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So faltam meses, dias, horas, minutos, e segundos para o ano 2012

Madeleine

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Radio Viseu Cidade Viriato

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Capital alemã comemora os 20 anos da queda da barreira que a separou durante 28...


O porta-voz do politburo do Partido Socialista da Unidade da Alemanha falava há já cerca de uma hora, durante uma enfadonha conferência de imprensa, quando o correspondente da agência italiana Ansa, Riccardo Ehrman, o questionou sobre um tema sensível: a liberdade de viajar para os alemães de Leste. Foi nessa altura, quando muitos repórteres já tinham abandonado a sala, que Günter Schabowski transformou a noite de 9 de Novembro na mais importante da história germânica recente. «Decidimos hoje... hum... implementar uma regulação que permite qualquer cidadão da República Democrática da Alemanha... hum... deixar a Alemanha de Leste por qualquer um dos postos fronteiriços», disse o porta-voz.


O relato desta declaração histórica de Schabowski é do jornalista da Reuters Volker Warkentin. O relógio, recorda, marcava 18:53. Depois de ter ouvido da boca do responsável comunista que a medida tinha efeitos «imediatos», correu para o escritório da agência. «ALEMÃES DE LESTE AUTORIZADOS A PARTIR PARA A ALEMANHA OCIDENTAL COM EFEITO IMEDIATO - DISSE SCHABOWSKI». Foi com este despacho de alerta que Warkentin se tornou o primeiro a dar a notícia. Daí a dois minutos, a informação começava a ser difundida em larga escala. Pouco depois, Berlim Leste desfilava para os postos de controlo e para o muro. Saber-se-ia, posteriormente, que Günter Schabowski se precipitara. As alterações só deveriam ter sido comunicadas no dia seguinte, com as regras a permitiriam a saída do território, mas apenas após a concessão de visto.


Demasiado tarde. A decisão pretendida sufocara entre as hesitações da declaração do porta-voz, num anúncio feito demasiado cedo. Demasiado cedo do ponto de vista do politburo. Demasiado tarde para quem vivera 28 anos numa cidade dividida, com um muro a mais. Milhares de berlinenses reivindicaram o direito de passagem nessa noite.


Os guardas fronteiriços, habitualmente com ordens para disparar, mas sem ordens muito claras nessa altura sobre o que fazer com a informação que rebentara nas rádios e televisões, pouco antes, acabaram por não conter a corrente. Como numa barragem saturada, abriram-se as comportas. Sem disparos das torres de vigia, sem cães, sem electricidade nas vedações. Os berlinenses dos dois lados da fronteira abraçavam-se. Maior parte, perfeitos desconhecidos. Mas como se esperassem pelos braços uns dos outros toda a vida. A 3 de Outubro, um abraço mais longo reunificaria a Alemanha.


Barreira «anti-fascista»


Um salto no tempo. Antes da claustrofobia total, na Alemanha de Leste, envolvida pela esfera soviética, Berlim era a cidade símbolo do pós-guerra. Talhada em quatro sectores de influência: norte-americano, britânico, francês e soviético. Os vencedores tinham, inicialmente, o objectivo de reunificar a Alemanha. Mas um novo conflito, a Guerra Fria, congelou o projecto. A debandada iniciou-se. Calcula-se que até três milhões de alemães terão passado para o Ocidente. Berlim tornou-se uma espécie de enclave, envolvido por quase meio milhão de soldados do exército vermelho. Era uma porta no coração do Leste aberta para o outro lado. Na noite de 12 para 13 de Agosto de 1961 essa porta fechou-se.


Três dias depois, no decalque do arame farpado, ergueu-se um extenso muro, a que o líder alemão de Leste de então, Walter Ulbricht, chamaria «a barreira de protecção anti-fascista». O regime tentou suster a fuga com 3,6 metros de altura de betão ao longo de dezenas de quilómetros. Logo no dia 15, Conrad Schumann, um jovem soldado, tornou-se no primeiro fugitivo. Só se deixou apanhar pelas câmaras, que fixaram para a história o momento. Quatro dias depois, o muro faria a primeira vítima. Os números negros de quase três décadas não são consensuais. A Fundação Muro de Berlim aponta 136 mortos. Mas há quem refira que foram mais de duas centenas os que morreram a tentar chegar ao Ocidente.




O sangue não desfez a barreira. Nem as palavras do presidente norte-americano John Kennedy, que, em 26 de Junho de 1963, foi à cidade e, em solidariedade com as vítimas da divisão, declarou-se «um berlinense». A estrutura era o rosto visível da cortina de ferro e do mundo bipolar, equilibrado em duas montanhas nucleares. Só mais de duas décadas depois do «Ich Bin ein Berliner» de Kennedy, os dois mundos arriscariam espreitar cautelosamente para o outro lado da vedação.


A chegada de Mikhail Gorbachev ao Kremlin, em Março de 1985, introduziu duas palavras novas no dicionário político soviético, que seriam exportadas para os do Ocidente. «Glasnost» (transparência) e «perestroika» (reestruturação) tornaram-se os mantras da ruptura interna e a chave para uma abertura ao resto do mundo. As palavras de Ronald Reagan, em Junho de 1987, junto às Portas de Brandemburgo - «Sr. Gorbachev deite este muro abaixo» -, terão ecoado de forma diferente em Moscovo das de Kennedy duas décadas antes. Já em Berlim Leste seriam vistas como mais uma intromissão. A RDA de Erich Honecker - que vaticinara que o muro duraria ainda mais um século - mostrava-se irredutível.


A nova face soviética permitiu, contudo, que se abrissem brechas no Pacto de Varsóvia. No Verão de 1989, a Hungria retiraria o arame farpado disposto na fronteira com a Áustria e tornar-se-ia subitamente um destino de «férias» para muitos alemães de Leste. O objectivo era passar para o outro lado. Berlim comunista proibiria as viagens para a Hungria, mas mesmo assim milhares conseguiriam passar, depois de se terem refugiado na embaixada da RFA. O episódio repetir-se-ia na Checoslováquia.


De Alexanderplatz para o outro lado


À pressão interna, Honecker parecia mais inclinado a responder com uma «solução chinesa» - Tiananmen era uma memória fresca - para travar as manifestações e aos protestos de rua. De Moscovo, Gorbachev segurava as balas nos carregadores. A 7 de Outubro, o líder soviético iria a Berlim, para as comemorações do 40º aniversário da Alemanha de Leste. Durante uma parada, uma multidão de jovens disciplinados trocou os slogans ensaiados por uma exclamação entusiástica espontânea: «Gorbi, Gorbi». Honecker não resistiria muito mais. A 18 de Outubro seria substituído por Egon Krenz.


A contestação não cessou. A 4 de Novembro, a Alexanderplatz, em Berlim, acolheu quase meio milhão de manifestantes. Pediam democracia e abertura. Cinco dias depois, as ruas da cidade voltariam a encher-se. Mas para celebrar o «efeito imediato» que tinha sido anunciado por Günter Schabowski. Volker Warkentin, que vivia no Ocidente da cidade, conta que habitualmente passava rapidamente para o outro lado. Bastava exibir a acreditação de imprensa e o passaporte da RFA. Nessa noite, diz, colunas de carros entupiram as ruas. Toda a gente queria ir passar à zona Oeste da cidade. Ele preferiu esperar mais um bocado: «Normalmente não me emociono - com nada. Mas a visão da fronteira, normalmente vazia, cheia com hordas de pessoas a celebrar o fim da Guerra Fria, apanhou-me. Parei à beira da estrada e comecei a chorar».

