura de oito, 14 e 17 anos. Na maior parte do tempo, tiveram todos de permanecer num dos quartos, vigiados por um dos ladrões.

A dupla pretendia, sobretudo, dinheiro e exigiu insistentemente a abertura do cofre, mas as tentativas revelaram-se infrutíferas, dada a "aflição" das vítimas. Os brasileiros apressaram-se, então, em recolher os artigos de valor e o dinheiro dos rapazes, num total de 140 euros. Entre o material roubado, contam-se playstations, relógios, um máquina de filmar, um computador portátil e serviços de prata. "Os meus filhos ficaram muito perturbados. O mais velho começou a sentir-se muito mal e o mais novo a choramingar", recordou Isabel, acrescentando que, antes da fuga, os assaltantes fecharam os quatro na casa de banho.

Recebiam "para comer"

Os dois filhos mais velhos também testemunharam ontem, assim como Domingos Paciência, que se limitou a confirmar o valor dos bens roubados, entre os quais o Mercedes Classe R que o gangue acabaria por abandonar no Porto. O treinador do Braga revelou que já recebeu da seguradora 16 mil euros de indemnização.

O início do julgamento ficou marcado, igualmente, pelas declarações de quatro dos acusados, que confessaram alguns dos assaltos e apontaram um quinto arguido (Cássio S., que ontem esteve em silêncio) como o cabecilha do grupo, responsável pelo fornecimento das armas e escolha dos alvos e dos operacionais.

Elton, Ésio, Marco e Rodrigo, oriundos de S. Paulo (Brasil), justificaram a sua vinda para Portugal com as promessas de Cássio em arranjar-lhes emprego numa "empresa de electrónica". Ele pagou-lhes as viagens e alojou-os em pensões no nosso país, mas retirou-lhes o passaporte. E em vez do tal trabalho, acabaria por levá-los a fazer reconhecimentos de várias casas para assaltar, pedindo-lhes para "trazer tudo o que fosse de valor" das residências.

Os quatro alegaram que não queriam alinhar no esquema, mas que não tiveram alternativa: "Ficámos sem saída. Não tínhamos como comer". Além disso, contaram que foram coagidos a fazer os roubos, por ameaças feitas às suas famílias. "Ele obrigou-nos", frisou Ésio. O grupo garantiu que o proveito dos crimes era todo encaminhado para Cássio e que este só lhes pagava, em média, "10 euros" para alimentação e estadia.


Jornal de Noticias


REGIONAL/Distrito da Guarda - “Le Jardin”: o circo vem à cidade no TMG...

image 27 de Fevereiro, no Grande Auditório

A crítica rendeu-se a este espectáculo. “Le Jardin” é sistematicamente elogiado pela crítica internacional


É possivelmente um dos mais belos espectáculos que passaram até à data no Teatro Municipal da Guarda. “Le Jardin” do Atelier Lefeuvre e André (França) promete levar a plateia ao rubro com o seu espectáculo de circo cheio de humor e poesia. O encontro está marcado para o próximo sábado, dia 27 de Fevereiro, no Grande Auditório.


O duo dinâmico composto por Didier André e Jean-Paul Lefeuvre traz-nos um espectáculo verdadeiramente completo, onde o teatro a poesia e o novo circo são misturados com mestria e com muito humor e sem palavras. “Le Jardin” é um passeio para meditar sobre a condição humana, umas vezes triste, outras alegre, umas vezes doce, outras amarga. O circo chegou à cidade e vem mostrar-nos o seu maravilhoso jardim, ideal para um passeio em família!


A crítica rendeu-se a este espectáculo. “Le Jardin” é sistematicamente elogiado pela crítica internacional: «Um Jardim rico e inabitado, cheio de emoções, de gargalhadas e de sorrisos. Um espectáculo simples que merece uma sala esgotada»; «Obrigatório! Le jardin está para o espectáculo assim como Haiku está para a poesia japonesa» ou «Um jardim lindo, fresco, inteligente e divertido. Sorrimos, soltamos gargalhadas e depois deixamo-nos levar pela poesia e ficamos abismados com uma interpretação que do início ao fim se desdobra como uma colecção de felizes surpresas.».


Jornal Cidade da Guarda


REGIONAL/Distrito de Viseu - Bombeiros lançam campanha para ajudar criança de 5 anos ...

