So faltam meses, dias, horas, minutos, e segundos para o ano 2012

Madeleine

Banner1
Click here to download your poster of support

Radio Viseu Cidade Viriato

sábado, 14 de novembro de 2009

Criado uma música para o antigo treinador leonino.


Vai se sentir saudades de ver Paulo Bento no banco do Sporting. Ora por isso decidimos homenagear o antigo treinador leonino como ele merece: com uma música. Mais do que isso, é um hino. O nosso hino ao «senhor tranquilidade».


Veja aqui o vídeo da música link externo.


Trata-se de uma obra (letra e da música) de Vasco Palmeirim. Um novo valor da música nacional que tem a coincidência de ser um admirador de Paulo Bento tão grande quanto nós. Por isso apresentou o hino ao vivo.


Como não queremos que falte nada aos nossos leitores, deixamos aqui a letra da música. Mas o melhor mesmo é ouvir primeiro. Se lhe apetecer muito, até pode cantar connosco. «Forever neste caso foram só quatro meses.»


Letra da música:


Conquistou os sportinguistas desde cedo
Com o seu português de Oviedo
Os adversários tiveram receio
Tinha chegado o mister de risca ao meio


Apostou no losango e na prata da casa
E por duas vezes ganhou a Taça
A Liga não foi uma das suas conquistas
Mas ele vai ficar forever no coração dos sportinguistas


Palavra de presidente


Adeus Paulo Bento vamos ter saudade
Serás para sempre o senhor tranquilidade
O tempo é incerto às vezes
E forever neste caso foram só quatro meses


Quatro anos seguidos no segundo lugar
Mas era aí que Paulo Bento queria estar
Ele queria mais, mas este ano foi complicado
O futebol do Sporting está pior do que o seu relvado


Farto de ver lenços brancos ele disse «eu saio»
E Alvalade mais parece o 13 de Maio
E venha quem vier não há quem consiga
Bater o seu recorde de multas à Liga


Ele faz grandes pausas quando fala
Ele gosta de batatas pala a pala
Gosta de usar fatos e sentir-se bem chique
Não gosta de arbitragens nem do Bayern de Munique


Adeus Paulo Bento vamos ter saudade
Serás para sempre o senhor tranquilidade
O tempo é incerto às vezes
E forever neste caso foram só quatro meses


Cheira bem, cheira a África do Sul

Sonda encontrou quantidades «significativas» de água congelada...


A NASA descobriu quantidades «significativas» de água congelada na Lua, anunciou esta sexta-feira um responsável da agência espacial norte-americana, citado pela Lusa.


No passado dia 9 de Outubro, a NASA lançou uma sonda para procurar vestígios de água na superfície lunar.


A sonda LCROSS (Lunar Crater Observation and Sensing Satellite) embateu próximo da cratera Cabeus, situada no pólo sul da Lua, local que os cientistas julgavam com mais hipóteses de conter vestígios de água.


Antes da sonda, a agência espacial lançou um projéctil com cerca de duas toneladas contra a Lua.

Há fenómenos que não são explicados pela Ciência...


Continua a haver quem garanta que os OVNIS andam aí. E há mesmo cientistas que asseguram que o número de avistamentos de fenómenos cresce de ano para ano.


No entanto, só dez em cada cem casos é que não são explicados pela Ciência. Muito pouco para os mais cépticos, o suficiente para os crentes.




O árbitro sensível...


Aconteceu nas divisões inferiores da Argentina. No jogo entre o Sociedad Sportiva Devoto e o Bernardino Rivadavia, um defesa da segunda equipa evitou um golo do adversário com a mão. O árbitro não teve outra hipótese se não expulsá-lo.


Ricardo Pelleiter não é um árbitro qualquer. Numa função em que muitos colegas são acusados de prepotência, o juiz argentino sabe expulsar um jogador com sensibilidade. Faz-lhe um carinho, abraça-o, mostra o vermelho quase sem energia. Para não ferir susceptibilidades.


Confira como é tudo verdade neste vídeo aqui link externo.

Marinho Pinto considera que Pinto Monteiro não manda na Justiça...


O bastonário das Ordem dos Advogados disse, esta sexta-feira, em Vila Nova de Gaia, que «o procurador-geral da República tem poucos poderes e, em algumas questões, é quase uma Rainha de Inglaterra».


«Quem de facto manda são as tais viscondessas, os viscondes, os barões de que ele falou» há tempos, reforçou Marinho Pinto, em declarações à Lusa, no final de uma conferência sobre o processo de inventário no Tribunal de Gaia.


O bastonário defendeu, aliás, igual ideia perante os advogados presentes, sustentando que quem manda é o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público e o Conselho Superior do Ministério Público, porque, acrescentou, «têm poderes a mais».


Marinho Pinto entende que «é preciso reforçar a componente hierárquica dentro do Ministério Público, cujos magistrados não são independentes, independentes são os juízes».


«A magistratura do Ministério Público está hierarquizada, tem superiores hierárquicos e os inferiores devem obedecer aos superiores», argumenta, concluindo que «isto não é o que acontece em Portugal».


«Os procuradores actuam de acordo com a sua cabeça e agem como de fossem juízes, o que é mau, mas pior ainda é ver alguns juízes a agir nos tribunais como se fossem procuradores, a suprir as insuficiências do inquérito», acrescentou.


Questionado sobre a polémica à volta da validade de certas escutas feitas no âmbito do processo Face Oculta, nomeadamente as que envolvem o primeiro-ministro, Marinho Pinto começou por considerar que o que está a acontecer «é uma vergonha».


«Não se pode pretender que as escutas sejam válidas para o debate político, uma vez que se concluiu que ele estava para ali a dizer umas laracha ou umas coisas que podem ter importância política», defendeu, nunca tendo nomeado quem quer que seja.