Governo estuda possibilidade de abolir as que dizem respeito aos internamentos e cirurgias...


A taxas moderadoras nas cirurgias e internamentos poderão acabar no próximo ano. Este recuo do Governo acontece depois de o Executivo ter chumbado propostas da oposição nesse sentido.


A notícia faz manchete este domingo no «Diário de Notícias». Em declarações o Ministério da Saúde disse que o tema está na mesa das discussões do Orçamento de Estado para 2010.


O tema foi discutido várias vezes no Parlamento com a oposição a exigir o fim destas taxas. Mas a ministra Ana Jorge recusou a ideia deixando uma porta aberta para o futuro.

Presidente francês é co-príncipe de Andorra...


O presidente francês manifestou o seu pesar pelo acidente que matou cinco portugueses e feriu outros seis em Andorra e disse ter ficado «emocionado» com a tragédia.


«Foi um choque», diz comunidade portuguesa


Nicolas Sarkozy é, em conjunto com o Bispo de Urgell, co-príncipe de Andorra e colocou «todo o apoio e solidariedade» da França ao dispor do principado, segundo cita a Lusa.


O acidente aconteceu este sábado nas obras do túnel de Dos Valires de Andorra. O governo de Andorra já anunciou que as obras vão parar até que sejam conhecidos todos os dados técnicos que permitam esclarecer as causas do acidente.


Um dos trabalhadores que esteve preso nos destroços durante várias horas e foi retirado com vida acabou por morrer no hospital.


Os corpos das restantes vítimas mortais ainda estão sob a estrutura que se abateu, coberta pela neve que cai em Andorra, disse uma fonte da Secretaria de Estado e das Comunidades.


A mesma fonte garantiu que todos os feridos e as famílias estão a receber apoio do Governo português. O vice-cônsul e o cônsul já visitaram o paciente mais grave, que se encontra internado num hospital de Barcelona, onde foi operado. Este ferido, que esteve nos cuidados intensivos, já se encontra fora de perigo e está a recuperar.


Carlos Videira, um dos trabalhadores que estava na obra, contou como escapou à queda do viaduto (veja o vídeo link externo).

domingo, 8 de novembro de 2009

So visto...

O Super-Mayor...

Londres


O mayor de Londres, Boris Johnson, protagonizou um insólito episódio numa rua da zona de Camden, no norte da cidade, quando saiu, montando em cima da sua bicicleta, em auxílio de uma mulher que estava a ser atacada por um grupo de raparigas.


Segundo relata hoje a imprensa britânica, o episódio segunda-feira à noite e a vítima trata-se da realizadora Franny Armstrong, que ao ser rodeada pelas agressoras, uma delas com uma barra de ferro na mão, gritou por socorro.


Foi nessa altura que apareceu Boris Johnson, que passava pelo local de bicicleta. Depois de ter parado para socorrer Armstrong, o líder da autarquia da capital inglesa, ainda terá perseguido as raparigas, que se puseram em fuga.


De acordo com a edição electrónica do jornal «The Guardian», Boris Johnson ainda fez questão de acompanhá-la até casa. «Ele foi o meu cavaleiro numa bicicleta brilhante», disse.



Ivan Lins quer abrir uma escola de arte e criar uma orquestra na Cova da Moura...


É um dos grandes compositores do Brasil, mas confessa-se mais português que brasileiro. Esta quinta-feira, Ivan Lins pegou no talento e na fama e levou-os a um dos bairros problemáticos da grande Lisboa: a Cova da Moura. Foi na «favela» portuguesa que o músico diz ter começado um novo «projecto de vida», anunciou que vem viver para Portugal e prometeu cantar com os seus amigos no bairro.


A visita foi combinada à «última hora», mas para Ivan Lins deu frutos. «Este vai ser o projecto da minha vida a partir de hoje», confessa o autor dentro de uma das principais salas da Associação de Solidariedade Social do Alto da Cova da Moura (ASSACM) que desde de 1980 apoia a comunidade de seis mil pessoas. A pequena encosta da Amadora, composta sobretudo pela comunidade cabo cabo-verdiana, cresceu com a forma de «favela», o que a distingue dos restantes bairros sociais na área metropolitana de Lisboa.


Fascinado com Portugal, o músico brasileiro não deixou de «abraçar» a comunidade e projectar para o bairro uma «escola de arte», como explicou: «Conseguir trazer para o Alto Cova da Moura uma escola de música, uma escola de arte. Não só de música, mas também de Ballet, teatro e conseguir formar uma orquestra sinfónica aqui».


Ivan Lins explica como surgiu a ideia: «Foi quando conversei com Manuel Ferreira que apoia os projectos desta comunidade. A primeira coisa que me passou pela cabeça foi fazer este projecto à semelhança do que já existe no Brasil. Vamos tentar juntar pessoas, grupos privados. Vamos começar com uma consulta à Fundação Montepio. Acho que realmente é um projecto de vida que tenho».


«Canta uma música»


O cantor visitou a ASSACM e foi recebido com entusiasmo pelas crianças. «Canta uma música», pediu um dos jovens. Ivan não se fugiu ao desafio e depressa cantarolou «Madalena» para o encanto dos mais novos.


A vinda de Ivan Lins à Cova da Moura foi apadrinhada pelo gerente do balcão do Montepio da Damaia, Manuel Ferreira, que juntamente com o cantor e a associação tentam lançar o projecto no bairro. «Nós estamos a começar a concretizar. Com todos os conhecimentos que tenho, vamos tentar arranjar projectos e eventos para conseguir fundos», adiantou Ivan Lins.


«Vou trazer os meus amigos para cantar de graça»


O projecto deu hoje os primeiros passos e apesar das dificuldades, o compositor brasileiro garante que tudo fará para fazer do sonho uma realidade. «Os concertos são o mais importante. Para gerar fundos e conseguir verbas necessárias para os projectos prioritários, primeiro os daqui: criar mais postos de saúde, melhorar as instalações e dar assistência à comunidade. Essa é a prioridade número um e vamos tentar conseguir fundos para isso através de espectáculos. Vou tentar trazer aqui os meus amigos para cantarem de graça».


Questionado sobre as diferenças entra a realidade portuguesa e brasileira, Ivan Lins explica que «são comunidades carentes em todo o mundo. Acho que aqui pode-se criar uma grande visibilidade para que sirva de exemplo para outras experiências no mesmo sentido».


«Mais português que brasileiro»


De coração aberto a Portugal, o brasileiro confessa que já comprou casa em Lisboa e que viver em Portugal é um dos seus objectivos de vida. «Tô querendo [viver] mais aqui, que no Brasil. Já tenho uma vida muito pronta no Brasil. Estando em Portugal, estou na Europa. Tenho a minha música internacionalizada e estando aqui é mais fácil me envolver e cantar para outras pessoas, outros povos».