A abertura de uma conta bancária e a realização de um passeio todo-o-terreno, a 14 de Março, são as iniciativas que constam da campanha "Solidariedade para com o Pedro", levada a cabo pelos Bombeiros Voluntários de Tarouca, para ajudar uma criança, filho de um dos elementos da corporação, que sofre de graves problemas de saúde.
O Pedro tem cinco anos, nasceu cego e ainda não consegue falar nem andar. E, de acordo com o comunicado dos bombeiros, se em relação à cegueira, apenas existe uma remota hipótese de cura, no que toca à locomoção, "há fortes indícios, de que possa a vir caminhar normalmente, após uma intervenção cirúrgica, na zona das ancas".
É precisamente para ajudar as custas do tratamento, que esta campanha está em marcha, uma vez que a criança será alvo de uma intervenção cirúrgica na cidade do México (México).
"Como é óbvio, o objectivo não é ficar por aqui, pois acreditamos que o Pedro vai andar, mas continuar a apoiá-lo nas seguintes fases de tratamento", adiantam os bombeiros.
Para além da conta solidária que foi criada (no balcão do BPI em Lamego, com o número 8-4414901 e o NIB 0010 0000 44149010001 09), os donativos podem ser entregues na central de comunicações dos Bombeiros Voluntários de Tarouca.
Já em relação ao passeio todo-o-terreno, o preço da inscrição é de 30 euros - para jipes e motos. Os acompanhantes pagam 20 euros.

Diário Regional


LOCAL - Granizo na origem de acidente que cortou A25 durante três horas ...

Um choque entre três viaturas obrigou ontem, de manhã, as autoridades a cortar a circulação automóvel na A25, no sentido Viseu-Aveiro.
Um automobilista despistou-
-se, poucos minutos depois das 8h00, cerca de dois quilómetros depois do nó de Vouzela, numa altura em que caia granizo na via. Um autocarro e outro veículo que seguiam na mesma direcção não conseguiram evitar o embate no carro que se tinha imobilizado no meio da estrada. O sinistro provocou dois feridos ligeiros que foram transportados para o Hospital de S. Teotónio de Viseu.
A remoção das viaturas e a limpeza da via duraram cerca de três horas, pelo que a A25 só foi reaberta por volta das 10h30.
Depois disso, as autoridades registaram mais um despiste na A25, a poucos quilómetros do primeiro acidente. O condutor perdeu o controlo sobre a viatura numa curva mais apertada, em que a velocidade máxima é apenas de 100 quilómetros à hora, e "voou" para um caminho paralelo à auto-estrada, capotando, antes de se imobilizar.
O automobilista sofreu ferimentos ligeiros e também foi transportado para o Hospital de Viseu.

Inundações
Em Viseu, a muita chuva que caiu, especialmente à hora do almoço, provocou algumas inundações, mas de acordo com os bombeiros não se registaram grandes problemas.
As situações mais graves verificaram-se mais uma vez no Largo de Santa Cristina, onde já é habitual a praça de táxis ficar inundada, e na Rua Maria do Céu Mendes. Depois de ter ficado condicionada há poucas semanas também devido à chuva, as autoridades foram obrigadas a cortar o trânsito em direcção ao centro da cidade, depois do alcatrão ter levantado junto a uma tampa da rede de saneamento básico com a força da água.
Os bombeiros e os serviços municipalizados também tiveram de intervir nas rotundas Paulo VI e João Paulo II (Viso).
Diversas ruas da cidade, entre as quais a Alexandre Herculano, transformaram-se temporariamente em pequenos riachos, dificultando a vida aos transeuntes que apenas queriam atravessar a estrada.

Alerta laranja
mantém-se
O alerta laranja, decretado ontem pelo Instituto de Meteorologia para a região mantém-se para hoje. De acordo com os especialistas do tempo são esperadas rajadas até 100 km/h nas terras altas, além de condições favoráveis à ocorrência de trovoada e queda de neve acima dos 1.400 metros.
Os períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes, irão também manter-se até, pelo menos, quinta-feira.
Amanhã, deverá ocorrer queda de neve acima dos 900/1.000 metros, subindo a cota para os pontos mais altos da Serra da Estrela. O vento continuará a soprar forte com rajadas até 100 km/h nas terras altas. Registar-se-á uma pequena descida da temperatura mínima e uma pequena subida da temperatura máxima.

Diário Regional