O bastonário discorda dos que pensam que as escutas tornam-se válidas porque têm conteúdo político: «Isto não pode ser e a legalidade é para respeitar e não se pode legitimar, a posteriori, violações dessa legitimidade, sobretudo por quem tem por função fazê-la respeitar.»

Fernando Negrão pede que Vieira da Silva retire o que disse...

Fernando Negrão


O deputado do PSD Fernando Negrão exigiu esta sexta-feira que o ministro da Economia, Vieira da Silva, se retrate pelas declarações que fez sobre alegadas escutas ao primeiro-ministro ou então explique como conhece o seu teor, informa a Lusa.


É «inaceitável» ministro acusar MP de «espionagem política»


Em entrevista à Antena 1, o ministro da Economia Vieira da Silva, criticou as eventuais escutas de conversas do primeiro-ministro, José Sócrates, com Armando Vara, registadas no âmbito do processo Face Oculta, no qual este último foi constituído arguido, considerando que as mesmas eram «espionagem política».


Numa reacção a estas declarações, em nome do PSD, Fernando Negrão, considerou que «estão a ser ultrapassadas todas as fronteiras razoáveis do respeito pela separação de poderes».


«Estas declarações deste membro do Governo constituem uma pressão inadmissível sobre o funcionamento da justiça, designadamente no que respeita à autonomia do Ministério Público», acrescentou.


Fernando Negrão defendeu que «é preciso que o senhor ministro explique se conhece o conteúdo das alegadas escutas existentes e, se conhece, como é que chegou ao seu conhecimento, uma vez que ainda não é do conhecimento público».


«Se não conhece, é uma exigência do Estado de direito democrático solicitar-lhe que se retrate, sob pena de isso significar uma ingerência inadmissível no poder judicial e uma ameaça ao Estado de direito», concluiu o deputado do PSD.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Divulgacao

do: SOS


Olá amigos!
Para além do nosso fórum (http://animaisdeninguem.forumeiros.com) para divulgar os que mais perecisam de nós temos um site: http://sites.google.com/site/animaisdeninguem/
Por favor, envie-nos por e-mail anuncios de animais para adopção, pedidos de ajuda etc etc...


Qualquer dúvida contactem-nos por hi5 ou animaisdeninguem@gmail.com
Esperamos por vocês e pelos vossos apelos em animaisdeninguem.forumeiros.com e no nosso site :)


Por favor, ajude-nos a ajudar, por favor DIVULGUE--NOS!
Por favor repasse este e-mail e assine por baixo quem repassar a toda a sua lista de contactos.Para vermos que realmente ajuda :)


Obrigada
Os Animais De Ninguém


____________________
Eu repassei e tu?


Os Animais de Ninguém
FoFoS--ASPAR

Rick Morrissey engoliu as próprias palavras, literalmente...

Jornal


Um jornalista do «Chicago Tribune» decidiu comer papel de jornal! E não foi uma folha qualquer! Rick Morrissey comeu a folha em que estava impressa uma crítica sua, escrita em 2007. Arrependido do que escreveu sobre um basquetebolista, o repórter decidiu penitenciar-se.


O caso remonta a Junho de 2007. No habitual «draft» da NBA os Chicago Bulls garantiram a contratação de Joakim Noah, então com 22 anos. Rick Morrissey decidiu escrever na sua coluna que este jovem era uma má escolha, e que nunca seria um jogador de elevado nível. Mais: prometeu que, caso se enganasse, iria comer a folha de jornal em que foi impressa a sua coluna, com salsa. Dois anos depois teve de cumprir a promessa!


As boas exibições de Noah derrubaram por inteiro a crítica de Morrissey, e o jornalista decidiu cumprir a sua palavra. «Supervisionado» pelo basquetebolista, comeu a folha de jornal.


Veja as imagens:

Noronha de Nascimento vence com maioria absoluta...


O Juiz Conselheiro Noronha Nascimento foi eleito com maioria absoluta, à primeira volta, para novo mandato enquanto Presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), cargo que ocupa desde Outubro de 2006, informa o Supremo em comunicado.


Os bastidores das «guerras» de Noronha e Pinto (vídeo) link externo


Segundo os dados oficiais, os resultados da votação na qual participaram 65 dos 66 juízes Conselheiros foram os seguintes: Juiz Conselheiro Noronha Nascimento, 47 votos; Juiz Conselheiro Santos Cabral, 8 votos; Juiz Conselheiro Nuno Cameira, 7 votos e 3 votos brancos.


Licenciado pela Faculdade de Direito de Lisboa no ano 1966 e Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça desde Maio de 1998, Noronha Nascimento foi Delegado do Procurador da República nas comarcas de Paredes, Pombal e Santo Tirso (1967-1973); Juiz de Direito em Trancoso, Marco de Canaveses, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia e Porto (1973-1990) e Juiz desembargador no Tribunal da Relação de Lisboa (Setembro 1990 ¿ Maio 1998).

Recorde do Guinness foi batido no Algarve...


O recorde do Guinness do maior dominó humano em colchões foi batido, esta quinta-feira, no estádio do Algarve.


Pais, alunos e professores da International School São Lourenço participaram na iniciativa, passando dos 121 para os 244 participantes.


Ainda houve um ensaio antes da tentativa final, em que 244 pessoas, encostadas a um colchão, alinharam-se e deixaram-se derrubar para baterem o recorde.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A campanha para eleger as Sete Maravilhas Naturais de Portugal arrancou na quarta-feira...