Sobre o amor às terras lusitanas, o autor de «Lembra de mim», explica o que sente: «Portugal é a minha segunda pátria. Tem momentos que eu ando aqui nas ruas de Lisboa e me sinto mais português que brasileiro, mas é uma coisa muito particular minha, de formação».

Todas as vítimas mortais são portuguesas. Trabalhador retirado com vida sábado à noite, não resistiu e faleceu no hospital...


A derrocada de um viaduto em obras, à saída do túnel de Dos Valires, em Massana, Andorra, matou pelo menos quatro portugueses e feriu seis, que já foram hospitalizados. De acordo com a Secretaria de Estado das Comunidades, há ainda um desaparecido, que deverá estar morto.


Um outro trabalhador, que esteve preso nos escombros durante várias horas, foi retirado com vida e levado para o hospital, mas acabou por falecer.


Já era noite quando o trabalhador foi retirado e não aguentou, após demasiadas horas preso no cimento. Segundo fontes no local a principal causa terá sido a hipotermia.


O Governo português não pôde ainda confirmar que a pessoa desaparecida seja cidadão nacional, embora uma fonte no local tenha dito que sim. A confirmar-se a morte desta pessoa, serão cinco as fatalidades.


Ao final da tarde de sábado, uma fonte da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas confirmava que havia «três portugueses mortos confirmados». «Há cinco feridos em Andorra e um, em estado grave, que foi transportado para Barcelona», apontou ainda a mesma fonte.


Agora com mais um óbito o número oficial sobe para quatro. Contando com o trabalhador ainda desaparecido, a cifra final deverá ficar em cinco vítimas mortais.


Em declarações à Lusa, o conselheiro das comunidades portuguesas em Andorra, José Manuel Silva disse este domingo de manhã que «quanto ao ferido grave em Barcelona temos informação que está fora de perigo.


Em declarações o empresário António Martins, que se encontra no local, disse que a pessoa também será portuguesa. A mesma fonte avançara, anteriormente, que duas das vítimas mortais seriam das regiões do Gerês e de Trás-os-Montes.


No local, estão as autoridades e os bombeiros. «Há um monte de ferro e betão», contou António Martins. «A polícia e os bombeiros não nos dizem nada», acrescentou a meio da tarde o português, que não assistiu ao acidente, que aconteceu por volta das 11h (em Lisboa), mas chegou pouco depois ao local.


«O cimento ficou duro e prejudicou o trabalho dos bombeiros», contou o empresário que assistiu à retirada das vítimas dos escombros e disse anteriormente que se ouviam gritos vindos dos destroços da estrutura que se abateu.


Na obra, trabalham cerca de 100 portugueses, disse António Martins. «95% dos trabalhadores são portugueses», garantiu.


As autoridades ainda não avançaram qual o motivo para a derrocada, mas já foi aberto um inquérito ao caso, que não é inédito. Outros dois acidentes anteriores na mesma obra provocaram a morte de outros dois portugueses.



sábado, 7 de novembro de 2009

So Visto

Veículo despistou-se numa curva e feriucondutor gravemente. Criança de nove anos saiu ilesa...



Uma carrinha despistou-se, ontem, na EN2, junto à Ponte Pedrinha, Castro Daire, voando para um precipício, à beira do rio, com o pai e a filha dentro. Condutor sofreu ferimentos graves na cabeça.



Pai e filha sobrevivem a voo de 20 metros para um precipício

"Foi um milagre. O meu filho e a minha neta voaram 20 metros sobre a ribanceira e conseguiram escapar com vida. Se a carrinha tivesse tombado para o rio, o que só não aconteceu devido à densa vegetação, poderia ter sido uma tragédia", relatou José Mário, pai e avô das vítimas, ainda mal refeito do susto que apanhou.


Mário Carlos Santos Pereira, de 39 anos, e a filha, Inês Anselmo Pereira, de nove, foram resgatados pelos Bombeiros Voluntários de Castro Daire do fundo da ravina e depois conduzidos ao centro de saúde local.


"A criança foi retirada do fundo sem escoriações visíveis. Mas o pai apresentava lesões expostas na cabeça e outros ferimentos graves no corpo. Antes de ser içado numa maca de resgate, numa operação muito delicada, teve de ser estabilizado", explicou Fernando Albuquerque, adjunto de comando dos Voluntários de Castro Daire.


A esposa de Mário Pereira, que ficou em estado de choque ao ver o marido e a filha tombados junto ao rio, teve de ser também conduzida ao centro de saúde de Castro Daire.


O acidente ocorreu às 12.40 horas, ao quilómetro 138 da EN2, no sentido Castro Daire/Viseu, perto da Ponte Pedrinha, quando pai e filha se dirigiam para o almoço em Souto D'Alva, nas proximidades do local, numa carrinha Renault Trafic.


Estrada molhada e com óleo


"O meu filho tinha saído do trabalho e foi buscar a menina à escola para irem almoçar a casa. Chega a fazer este percurso seis vezes por dia. Só a chuva miudinha e o piso com óleo, muito escorregadio, explicam o que aconteceu", disse o pai, José Mário.


Proprietário de uma oficina de metalomecânica, em Castro Daire, Mário Pereira é tido como um condutor cuidadoso. "Só que neste caso nada podia fazer. A estrada é muito perigosa devido a ser estreita e cheia de curvas acentuadas. Com o piso escorregadio, transforma-se numa pista que pode levar ao abismo", confirma Júlio Silvestre Pereira, amigo e cliente do condutor.


Ontem, no local, populares lembravam os muitos acidentes com vítimas que ali têm ocorrido. O mais grave envolveu, há 20 anos, um autocarro com peregrinos que regressavam do Senhor dos Caminhos, em Sátão, para a aldeia de Adenodeiro.

Elizabeth Lambert, a defesa mais implacável do mundo...

Mundial, dia 26 (Alemanha-Itália)


Se é daqueles que considera Marco Materazzi um jogador¿duro, vai mudar de opinião depois de ver este vídeo. Dura é Elizabeth Lambert, uma jogadora dos New México Lobos, equipa de «soccer» universitário dos Estados Unidos.


No jogo com a equipa de Brigham Young esta defesa de 20 anos protagonizou duas agressões capazes de envergonhar os mais duros representantes do futebol masculino. Primeiro deu um soco nas costas de uma rival, e depois puxou o rabo-de-cavalo a outra. E conseguiu escapar sem qualquer sanção disciplinar!


Curiosa é também uma imagem posterior. Carlee Payne, jogador de Brigham Young, e travada em falta por Eliabeth Lambert (desta vez sem agressão), e após uma «troca de galhardetes» aponta para o marcador do recinto, que indicava a vantagem da sua equipa (1-0).


Veja as imagens:


Kimberly Munley disparou quatro tiros contra o Major Nidal Malik Hasan...


Poucas horas depois do massacre da base militar de Fort Hood, onde agora se sabe que o Major Nidal Malik Hasan matou 13 pessoas e feriu 28, surgem mais pormenores.