Portugal vai eleger, em 2010, as Sete Maravilhas Naturais do país. A campanha arranca já esta quarta-feira. De acordo com o comunicado da New 7 Wonders Portugal, a eleição antecipa a campanha mundial para eleger as «7 Maravilhas da Natureza», em 2011.


A intenção é sensibilizar os portugueses para a necessidade de preservar o património natural do nosso país. Aproveitando o facto de 2010 ser o Ano Internacional da Biodiversidade, o «projecto vem reforçar um movimento ambientalista que cresce a nível global e pretende ser uma referência no contributo para a sustentabilidade ambiental no nosso país».


O projecto conta com o patrocínio do Governo Regional dos Açores. O acordo foi assinado esta quarta-feira, na ilha das Flores, com a presença de Carlos César, presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, Secretário Regional da Economia, Miguel Cymbron, Director Regional do Turismo, Ana Cristina Ávila, presidente da Associação de Turismo dos Açores (ATA), António Vitorino, comissário para as «Maravilhas Naturais de Portugal» e Luís Segadães, presidente da New 7 Wonders Portugal.

Identidade do comprador ainda não foi divulgada...


Um retrato de Michael Jackson assinado por Andy Warhol foi em leilão, em Nova Iorque, por 812.500 dólares, qualquer coisa como 545 mil euros, avança o jornal Le Monde.


A leiloeira, a Christie's, tinha avaliado a obra entre 500 mil e 700 mil dólares.


A identidade do comprador ainda não foi divulgada.
O retrato, datado de 1984, faz parte de uma curta série de pinturas de Warhol representando o «rei da pop» nas suas emblemáticas roupas da época de «Thriller».

Vinho novo e castanhas no São Martinho...



quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Casamentos diminuem e divórcios aumentam mas nascimentos voltaram a superar óbitos...

Crescemos cada vez menos


Não fora o fluxo migratório e, apesar de ter havido mais nascimentos que em 2007, a população portuguesa teria aumentado apenas 314 pessoas no ano passado. O envelhecimento da população continua a agravar-se.


Segundo os dados demográficos, ontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2008, Portugal teve uma taxa de crescimento demográfico de 0,09%, um valor bastante inferior ao registado em 2003 (0,64%) e em 2007 (0,17%) e bem abaixo da média europeia para 2008 (0,43%).


Aliás, este aumento de 9675 habitantes foi conseguido quase exclusivamente à custa do movimento migratório, pois se fossemos a contabilizar apenas o número de nascimentos menos o número de óbitos o saldo seria de uns meros 314 habitantes.


Todavia, até o crescimento populacional à custa dos imigrantes tem vindo a diminuir. Em 2008, houve um movimento migratório de 0,09% (9361 novos imigrantes) enquanto que em 2007 tinha sido do dobro (0,18%). Ou seja, de 2007 para 2008, o número de imigrantes a entrar em Portugal diminuiu para metade. O INE revela que no ano passado o número de nascimentos (104.594) voltou a superar o número de óbitos (104.280). Recorde-se que, em 2007, pela primeira vez em 90 anos de contabilização, tinham morrido mais portugueses do que os que tinham nascido.


Em 2008, registou-se o primeiro aumento significativo (quase dois mil nascimentos a mais do que em 2007) na natalidade desde 2003. O crescimento natural de 2008 - os nascimentos menos os óbitos - foi insignificante: 0,00%, face aos 0,04% de 2003.


Outro dos dados do INE a registar é a diminuição do número de casamentos (de 46.329, em 2007, para 43.228, em 2008), a par de um aumento do número de divórcios (de 25.411 para 26.885). Saliente-se, ainda, que 13% dos matrimónios realizados no ano passado tiveram como, pelo menos, um dos cônjuges um estrangeiro.


Também na natalidade se nota a influência dos cidadãos não nacionais, já que 12% das crianças nascidas em 2008 têm cidadãos estrangeiros como progenitor ou progenitores.


Por último, o INE destaca que a taxa de mortalidade infantil manteve-se abaixo dos 3,5 óbitos de crianças com menos de um ano por mil nados vivos, estabilizando nos 3,3 óbitos.


Estima-se que em 2060 haverá 271 idosos para cada 100 jovens


As projecções do Instituto Nacional de Estatística para o ano de 2060 não são animadoras. A população portuguesa continuará a aumentar só até 2034, atingindo um máximo de 10.898.700 habitantes. A partir daí, será sempre a descer, devendo a população do ano de 2053 igual à actual. Já para 2060, o INE estima uma população total de 10.364.200 indivíduos. Todavia, o aspecto pior das previsões é o cada vez maior envelhecimento dos habitantes e a diminuição dos jovens e da população activa. Se actualmente há 115 idosos para cada 100 jovens, em 2060 esta proporção poderá ser de 271 para 100. Já a população activa (dos 15 aos 64 anos) diminuirá de 67,1% para 55,7% do total e a percentagem dos jovens será de 11,9% em vez dos actuais 15,3%. A proporção de idosos no total da população disparará dos actuais 17,6% para 32,3%.



Jovem de 26 anos saiu ilesa do acidente. Maquinista homenageada...

Graffitis em comboios


Em Boston, nos EUA, uma jovem de 26 anos escapou por milagre à morte na passada sexta-feira, ao ter caído na linha do comboio quando a máquina estava a chegar à estação.


Um vídeo divulgado pelas autoridades de transporte do Estado americano de Massachusetts, mostra o momento dramático em que a mulher alcoolizada cai na linha do comboio quando a máquina se aproxima da plataforma.


A jovem vê o comboio a aproximar-se, atira a beata para o chão e tenta pisá-la, entretanto desequilibra-se e cai na linha completamente desamparada.


As imagens, revelam ainda que os outros passageiros tentavam chamar a atenção do maquinista, noticia o jornal brasileiro G1.


O metro parou quase em cima da mulher que, felizmente, saiu ilesa da plataforma, auxiliada por outros passageiros.


Ao mesmo tempo, a maquinista recebeu uma mensagem via rádio ordenando que accionasse os travões de emergência.


A mulher cuja identidade não foi revelada, levantou-se depois, aparentemente inconsciente do risco que acabara de correr.


A condutora, Clarice Lewis, foi homenageada esta segunda-feira pela administração do Metro de Boston.


Veja aqui o vídeo


Presidente do Hannover confirma morte do antigo guarda-redes do Benfica...


Robert Enke morreu nesta terça-feira, aos 32 anos, colhido por um comboio numa passagem de nível em Hannover, mas em circunstâncias ainda por confirmar.


O guarda-redes do Hannover, antigo jogador do Benfica entre 1999 e 2002, recuperou recentemente de uma infecção, que o afastou dos relvados até à passada semana.


«A polícia telefonou-me e disse-me que Robert Enke estava morto. Recebi a notícia da sua morte às 19.35 horas», disse o presidente do Hannover, Martin Kind.


Também as autoridades confirmam a morte do internacional alemão. «Houve um trágico acidente na passagem de nível de Neustadt am Rübenberge [no distrito de Hannover]», disse Stefan Wittke, director de comunicação da polícia de Hannover.


A polícia de Hannover emitiu, entretanto, um comunicado ao início da noite: «A vitíma é aparentemente o guarda-redes internacional alemão Robert Enke, do Hannover. As primeiras indicações apontam para suicídio.»


Jorg Neblung, amigo e empresário de Enke, não tem dúvidas quanto ao sucedido. «Posso confirmar que foi suicídio. O Robert despediu-se da vida pouco antes das seis da tarde. Será realizada uma conferência de imprensa em Hannover, na quarta-feira, com mais informações», disse o agente que colocou o guarda-redes no Benfica.


Em 2006 Enke perdeu a filha Lara, de dois anos, devido a problemas cardíacos. Uma morte que provocou grandes danos emocionais no guardião. Em 2008, adoptou Leila, então com dois meses.


À família enlutada, o Maisfutebol apresenta sentidas condolências.


Recorde Robert Enke:


terça-feira, 10 de novembro de 2009

Chama-se Sparwasser e marcou o golo da única vitória da Alemanha Oriental sobre a Alemanha Ocidental...

Sparwasser marca golo da vitória da Alemanha Oriental


A história do futebol da Alemanha Oriental está intimamente ligada a um nome: Jurgen Sparwasser. Foi ele que marcou o golo da única vitória sobre a Alemanha Ocidental. O que se tornou um feito capitalizado pelo regime comunista de leste. Até ao dia em que também ele fugiu, como cerca de cinco mil alemães orientais.


20 anos após a queda do Muro, memórias do futebol português link externo


Mas por partes. Primeiro o golo. Aconteceu em Hamburgo, no Mundial organizado pela Alemanha Ocidental. O pontapé vitorioso aos 77m permitiu à Alemanha de Leste ganhar o grupo à frente da Alemanha Ocidental. O que deixou às portas do céu o orgulho do bloco de leste. Até o defunto Estaline exultou na campa.


Sparwasser foi então convertido num menino-propaganda do regime. Uma distinção que o jogador nunca quis. Por isso fugiu. Aproveitou um jogo de veteranos e desertou. Estabeleceu-se em Frankfurt, onde trabalhou como adjunto do Eitracht. Foi na capital financeira da Alemanha que soube da queda do Muro de Berlim.


O golo que foi apenas mais um golo


Ora no dia em que se completam vinte anos sobre a queda do Muro de Berlim, que por essa altura estava mais firme do que um Trabant, o Maisfutebol falou com Sparwasser. Com o auxílio da assessoria de imprensa de Hugo Almeida, ouvimos o herói dizer que «não foi o golo mais importante» da carreira dele.


Sparwasser não quer ser lembrando como uma arma da Guerra Fria. «Na época existia uma grande rivalidade e eu fiquei obviamente feliz com o golo. Mas foi um jogo como outro do Mundial. Disseram que eu fiquei rico, mas não é verdade. O golo só me deu fama e a fama deu-me oportunidades».


A deserção para a Alemanha Ocidental


As oportunidades surgiam porém condicionadas pelo regime e pela Stasi. O que Sparwasser nunca aceitou. Por isso em 1988, já depois de encerrar a carreira de jogador e um ano antes da queda do muro de Berlim, fugiu para a Alemanha Ocidental. Aproveitou uma viagem a Frankfurt e ficou lá.


«Dava aulas na universidade e fui indicado para treinador do Magdeburgo. Mas só queria dar aulas. Era um momento político diferente e não podia dizer-se que não. Para não acabar com as perspectivas de carreira fui obrigado a sair. Não poderia ficar e continuar na universidade, o regime não me dava essa escolha.»


Um caso que não foi único entre heróis


Curiosamente Sparwasser não foi o único desertor do regime. Lutz Eigendorf, defesa da selecção e do Dínamo de Berlim (o clube da Stasi) também fugiu. Aproveitou um jogo com o Kaiserlautern e nunca mais regressou ao lado oriental do Muro. Eigendorf teve porém um fim bem mais trágico.


A deserção aconteceu em 1979, numa altura em que o fim da divisão ainda estava longe. Pouco depois de fugir, Eigendorf morreu na sequência de um acidente de automóvel. Na altura disse-se que o jogador estava bêbado. Após a queda do Muro, descobriu-se que o acidente tinha sido provocado pela Stasi.