Numa conferência de imprensa realizada ao início desta tarde (ainda madrugada no local da tragédia), porta-vozes do exército confirmaram que a primeira resposta foi dada por um civil, mais propriamente uma mulher-polícia denominada Kimberly Munley, que se confrontou com o atirador e chegou mesmo a alvejá-lo com quatro tiros. Ela própria ficou ferida, mas a sua condição é «estável».


«Eles [a mulher-polícia e o atirador] dispararam um contra o outro e ficaram ambos feridos. A atitude dela foi soberba», disse o coronel John Rossi.


Segundo testemunhas no local, Kimberly foi atingida por um tiro, que perfurou ambas as suas pernas.


No seu twitter link externo, a nova heroína dos EUA tem poucas entradas, mas podemos constatar que tem um filho. «A ser uma mãe paranóica obsessiva-compulsiva e a rezar para que a gripe A fique longe do Jayden!!!», escreveu.


Na sua biografia escreveu: «Tenho uma boa vida... difícil, mas vou dormir em paz todos os dias a saber que fiz a diferença na vida de alguém.»


Apesar de alguma confusão existente nos momentos iniciais, confirma-se que o médico psiquiatra responsável por esta tragédia foi o único atirador e encontra-se no hospital, em condição também estável. Na altura do tiroteio estava fardado e sabia que seria em breve deslocado para o Afeganistão. Ainda não se conhecem os motivos do ataque, mas várias autoridades estão a investigar. Tratava doentes com problemas de saúde comportamental.


Pelo que se sabe, utilizou armas de uso pessoal no ataque, dado que os militares não estão autorizados a carregar armas para dentro da unidade onde este se encontrava.

Seleccionador fez a revelação em entrevista à TVI...


Carlos Queiroz diz que vai convocar Cristiano Ronaldo. O seleccionador fez a revelação numa entrevista em exclusivo à TVI, garantindo que ainda não sabe, porém, se vai poder utilizar o extremo. «Seguramente que vou convocar o Cristiano Ronaldo. Depois é uma questão médica.», garantiu o seleccionador nacional.


Veja o vídeo link externo


«Os especialistas têm de tomar a decisão de saber se ele pode jogar. Naturalmente que estamos preocupados, porque a matéria mais importante é o jogador. Queremos um grande Ronaldo, queremos um jogador em forma e a primeira preocupação é saber se ele está em condições de poder dar o contributo à selecção», adiantou o treinador.


Carlos Queiroz explicou, de resto, por que retardou a divulgação da convocatória da selecção. «Adiei a convocatória para poder avaliar a situação dos lesionados, não só do Ronaldo, mas também do Bosingwa, por exemplo, ou do Hugo Almeida», referiu. «O Bosingwa não vai dar o contributo, o Pedro Mendes também não pode, o Hugo Almeida está convocado pelo clube para o jogo deste fim-de-semana mas ainda não se sabe se pode jogar.»


«Pode haver uma ou duas surpresas na convocatória»


Carlos Queiroz admite, de resto, fazer alguma surpresa na convocatória que vai ser revelada no domingo. «Pode haver alguém que tem estado menos ou que possa até pela primeira vez vir à Selecção Nacional. Os 23 jogadores estão escolhidos e nessa lista podem estar um ou dois jogadores que possam ser uma surpresa», disse.


Portugal, recorde-se, defrontar a Bósnia nos dias 14 e 18 de Novembro. O seleccionador avisa que o play-off vai ser muito difícil. «A Bósnia é muito melhor equipa do que a Hungria, tem características muito diferentes da Dinamarca e da Suécia. É um futebol mais tecnicista e muito mais próximo do que a selecção portuguesa faz», terminou.


«Derrota com o Brasil foi um grito de alerta»


Carlos Queiroz passou, de resto, por vários assuntos que marcaram a fase de qualificação. Pelo meio contou um episódio curioso. Mete a derrota com o Brasil e João Pinto, o antigo capitão do F.C. Porto. «Encontrei o João Pinto depois da derrota com o Brasil e ele disse-me que o resultado veio no momento certo», atirou.


«Para alguns jogadores e para os adeptos vinha tornar toda a gente mais humilde em relação ao que a selecção tem de fazer. A argúcia do João Pinto foi fantástica. Aquele resultado foi um grito de alerta e permitiu saber onde estamos. Permitiu perceber que temos de ir todos determinados para a selva.»

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Chamada à morgue do hospital para identificar marido...


Um problema de hemorróidas levou António Lopes, 45 anos, residente em Mangualde, ao Hospital de São Teotónio, em Viseu, onde acabou por ficar internado.

No dia seguinte, bem cedo, Piedade Lopes, ligou para o hospital para saber notícias do marido tendo sido informado que este tinha sido operado. Disseram-lhe, no entanto, para telefonar umas horas depois para receber mais informações. Voltou a fazê-lo, mas foi informada que o marido ainda não tinha acordado e não poderia receber visitas.

Os contactos sucederam-se ao longo do dia, mas nada de novo lhe era adiantado. “Insisti e diziam-me sempre que ele não tinha acordado e que eu não podia vê-lo.

No dia seguinte, deram-me a mesma resposta e ameacei que, nem que fosse à força, iria entrar no hospital para ver o que se passava”, referiu. Duas horas depois, porém, Piedade Lopes recebeu um telefonema do hospital, informando-a da morte do marido e com o pedido para se dirigir à morgue da instituição para identificar o corpo.

“Uma senhora disse que o meu marido tinha falecido e que eu deveria ir reconhecer o corpo, pois havia lá muitos mortos”, recorda.

Chegada ao local, verificou que um dos corpos tinha o mesmo nome do seu marido, António Lopes, com a particularidade, todavia, de se tratar de um homem com 88 anos - mais 43 que o marido. Assustada, observou todos os cadáveres com o objectivo de verificar se algum era do marido – e não era.

Ao sair da morgue, transtornada, foi interceptada por um segurança que a informou que o seu marido estava, afinal, no serviço de urgências – e vivo -, sentado numa cadeira, e sem ter sido operado.

Tanto a Direcção do hospital, como o Gabinete de Relações Públicas, dizem desconhecer este caso insólito, adiantando que, caso queira, a senhora pode apresentar queixa no Gabinete do Utente.



Incidente registou-se na base militar Fort Hood...


Pelo menos 12 pessoas morreram e 31 ficaram feridas durante um tiroteio em Fort Hood, uma base militar situada no estado norte-americano do Texas. O atirador era um major do exército - que também foi morto. Outros dois militares foram detidos.


Em declarações aos jornalistas, citadas pela Reuters, o tenente-general Bob Cone explicou que o incidente aconteceu num pavilhão da base onde os militares realizam os últimos exames de saúde antes de serem enviados para diversos teatros de operações.


«O atirador foi morto. Era um soldado», adiantou Bob Cone, acrescentando: «Detivemos dois outros soldados que são suspeitos. Há testemunhos visuais que dão conta que poderá ter havido mais de um atirador».


As vítimas mortais eram todas militares, com a excepção de um agente da polícia que trabalhava na base.


O responsável de comunicação de Fort Hood, Christopher Hogue, explicou aos repórteres que a única pessoa que se tem a certeza que estava a disparar foi morta e tinha na sua posse «duas armas». Este porta-voz salientou que dois dos feridos estão em estado crítico.