Vinte anos depois da queda do Muro, Sparwasser diz que são episódios da história. «A Alemanha Oriental foi integrada na Alemanha Ocidental e as diferenças foram sendo absorvidas.» Só quer saber de futebol. «Aquele jogo foi muito marcante e é um motivo de celebração independente de qualquer questão política.»


Veja o golo de Sparwasser:


Presidente da CEP falou de casamentos gays e de Educação...


O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) admitiu, esta segunda-feira, em Fátima, que se perspectiva «uma nova fase de relacionamento» com o poder civil, prometendo cooperação e diálogo com o Governo.


«Este é o tempo de mudança de Governo e, neste sentido, perspectiva-se uma nova fase de relacionamento com o poder civil», disse D. Jorge Ortiga, na abertura da Assembleia Plenária da CEP, considerando que «o trabalho só faz sentido se dinamizado em conjunto com múltiplos parceiros».


Afirmando ser «consensual a autonomia entre Igreja e Estado», o presidente da CEP acrescentou que «a laicidade, longe de ser um lugar de colisão, é realmente um âmbito para um diálogo construtivo no espírito dos valores, de liberdade, de igualdade e de fraternidade».


«Este diálogo construtivo é o nosso permanente compromisso. Queremos continuar a cooperar na linha da Lei da Liberdade Religiosa», declarou, alertando, contudo, que o diploma «consigna que não pode ser tratado como igual o que é diferente» e «cria espaço legal para uma Concordata que testemunha o específico da Igreja Católica nos vários quadrantes».



«Há ainda muitos muros para derrubar»


O responsável criticou as «concepções de igualdade» que ignoram a diferença entre homem e mulher e a ideologia apostada em redefinir a família, o casamento, a procriação e a adopção.


«Continua a infiltrar-se, em muitos de uma maneira camuflada, a teoria do género, como verdadeira ideologia apostada em redefinir a família, a relação matrimonial, a procriação e a adopção», afirmou.


O arcebispo primaz de Braga acrescentou que «determinadas concepções de igualdade pretendem sublinhar a diferença natural entre o homem e a mulher como irrelevante e propõem a uniformidade de todos os indivíduos como se fossem sexualmente indiferenciados».


«Assim julga-se que cada indivíduo tem o direito de concretizar livremente e, em muitos casos, até mudar as próprias escolhas segundo as suas preferências, desejos ou inclinações», declarou, observando que «as uniões homossexuais pretendem apresentar-se com estatuto idêntico à família».


Considerando existir uma «verdadeira campanha ideológica», prometeu que a Igreja Católica nunca se vai cansar de «denunciar campanhas que pretendem dar uma orientação contrária às características que, queiramos ou não, se revestem de uma dimensão cultural e antropológica e que, por essa razão, nunca podem ser consideradas ultrapassadas».


«Em muitos casos seremos incompreendidos, mas o que julgamos ser a verdade sobre a vida humana deve prevalecer sobre o que é considerado política ou socialmente correcto ou até sobre os aplausos da opinião pública reinante», anotou.


«Urge, por isso, a responsabilidade de restituir aos sagrados princípios da liberdade, igualdade e saúde os seus verdadeiros conteúdos», defendeu, reiterando que «o papel da Igreja será sempre de proposta e defesa da dignidade humana».


D. Jorge Ortiga defendeu ainda que a Educação é uma prioridade para o país. «Torna-se prioritário olhar para a Educação e reconhecê-la como elemento estruturante da sociedade portuguesa, comportando responsabilidades tanto ao nível social como para a Igreja», afirmou.


Admitindo que «algumas coordenadas do ensino em Portugal» inquietam a Igreja Católica, o presidente da CEP observou que «importa ter a coragem de o repensar e não adoptar soluções parciais ao sabor dos ventos e conveniências».


«Por Educação não podemos entender uma mera transmissão de conhecimentos ou ideias, é necessário ter a capacidade de abrir horizontes e procurar a totalidade da pessoa nas suas múltiplas dimensões, intelectual, afectiva e espiritual», disse.

Acidente fez ainda onze feridos...


Uma colisão entre vários veículos provocou dois mortos, esta tarde, em Coruche, na EN114, segundo confirmou a fonte do INEM. Há ainda onze feridos, dois graves e nove ligeiros.


Uma das vítimas mortais era o condutor de um dos autocarros, que já se encontrava cadáver quando o INEM chegou ao local, e a outra é uma mulher de 70 anos, que esteve a ser desencarcerada, mas não resistiu aos ferimentos nem respondeu às tentativas de reanimação.


O acidente deu-se ao quilómetro 101 da EN114, no sentido Almeirim-Coruche, e o trânsito está cortado nos dois sentidos.


Fonte do INEM adiantou que estiveram envolvidos na colisão duas viaturas ligeiras, um pesado de mercadorias e dois autocarros de passageiros, sendo que um teve apenas danos materiais.


Há dois feridos em estado grave, com fracturas expostas, que não correm risco de vida. As restantes nove vítimas têm ferimentos ligeiros, como pernas e braços partidos.


No local estão três VMER, 14 ambulâncias e um helicóptero do INEM, que iria transportar a mulher que estava encarcerada para Lisboa. Segundo o site da Autoridade Nacional de Protecção Civil, estão 60 bombeiros no local, apoiados por 22 viaturas.


Os onze feridos foram transportados para o Hospital de Santarém.


Até ao momento já chegaram três feridos, confirmou fonte hospitalar sem no entanto, especificar qual o seu estado de saúde.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Capital alemã comemora os 20 anos da queda da barreira que a separou durante 28...