Responsáveis do Pentágono, citados pela Reuters, recusam para já avançar com qualquer explicação para este caso, recusando qualquer especulação sobre o tema.


Uma fonte das autoridades disse à CNN que o atirador era um major de 39 anos. A cadeia televisiva identifica-o como Nidal Malik Hasan, um psiquiatra que trabalhava no centro médico Darnall, em Fort Hood. A CNN refere ainda que Hasan estava prestes a ser enviado para o Iraque.


«Trágico» e «horrífico»


A televisão NewsChannel25 noticiou que as nove escolas existentes em Killeen, uma cidade situada perto de Fort Hood, foram encerradas.


As autoridades chegaram a solicitar à população para se manter em casa, afastada de janelas, de acordo com o mesmo órgão de comunicação.


Fort Hood é uma das maiores bases militares no mundo e acolhe várias dezenas de milhar de soldados. É também porta de entrada e de saída de muitas tropas para teatros de operações como o Afeganistão e o Iraque.


O presidente dos EUA, Barack Obama, já reagiu a este incidente, classificando-o como «trágico» e «horrífico». O chefe de Estado assegurou que serão procuradas «todas as respostas para todas as perguntas» sobre o tiroteio.


Obama salientou que irá continuar a acompanhar o caso e que a Casa Branca está em contacto com o Pentágono, com o FBI e outras entidades de segurança.

Ministra do Trabalho e Segurança Social, Helena André, teve azar na sua estreia...


Helena André, a ministra do do Trabalho e da Solidariedade Social teve azar na sua estreia no Parlamento e, antes de entrar na sala do plenário, depois da hora do almoço, caiu frente às câmaras de televisão.


Acabou, por isso, por protagonizar «a primeira queda no novo Governo» de José Sócrates. Felizmente, Helena André não se magoou e seguiu o seu caminho, pronta para enfrentar os deputados, no primeiro dia de discussão do programa do executivo do PS.

Guarda salvo por prisioneiros...


Flórida: agente foi atacado por um recluso, mas outros socorreram-no


quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Divulgacao..

EXISTE UMA COLÓNIA DE GATINHOS, 19 AO TODO, QUE SÃO MUITO JOVENS, QUASE TODOS COM MENOS DE 2 ANOS E ALGUNS BEBÉS... QUE ESTÃO NUM EDIFÍCIO EM LISBOA QUE VAI SER DEMOLIDO.


"É urgente arranjar donos para estes animais! São lindos e estão bem tratados. AJUDEM!!


De acordo com um senhor que lhes vai dando de comer... Há uma menina grávida.
Segundo o guarda que toma conta do local, a demolição será feita ainda este ano
(estamos já no final de Outubro!!!) e o Canil DA CMLisboa vai ser chamado.
Todos nós sabemos o que lhes vais acontecer se assim for...


Há alguns bebés. São todos muito bonitos e com óptimo aspecto.
Precisam mesmo de ajuda para se evitar um desfecho triste...
Já falei com a Animais de Rua mas neste momento só podem operá-Los.
Para além de não haver dinheiro para OS operar, não há locais onde OS colocar depois...
Alguém tem ideias/sugestões acerca do que se pode fazer? Há alguma associação que possa ficar
Com alguns para posterior adopção?


Cumprimentos, Natália Vilarinho
nataliavilarinho@gmail.com (00351) 964029595



"Australia Please Please be careful" - Australia tenha muito muito cuidado...

"Insultos" à Câmara travam progressões...


A Câmara Municipal de Santa Comba Dão ameaça não promover os funcionários que, na campanha para as eleições de 11 de Outubro, "insultaram e denegriram" autarquias e representantes. Dirigentes socialistas exigem provas.


Na lista estão meia dúzia de pessoas ligadas a diferentes serviços municipais que, nos próximos anos, correm o risco de "marcar passo" na respectiva ascenção profissional, por terem participado na campanha eleitoral, "inclusive no horário de serviço", de uma forma "intolerável".


A promessa de penalizações foi feita pelo social-democrata reeleito na presidência da Câmara, João Lourenço, no último sábado, durante a cerimónia de tomada de posse dos novos eleitos. E está a merecer críticas da oposição socialista. Leonel Gouveia, vereador socialista no executivo, classificou de "arrogante" a postura do autarca santacombadense. E esclareceu que qualquer penalização dos funcionários em causa, terá de ser documentada e provada.


A opinião do eleito socialista motivou uma resposta de João Lourenço. Ontem, em comunicado, o presidente da Câmara lamentou que os dirigentes locais do PS "continuem atacados de autismo", alheios às opiniões que a "maioria dos funcionários da autarquia e da população em geral" têm sobre a polémica criada à volta do seu discurso de tomada de posse.


"Confundir frontalidade com prepotência e arrogância só revela a hipocrisia genética que o presidente da comissão política concelhia do PS constantemente demonstra", acusa João Lourenço.


O autarca considera ser um acto de justiça penalizar os funcionários envolvidos. "Nada melhor para os bons funcionários do que saber que os dirigentes têm a capacidade para avaliar quem são os maus", conclui, esclarecendo, contudo, que as suas palavras não se dirigem aos trabalhadores que integraram listas adversárias.


João Serra, do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local, diz que o caso está já a ser avaliado. "Se concluirmos que os funcionários agiram enquanto cidadãos, denunciaremos este atentado à liberdade de expressão".

Trabalhadores da Câmara de Portimão criaram uma sátira musical para «dizerem as verdades a brincar». ...

Hino dos funcionários públicos


O «Hino dos funcionários públicos» link externo foi colocado no YouTube e rapidamente teve milhares de visitas. Gerou também curiosidade nas redes sociais como o Twitter e o Facebook. Os cantores são funcionários do Departamento Técnico de Planeamento e Urbanismo da Câmara Municipal de Portimão (DTPU) e esta «é uma forma de dizer as verdades a brincar», explicou Adriano Pereira, autor da letra e mentor da iniciativa, e também funcionário do DTPU.


As regras rígidas e o excesso de burocracia são as principais críticas apontadas. «Às 10 horas temos uma pausa de 5 minutos para tomar o pequeno-almoço. Depois às 16 horas é a pausa de 5 minutos para o chá. Assim tudo definido e marcado. E creio que o mesmo se passa em todas as câmaras do país», explicou.


«Por exemplo, para pedirmos canetas é preciso preencher requisições e mesmo assim não nos dão. Mas para festas há sempre dinheiro», criticou ainda, não esquecendo «os recibos de vencimento que dantes recebíamos em papel nos serem agora enviados por e-mail». Todas estas questões são abordadas na letra criada por Adriano Pereira e cantada por ele e pelos colegas.


Veja o vídeo


O autor conta que a ideia surgiu quando foi criado o grupo de teatro Barraca Armada link externo, composto por funcionários do DTPU. «Mais de 20 colegas aderiram, mas não havia lugar para todos na peça», explicou. «Até que houve um que sugeriu que se fizesse uma música para abrir o espectáculo.