O porta-voz do politburo do Partido Socialista da Unidade da Alemanha falava há já cerca de uma hora, durante uma enfadonha conferência de imprensa, quando o correspondente da agência italiana Ansa, Riccardo Ehrman, o questionou sobre um tema sensível: a liberdade de viajar para os alemães de Leste. Foi nessa altura, quando muitos repórteres já tinham abandonado a sala, que Günter Schabowski transformou a noite de 9 de Novembro na mais importante da história germânica recente. «Decidimos hoje... hum... implementar uma regulação que permite qualquer cidadão da República Democrática da Alemanha... hum... deixar a Alemanha de Leste por qualquer um dos postos fronteiriços», disse o porta-voz.


O relato desta declaração histórica de Schabowski é do jornalista da Reuters Volker Warkentin. O relógio, recorda, marcava 18:53. Depois de ter ouvido da boca do responsável comunista que a medida tinha efeitos «imediatos», correu para o escritório da agência. «ALEMÃES DE LESTE AUTORIZADOS A PARTIR PARA A ALEMANHA OCIDENTAL COM EFEITO IMEDIATO - DISSE SCHABOWSKI». Foi com este despacho de alerta que Warkentin se tornou o primeiro a dar a notícia. Daí a dois minutos, a informação começava a ser difundida em larga escala. Pouco depois, Berlim Leste desfilava para os postos de controlo e para o muro. Saber-se-ia, posteriormente, que Günter Schabowski se precipitara. As alterações só deveriam ter sido comunicadas no dia seguinte, com as regras a permitiriam a saída do território, mas apenas após a concessão de visto.


Demasiado tarde. A decisão pretendida sufocara entre as hesitações da declaração do porta-voz, num anúncio feito demasiado cedo. Demasiado cedo do ponto de vista do politburo. Demasiado tarde para quem vivera 28 anos numa cidade dividida, com um muro a mais. Milhares de berlinenses reivindicaram o direito de passagem nessa noite.


Os guardas fronteiriços, habitualmente com ordens para disparar, mas sem ordens muito claras nessa altura sobre o que fazer com a informação que rebentara nas rádios e televisões, pouco antes, acabaram por não conter a corrente. Como numa barragem saturada, abriram-se as comportas. Sem disparos das torres de vigia, sem cães, sem electricidade nas vedações. Os berlinenses dos dois lados da fronteira abraçavam-se. Maior parte, perfeitos desconhecidos. Mas como se esperassem pelos braços uns dos outros toda a vida. A 3 de Outubro, um abraço mais longo reunificaria a Alemanha.


Barreira «anti-fascista»


Um salto no tempo. Antes da claustrofobia total, na Alemanha de Leste, envolvida pela esfera soviética, Berlim era a cidade símbolo do pós-guerra. Talhada em quatro sectores de influência: norte-americano, britânico, francês e soviético. Os vencedores tinham, inicialmente, o objectivo de reunificar a Alemanha. Mas um novo conflito, a Guerra Fria, congelou o projecto. A debandada iniciou-se. Calcula-se que até três milhões de alemães terão passado para o Ocidente. Berlim tornou-se uma espécie de enclave, envolvido por quase meio milhão de soldados do exército vermelho. Era uma porta no coração do Leste aberta para o outro lado. Na noite de 12 para 13 de Agosto de 1961 essa porta fechou-se.


Três dias depois, no decalque do arame farpado, ergueu-se um extenso muro, a que o líder alemão de Leste de então, Walter Ulbricht, chamaria «a barreira de protecção anti-fascista». O regime tentou suster a fuga com 3,6 metros de altura de betão ao longo de dezenas de quilómetros. Logo no dia 15, Conrad Schumann, um jovem soldado, tornou-se no primeiro fugitivo. Só se deixou apanhar pelas câmaras, que fixaram para a história o momento. Quatro dias depois, o muro faria a primeira vítima. Os números negros de quase três décadas não são consensuais. A Fundação Muro de Berlim aponta 136 mortos. Mas há quem refira que foram mais de duas centenas os que morreram a tentar chegar ao Ocidente.




O sangue não desfez a barreira. Nem as palavras do presidente norte-americano John Kennedy, que, em 26 de Junho de 1963, foi à cidade e, em solidariedade com as vítimas da divisão, declarou-se «um berlinense». A estrutura era o rosto visível da cortina de ferro e do mundo bipolar, equilibrado em duas montanhas nucleares. Só mais de duas décadas depois do «Ich Bin ein Berliner» de Kennedy, os dois mundos arriscariam espreitar cautelosamente para o outro lado da vedação.


A chegada de Mikhail Gorbachev ao Kremlin, em Março de 1985, introduziu duas palavras novas no dicionário político soviético, que seriam exportadas para os do Ocidente. «Glasnost» (transparência) e «perestroika» (reestruturação) tornaram-se os mantras da ruptura interna e a chave para uma abertura ao resto do mundo. As palavras de Ronald Reagan, em Junho de 1987, junto às Portas de Brandemburgo - «Sr. Gorbachev deite este muro abaixo» -, terão ecoado de forma diferente em Moscovo das de Kennedy duas décadas antes. Já em Berlim Leste seriam vistas como mais uma intromissão. A RDA de Erich Honecker - que vaticinara que o muro duraria ainda mais um século - mostrava-se irredutível.


A nova face soviética permitiu, contudo, que se abrissem brechas no Pacto de Varsóvia. No Verão de 1989, a Hungria retiraria o arame farpado disposto na fronteira com a Áustria e tornar-se-ia subitamente um destino de «férias» para muitos alemães de Leste. O objectivo era passar para o outro lado. Berlim comunista proibiria as viagens para a Hungria, mas mesmo assim milhares conseguiriam passar, depois de se terem refugiado na embaixada da RFA. O episódio repetir-se-ia na Checoslováquia.