Adriano Pereira conta que foi para casa «com a ideia a germinar» e acabou por escrever a letra. A música surgiu por acaso quando ao abrir o e-mail viu que lhe tinham enviado a versão original de «We are the world».


A música tem assim honras de abertura da peça «O Barão de Paumole», também de autoria de Adriano Pereira, que estreou a 16 de Outubro.


«São arquitectos, desenhadores, escriturários»


«Nenhum é cantor. Uns são arquitectos, desenhadores, chefes de departamento, escriturários», explicou Adriano Pereira, garantindo que a receptividade dos espectadores tem sido grande. «As pessoas têm gostado muito. Mal começamos a cantar começam logo a ouvir-se gargalhadas. Toda a gente gosta de os ver a fazer coisas diferentes».


O grupo tem andado «com o cenário às costas» a actuar em várias salas e tem ainda algumas datas agendadas, perspectivando-se mesmo uma actuação no Festival SolRir, que decorre a 1 de Janeiro em Portimão e que habitualmente conta com grandes nomes da comédia portuguesa.


«Presidente da câmara não se incomoda


Antes disso, o espectáculo será ainda integrado na semana sénior de Portimão a convite da autarquia, a mesma que é visada pelas críticas do «Hino dos funcionários públicos». «O presidente da câmara tem uma mente aberta, espírito jovem», explica Adriano Pereira, garantindo que o autarca «não se incomoda nada com a brincadeira».


«Dantes eu escrevia sketches de revista com críticas à câmara e ele nunca se chateou. Ia ver, ria-se, batia palmas e depois até usava as críticas para ver o que estava mal e consertar», explica o actor.


Apesar de satisfeito com o sucesso, Adriano Moreira confessa que está «ansioso para que a peça termine para começar outra», já que, garante, «ideias não faltam».

Treinador garante que quando houver alguma novidade será o primeiro a assumir...


Paulo não sente que a sua posição no Sporting esteja ameaçada e garante que quando houver qualquer novidade nesse sentido será o primeiro a assumi-lo. O treinador contou que as recentes reuniões com José Eduardo Bettencourt e Pedro Barbosa foram apenas reuniões de trabalho.


«Também estive reunido com o presidente, vice-presidente e com o director desportivo antes do jogo com o Marítimo, temos reuniões normais de trabalho. Aquilo que está a passar para vocês [jornalistas] é alguma ansiedade sobre a minha situação. Estão à espera de alguma novidade, acho que não vale a pena, porque quando houver serei o primeiro a informar-vos dessa situação. Estou a atentar fazer o meu trabalho, a tentar ser o mais profissional possível e as reuniões que tenho são reuniões normais de trabalho. Quando houver alguma coisa diferente serei o primeiro a assumir», referiu esta quinta-feira.


Depois do último empate com o Marítimo, notou-se forte contestação à equipa técnica da parte de um grupo de adeptos. Paulo Bento não tem medo da contestação e pede aos adeptos, mesmo aos descontentes, que não deixem de vir ao estádio. «Não digo às pessoas que não estejam satisfeitas para não virem. Digo para virem, mesmo que não estejam satisfeitas e depois façam o que bem entenderem», referiu.

Prémio Nobel da Paz de 1991 passou 14 dos últimos 20 anos em prisão domiciliária...


Aung San Suu Kyi não era vista em público desde 2003. Esta quarta-feira, apareceu, antes de se reunir com diplomatas norte-americanos, que se deslocaram a Rangum para falar com ela e tentar retomar o diálogo diplomático com a Junta Militar que dirige Myanmar (antiga Birmânia).


A Prémio Nobel da Paz e líder da oposição passou 14 dos últimos 20 anos em prisão domiciliária - uma condição em que ainda se encontra - por defender uma via pacífica e democrática para o país.


O encontro com os representantes dos EUA aconteceu no Inya Lake Hotel, não muito longe da residência de Suu Kyi na antiga capital do país. Antes, a mais emblemática figura birmanesa, deixou-se fotografar pelos repórteres que a esperavam.


Da comitiva norte-americana, a mais importante que se desloca a Myanmar nos últimos 14 anos, fazem parte o secretário de Estado adjunto para Ásia Oiental e Pacífico, Scott Campbell, e o seu vice-secretário, Scott Marciel.


Antes do encontro com a Prémio Nobel da Paz, ambos tinham-se já reunido com o primeiro-ministro birmanês, o general Thein Sein, e têm encontros previstos com elementos da Liga Nacional para a Democracia, a formação política de Aung San Suu Kyi.

Aconteceu na segunda divisão alemã, no jogo entre o St. Pauli e o Hansa Rostock...

St. Pauli vence em Rostock


Os jogos entre o St. Pauli e o Hansa Rostock, da segunda divisão alemã, são há muito um confronto de rivalidade. De um lado adeptos (do St. Pauli) que se afirmam «anti-fascistas», do outro adeptos (do Hansa Rostock) conotados com o neo-nazismo. Por isso as partidas frequentemente acabam da pior forma.


Ora as duas equipas voltaram a defrontar-se no passado fim-de-semana e o jogo acabou outra vez mal: 500 polícias não foram suficientes para evitar os confrontos, dos quais sobraram 27 feridos e 23 detenções (entre adeptos dos dois clubes). Já no ano anterior tinha havido 2 feridos e 50 detenções no fim do jogo.


Ora o ambiente já ameaçava o pior. Depois da vitória do St. Pauli (2-0) em pleno relvado adversário, tornou-se efectivamente o pior. A má notícia é que foi um jogador a desencadear os tumultos. Chama-se Naki Jubel, tem 20 anos e é um alemão de raízes turcas. Marcou um dos golos do St. Pauli e deu origem ao caos.


Logo que marcou o golo, dirigiu-se aos adeptos do Hansa Rostock e com um ar ameaçador simulou cortar-lhes o pescoço. No final da partida, pegou numa bandeira do St. Pauli e enterrou-a no relvado do Hansa Rostock, que jogava em casa. Os adeptos do Hansa tentaram invadir o relvado, mas não conseguiram.


No exterior do estádio, aí sim, concretizaram as ameaças. Partiram para a agressão e provocaram os confrontos dos quais resultaram os tais 27 feridos e 23 detidos. Naki Jubel, entretanto, já veio pedir desculpa. «O que fiz foi estúpido, desrespeitoso e anti-desportivo», disse. A Federação Alemã já abriu um processo disciplinar.


Veja as imagens dos gestos de Naki Jubel:


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Rapazes escaparam na viatura do funcionário ...


Cinco jovens do Centro Educativo do Mondego, na Guarda, fugiram, na madrugada desta quarta-feira, depois de terem ameaçado um dos seguranças da instituição com uma barra de ferro.


Os rapazes, que cumpriam medida de internamento em regime fechado, fugiram na viatura do mesmo funcionário.

Caso remonta a 2001 quando a arguida atirou o liquido corrosivo ao ex-namorado...


O Tribunal Judicial de Leiria considerou esta quarta-feira inimputável a jovem que em 21 de Maio de 2001 despejou ácido sulfúrico sobre o ex-namorado, que viria a morrer 23 dias depois, noticia a Lusa.


«Estava afectada por uma doença do foro psiquiátrico que não a permitia ter a percepção exacta dos seus actos», explicou o presidente do tribunal colectivo, Correia Pinto.


O tribunal deliberou que a arguida fosse internada, medida que foi suspensa na condição de Fátima Velosa manter o tratamento psiquiátrico e seguir as orientações dos serviços de reinserção social.


A arguida foi ainda responsabilizada pelo pagamento dos custos das despesas da vítima nos hospitais e ainda a indemnizar a mãe da vítima em cerca de 80 mil euros.


A deliberação do Tribunal de Leiria, conhecido como «caso do ácido», contraria os dois anteriores, em que a arguida foi condenada a sete anos e nove meses de prisão.


Este caso remonta a 21 de Maio de 2001, quando a arguida, uma semana depois de o ex-namorado ter terminado a relação com ela, se dirigiu ao local onde ele trabalhava e o esperou à saída para o almoço, dizendo-lhe que pretendia falar com ele.


O rapaz inicialmente recusou, mas depois acabou por aceder, dirigindo-se de carro à localidade de Carreira de Água, na Barosa.


Ali chegados, a arguida retirou um recipiente com ácido sulfúrico de dentro de um saco de plástico e, dizendo «não és para mim, não és para ninguém», despejou o produto sobre o jovem, que viria a morrer no dia 15 de Junho.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Urgente...


"É urgentissimo transportar uma cadela da Estação do Cacém para a Apca (S. Pedro de Sintra).
A cadela está quase a parir e não se encontra carro no Cacém.

Quem pode ajudar? 966 668 728"

DIVULGUEM PF

Obras já começaram...



As obras de requalificação do Parque Aquilino Ribeiro, mais conhecido como Parque da Cidade, já começaram. Os trabalhos, orçados em cerca de 1,5 milhões de euros, irão permitir uma reinterpretação daquele espaço verde, adequando-o às necessidades do século XXI.


Antes de dar início às intervenções de fundo, os funcionários da empresa construtora começaram a retirar os bancos e papeleiras existentes no espaço, além de já terem criado o estaleiro e vedado parte do espaço que será intervencionado.


De acordo com a informação prestada durante a apresentação do projecto, realizada há cerca de um mês, nos Paços do Concelho, o elemento água vai estar bem presente no Parque Aquilino Ribeiro reinterpretado, com várias linhas de água que irão ligar a fonte existente a um novo lago.
O espaço a requalificar ocupa uma área de 2,5 hectares, a área infantil terá 925 metros quadrados e o lago em cascata ocupará cerca de 1.200 metros quadrados.


Serão criadas várias infra-estruturas, como, por exemplo, um restaurante panorâmico e um bar - este último ficará instalado por cima do espelho de água.


O projecto prevê não só uma "limpeza" do espaço verde, mas também a plantação de mais 42 árvores, 1.060 arbustos, 360 sebes de espécies diferentes e 16.040 metros quadrados de relvado.


A requalificação do Parque Aquilino Ribeiro deverá estar concluída até ao próximo ano, abrindo as portas ao público durante o Verão.


Cristina Araújo vê a sua pena ser confirmada pelo Tribunal de Coimbra...


A mulher que foi apanhada 38 vezes sem carta de condução foi condenada, esta terça-feira, a um ano de prisão efectiva pelo Tribunal de Coimbra.


O juiz justificou a pena com o registo criminal de Cristina Araújo, onde estão registadas, além da condução sem habilitação legal, condenações por furto, emissão de cheques sem provisão, falsificação de documentos, desobediência e atentado à integridade física.


A condutora conduz ilegalmente há 21 anos e já esteve presa três anos.

Estado italiano terá de pagar uma indemnização de cinco mil euros...


O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos considera a presença de crucifixos em salas de aula «uma violação do direito dos pais educarem os seus filhos segundo as suas convicções» e «uma violação da liberdade religiosa dos alunos».


A sentença desta terça-feira é histórica, já que é a primeira vez que este tribunal se pronuncia sobre a presença de símbolos religiosos nas escolas, diz o El País.


O tribunal analisou o caso de Soile Lautsi, uma italiana de origem finlandesa, que pediu, em 2002, para o colégio frequentado pelos seus filhos retirar os crucifixos das salas. A justiça italiana não lhe deu razão, mas a europeia sim.


O Estado italiano terá de pagar-lhe uma indemnização de cinco mil euros por danos morais.


Segundo o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, a Santa Sé só irá pronunciar-se sobre o caso quando ler toda a sentença.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Empresa não aguentou a crise...


Os clientes da Fiat que precisem de assistência deixaram, a partir de ontem, de ter resposta em Viseu. O concessionário fechou, devido à crise, e agora só podem recorrer a Coimbra, Aveiro ou Guarda. Cerca de 40 pessoas ficaram sem trabalho.


Ontem, durante todo o dia, enquanto os trabalhadores corriam para a delegação de Viseu do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) com as cartas de despedimento na mão, na esperança de terem acesso rápido ao subsídio de desemprego, pela sede da Comervisauto, em Abraveses, iam passando clientes preocupados.


"Têm aqui o número de apoio ao cliente. Pelos vistos, a empresa fechou mesmo e vamos ficar sem assistência no distrito", comentava, desalentado, Artur Costa, cliente da Comervisauto-Comércio e Reparações de Automóveis, SA, a empresa que desde 1985 detinha em Viseu a concessão da marca italiana.


Contactado o serviço de apoio ao cliente da Fiat Group Automobiles, Portugal, SA, uma fonte admitiu que a situação "apanhou toda a gente de surpresa" e a solução que está a ser aconselhada aos clientes "é contactarem os concessionários dos distritos vizinhos". A mesma fonte revelou que a Fiat está a desenvolver esforços "para encontrar uma solução tão breve quanto possível". Para a próxima semana, acrescenta, "poderá haver notícias mais concretas.


Um quadro da Comervisauto confirmou ontem que o desemprego bateu à porta de quase 40 trabalhadores dos diferentes serviços, desde os stands de carros novos e usados, até às oficinas e estação de serviço.


"Com dois meses de salários em atraso, entre outras remunerações, a empresa optou por avançar com o pedido de insolvência. A situação foi tornada pública ao final da tarde de sexta-feira, embora os efeitos do encerramento só hoje [ontem] se tenham feito sentir", acrescentou o trabalhador.


"Os patrões não quiseram prejudicar-nos e aceleraram o processo no sentido de que pudéssemos recorrer ao subsídio de desemprego", relatou a fonte.


Em 2004 e em 2007, segundo o mesmo funcionário, a Comervisauto procedeu a uma reestruturação interna para evitar que a crise implicasse o encerramento. "Alguns dos mais de 50 colaboradores foram dispensados, naquela altura, mas não foi suficiente. É uma pena o que está a acontecer, pois fomos sempre muito bem tratados nesta casa", concluiu.

Sem «perigo imediato»...


As primeiras chuvas de Outono deixaram sinais preocupantes junto à Escola Secundária Artística António Arroio, em Lisboa. Sinais esses que não passaram despercebidos a alguns encarregados de educação. Com medo que os filhos sofram represálias preferem manter o anonimato, mas temem que um inverno rigoroso traga ainda mais problemas.