De Alexanderplatz para o outro lado


À pressão interna, Honecker parecia mais inclinado a responder com uma «solução chinesa» - Tiananmen era uma memória fresca - para travar as manifestações e aos protestos de rua. De Moscovo, Gorbachev segurava as balas nos carregadores. A 7 de Outubro, o líder soviético iria a Berlim, para as comemorações do 40º aniversário da Alemanha de Leste. Durante uma parada, uma multidão de jovens disciplinados trocou os slogans ensaiados por uma exclamação entusiástica espontânea: «Gorbi, Gorbi». Honecker não resistiria muito mais. A 18 de Outubro seria substituído por Egon Krenz.


A contestação não cessou. A 4 de Novembro, a Alexanderplatz, em Berlim, acolheu quase meio milhão de manifestantes. Pediam democracia e abertura. Cinco dias depois, as ruas da cidade voltariam a encher-se. Mas para celebrar o «efeito imediato» que tinha sido anunciado por Günter Schabowski. Volker Warkentin, que vivia no Ocidente da cidade, conta que habitualmente passava rapidamente para o outro lado. Bastava exibir a acreditação de imprensa e o passaporte da RFA. Nessa noite, diz, colunas de carros entupiram as ruas. Toda a gente queria ir passar à zona Oeste da cidade. Ele preferiu esperar mais um bocado: «Normalmente não me emociono - com nada. Mas a visão da fronteira, normalmente vazia, cheia com hordas de pessoas a celebrar o fim da Guerra Fria, apanhou-me. Parei à beira da estrada e comecei a chorar».

Governo estuda possibilidade de abolir as que dizem respeito aos internamentos e cirurgias...


A taxas moderadoras nas cirurgias e internamentos poderão acabar no próximo ano. Este recuo do Governo acontece depois de o Executivo ter chumbado propostas da oposição nesse sentido.


A notícia faz manchete este domingo no «Diário de Notícias». Em declarações o Ministério da Saúde disse que o tema está na mesa das discussões do Orçamento de Estado para 2010.


O tema foi discutido várias vezes no Parlamento com a oposição a exigir o fim destas taxas. Mas a ministra Ana Jorge recusou a ideia deixando uma porta aberta para o futuro.

Presidente francês é co-príncipe de Andorra...


O presidente francês manifestou o seu pesar pelo acidente que matou cinco portugueses e feriu outros seis em Andorra e disse ter ficado «emocionado» com a tragédia.


«Foi um choque», diz comunidade portuguesa


Nicolas Sarkozy é, em conjunto com o Bispo de Urgell, co-príncipe de Andorra e colocou «todo o apoio e solidariedade» da França ao dispor do principado, segundo cita a Lusa.


O acidente aconteceu este sábado nas obras do túnel de Dos Valires de Andorra. O governo de Andorra já anunciou que as obras vão parar até que sejam conhecidos todos os dados técnicos que permitam esclarecer as causas do acidente.


Um dos trabalhadores que esteve preso nos destroços durante várias horas e foi retirado com vida acabou por morrer no hospital.


Os corpos das restantes vítimas mortais ainda estão sob a estrutura que se abateu, coberta pela neve que cai em Andorra, disse uma fonte da Secretaria de Estado e das Comunidades.


A mesma fonte garantiu que todos os feridos e as famílias estão a receber apoio do Governo português. O vice-cônsul e o cônsul já visitaram o paciente mais grave, que se encontra internado num hospital de Barcelona, onde foi operado. Este ferido, que esteve nos cuidados intensivos, já se encontra fora de perigo e está a recuperar.


Carlos Videira, um dos trabalhadores que estava na obra, contou como escapou à queda do viaduto (veja o vídeo link externo).

domingo, 8 de novembro de 2009

So visto...

O Super-Mayor...

Londres


O mayor de Londres, Boris Johnson, protagonizou um insólito episódio numa rua da zona de Camden, no norte da cidade, quando saiu, montando em cima da sua bicicleta, em auxílio de uma mulher que estava a ser atacada por um grupo de raparigas.


Segundo relata hoje a imprensa britânica, o episódio segunda-feira à noite e a vítima trata-se da realizadora Franny Armstrong, que ao ser rodeada pelas agressoras, uma delas com uma barra de ferro na mão, gritou por socorro.


Foi nessa altura que apareceu Boris Johnson, que passava pelo local de bicicleta. Depois de ter parado para socorrer Armstrong, o líder da autarquia da capital inglesa, ainda terá perseguido as raparigas, que se puseram em fuga.


De acordo com a edição electrónica do jornal «The Guardian», Boris Johnson ainda fez questão de acompanhá-la até casa. «Ele foi o meu cavaleiro numa bicicleta brilhante», disse.



Ivan Lins quer abrir uma escola de arte e criar uma orquestra na Cova da Moura...


É um dos grandes compositores do Brasil, mas confessa-se mais português que brasileiro. Esta quinta-feira, Ivan Lins pegou no talento e na fama e levou-os a um dos bairros problemáticos da grande Lisboa: a Cova da Moura. Foi na «favela» portuguesa que o músico diz ter começado um novo «projecto de vida», anunciou que vem viver para Portugal e prometeu cantar com os seus amigos no bairro.


A visita foi combinada à «última hora», mas para Ivan Lins deu frutos. «Este vai ser o projecto da minha vida a partir de hoje», confessa o autor dentro de uma das principais salas da Associação de Solidariedade Social do Alto da Cova da Moura (ASSACM) que desde de 1980 apoia a comunidade de seis mil pessoas. A pequena encosta da Amadora, composta sobretudo pela comunidade cabo cabo-verdiana, cresceu com a forma de «favela», o que a distingue dos restantes bairros sociais na área metropolitana de Lisboa.


Fascinado com Portugal, o músico brasileiro não deixou de «abraçar» a comunidade e projectar para o bairro uma «escola de arte», como explicou: «Conseguir trazer para o Alto Cova da Moura uma escola de música, uma escola de arte. Não só de música, mas também de Ballet, teatro e conseguir formar uma orquestra sinfónica aqui».


Ivan Lins explica como surgiu a ideia: «Foi quando conversei com Manuel Ferreira que apoia os projectos desta comunidade. A primeira coisa que me passou pela cabeça foi fazer este projecto à semelhança do que já existe no Brasil. Vamos tentar juntar pessoas, grupos privados. Vamos começar com uma consulta à Fundação Montepio. Acho que realmente é um projecto de vida que tenho».


«Canta uma música»


O cantor visitou a ASSACM e foi recebido com entusiasmo pelas crianças. «Canta uma música», pediu um dos jovens. Ivan não se fugiu ao desafio e depressa cantarolou «Madalena» para o encanto dos mais novos.


A vinda de Ivan Lins à Cova da Moura foi apadrinhada pelo gerente do balcão do Montepio da Damaia, Manuel Ferreira, que juntamente com o cantor e a associação tentam lançar o projecto no bairro. «Nós estamos a começar a concretizar. Com todos os conhecimentos que tenho, vamos tentar arranjar projectos e eventos para conseguir fundos», adiantou Ivan Lins.


«Vou trazer os meus amigos para cantar de graça»


O projecto deu hoje os primeiros passos e apesar das dificuldades, o compositor brasileiro garante que tudo fará para fazer do sonho uma realidade. «Os concertos são o mais importante. Para gerar fundos e conseguir verbas necessárias para os projectos prioritários, primeiro os daqui: criar mais postos de saúde, melhorar as instalações e dar assistência à comunidade. Essa é a prioridade número um e vamos tentar conseguir fundos para isso através de espectáculos. Vou tentar trazer aqui os meus amigos para cantarem de graça».


Questionado sobre as diferenças entra a realidade portuguesa e brasileira, Ivan Lins explica que «são comunidades carentes em todo o mundo. Acho que aqui pode-se criar uma grande visibilidade para que sirva de exemplo para outras experiências no mesmo sentido».


«Mais português que brasileiro»


De coração aberto a Portugal, o brasileiro confessa que já comprou casa em Lisboa e que viver em Portugal é um dos seus objectivos de vida. «Tô querendo [viver] mais aqui, que no Brasil. Já tenho uma vida muito pronta no Brasil. Estando em Portugal, estou na Europa. Tenho a minha música internacionalizada e estando aqui é mais fácil me envolver e cantar para outras pessoas, outros povos».


Sobre o amor às terras lusitanas, o autor de «Lembra de mim», explica o que sente: «Portugal é a minha segunda pátria. Tem momentos que eu ando aqui nas ruas de Lisboa e me sinto mais português que brasileiro, mas é uma coisa muito particular minha, de formação».

Todas as vítimas mortais são portuguesas. Trabalhador retirado com vida sábado à noite, não resistiu e faleceu no hospital...


A derrocada de um viaduto em obras, à saída do túnel de Dos Valires, em Massana, Andorra, matou pelo menos quatro portugueses e feriu seis, que já foram hospitalizados. De acordo com a Secretaria de Estado das Comunidades, há ainda um desaparecido, que deverá estar morto.


Um outro trabalhador, que esteve preso nos escombros durante várias horas, foi retirado com vida e levado para o hospital, mas acabou por falecer.


Já era noite quando o trabalhador foi retirado e não aguentou, após demasiadas horas preso no cimento. Segundo fontes no local a principal causa terá sido a hipotermia.


O Governo português não pôde ainda confirmar que a pessoa desaparecida seja cidadão nacional, embora uma fonte no local tenha dito que sim. A confirmar-se a morte desta pessoa, serão cinco as fatalidades.


Ao final da tarde de sábado, uma fonte da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas confirmava que havia «três portugueses mortos confirmados». «Há cinco feridos em Andorra e um, em estado grave, que foi transportado para Barcelona», apontou ainda a mesma fonte.


Agora com mais um óbito o número oficial sobe para quatro. Contando com o trabalhador ainda desaparecido, a cifra final deverá ficar em cinco vítimas mortais.


Em declarações à Lusa, o conselheiro das comunidades portuguesas em Andorra, José Manuel Silva disse este domingo de manhã que «quanto ao ferido grave em Barcelona temos informação que está fora de perigo.


Em declarações o empresário António Martins, que se encontra no local, disse que a pessoa também será portuguesa. A mesma fonte avançara, anteriormente, que duas das vítimas mortais seriam das regiões do Gerês e de Trás-os-Montes.


No local, estão as autoridades e os bombeiros. «Há um monte de ferro e betão», contou António Martins. «A polícia e os bombeiros não nos dizem nada», acrescentou a meio da tarde o português, que não assistiu ao acidente, que aconteceu por volta das 11h (em Lisboa), mas chegou pouco depois ao local.


«O cimento ficou duro e prejudicou o trabalho dos bombeiros», contou o empresário que assistiu à retirada das vítimas dos escombros e disse anteriormente que se ouviam gritos vindos dos destroços da estrutura que se abateu.


Na obra, trabalham cerca de 100 portugueses, disse António Martins. «95% dos trabalhadores são portugueses», garantiu.


As autoridades ainda não avançaram qual o motivo para a derrocada, mas já foi aberto um inquérito ao caso, que não é inédito. Outros dois acidentes anteriores na mesma obra provocaram a morte de outros dois portugueses.