O edifício principal da escola está a ser requalificado e, por isso, mesmo os alunos foram transferidos para o topo de um monte, a poucos metros do estabelecimento. O problema é que os contentores, onde agora têm aulas, estão próximos de um grande declive e dois dias de chuva, em Outubro, deixaram para trás fendas visíveis aos olhos de todos.


«Escola estava a par do assunto»


«Liguei para a escola e pedi para falar com alguém da direcção», conta António (nome fictício). «Perguntaram qual era o assunto e eu expliquei». Em nenhum momento, garante, pediram que se identificasse. «Esperei um a dois minutos e voltou ao telefone a mesma pessoa que me tinha atendido. Disse que a chefe não estava, ou que não podia falar comigo, mas que a escola estava a par do assunto e estavam a resolver a situação».


Perante aquela resposta exaltou-se: «Disse-lhe que se dentro de uns dias não estivesse resolvido faria uma denúncia aos órgãos de comunicação social». Voltou a passar no local e até agora «está quase tudo na mesma».


«Não há qualquer problema»


Na escola ninguém quis gravar para as câmaras e lamentam que os pais tenham procurado os órgãos de comunicação social, em vez da escola. No entanto, fonte da direcção garantiu que «não há qualquer problema de estabilidade dos terrenos. A área foi aplanada e asfaltada. É verdade que as chuvas provocaram algumas infiltrações, em alguns contentores, mas são coisas pontuais resolvidas de imediato».


O facto dos contentores estarem colocados no topo de um monte não tem qualquer problema, diz a mesma fonte que faz questão de acrescentar que, «todos os dias, engenheiros do parque escolar, responsáveis pela obra a decorrer no edifício principal, vão fiscalizar a zona». Garantem mesmo que seriam os primeiros a agir, caso a segurança dos alunos estivesse em causa.


Sem «perigo imediato»


Frederico Brotas de Carvalho é engenheiro civil e esteve no local para avaliar a situação. De momento, não vê «perigo imediato de queda ou deslizamento de terras», mas percebe a preocupação dos pais perante «as evidências». No entanto, acrescenta que a «aparente fragilidade do terreno, implica uma vigilância constante para que um Inverno mais rigoroso não tenha consequências mais graves» e o pior aconteça.


sabe - se que alguns encarregados de educação estão a avaliar os riscos e vão contactar o estabelecimento de ensino para falar sobre os seus temores.


A duração da obra no edifício principal é de apenas um ano lectivo, mas se esta obra seguir o exemplo de outras requalificações escolares em curso, é provável que o provisório dure um pouco mais de tempo.

Um veículo abalroou violentamente outro. Falha de travões terá causado acidente...


Um acidente envolvendo dois veículos ligeiros e um pesado provocou esta segunda-feira um morto e um ferido grave no IP4, entre Amarante e Vila Real.


O comandante desta corporação, Jorge Rocha, disse à Lusa que o acidente teve lugar um pouco antes das 16:00, ao quilómetro 63 daquela via, numa zona em obras onde neste momento a circulação está limitada a uma faixa de rodagem.


«Um veículo, ao que parece sem travões, abalroou violentamente pela traseira um outro que se encontrava parado atrás de um camião imobilizado na zona de obras», disse Jorge Rocha.


Aquele responsável referiu que «o embate projectou o veículo abalroado, que se enfaixou contra o pesado, tendo os dois ocupantes ficado encarcerados».


Acorreram ao local várias viaturas de socorro dos bombeiros de Amarante, com uma equipa de desencarceramento, assim como uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) e um helicóptero do INEM.


O condutor do veículo abalroado teve de ser desencarcerado, tal como a mulher que o acompanhava. Ele encontra-se em estado grave, ela não resistiu aos ferimentos causados pelo acidente.

Partidos bastante críticos em relação ao documento apresentado na segunda-feira...


O líder da bancada social-democrata considerou que o programa do Governo «é um mau começo» e avisou que se o Orçamento do Estado for igual o executivo «não poderá contar» com o PSD.


Em declarações à Lusa, Aguiar Branco acusou o Governo de ter tido uma atitude «pouco responsável ao apresentar um programa que é a reposição em termos absolutos do seu programa eleitoral».


De acordo com Aguiar Branco, «ainda é um tique de uma maioria absoluta, que já não tem, querer impor de uma forma absoluta o seu programa, sem olhar aos resultados eleitorais» e a atitude do Governo mostra «que há uma distância entre o consenso que se diz querer praticar e aquilo que na prática acontece».


«Isto é um mau começo e se isto prosseguir nas propostas que tenham tradução orçamental, no Orçamento do Estado, o Governo também já sabe qual será a posição do PSD e não poderá contar com ele para tudo o que ponha em causa as convicções do partido, expressas no programa eleitoral do PSD», concluiu.


CDS «desiludido»


O líder parlamentar do CDS-PP expressou a «desilusão» do partido em relação ao programa do Governo, considerando que o PS não percebeu que as circunstâncias mudaram quando perdeu a maioria absoluta.


«O CDS expressa desilusão quanto a este programa do Governo, acima de tudo porque é um programa do Governo em que aparentemente o PS não percebeu que as circunstâncias mudaram, pediu uma maioria absoluta, não a teve, vai ter de mudar um conjunto de aspectos e comportamentos aqui no Parlamento», afirmou Pedro Mota Soares aos jornalistas, no Parlamento.


Para os democratas-cristãos, o PS e o Governo «não tiveram a humildade de reconhecer que as circunstâncias se alteraram e que não têm uma maioria absoluta neste mesmo Parlamento».


«Isso exigiria que o Governo tomasse opções diferentes, percebesse erros que se cometeram e tivesse nesse sentido uma capacidade de rectificar um conjunto de aspectos que não o fez», acrescentou.


BE vai pressionar no desemprego


O Bloco de Esquerda considerou que a semelhança entre o programa eleitoral socialista e o programa do Governo significa que o PS «não percebeu» os resultados eleitorais, prometendo questionar o executivo sobre o combate à crise ou desemprego.


A deputada Helena Pinto considerou que «se o PS opta por uma política de continuidade, nomeadamente para fazer face à grave crise económica que vivemos, é porque não percebeu o resultado das últimas eleições, e tem de perceber que já não é maioria absoluta nesta legislatura».


«É preciso saber o que é que o governo pretende fazer no concreto em relação ao alargamento do subsídio do desemprego, é preciso saber qual é a solução do governo para o caso BPN, que tem sido um sorvedouro de dinheiros públicos e também em relação a questões que foram prementes na última legislatura, como a avaliação e professores e o estatuto da carreira docente», sublinhou.


PCP frisa «brutais injustiças»


O PCP destacou o que considerou serem faltas do programa do Governo, como o valor do salário mínimo nacional ou propostas sobre a avaliação dos professores ou para atenuar o que classificou de «brutais injustiças» no plano fiscal.


O líder parlamentar do PCP considerou que a semelhança dos conteúdos entre o programa eleitoral do PS e o programa do Governo confirma que o executivo de Sócrates «continua a não entender o sinal que foi dado pelos eleitores ao retirarem-lhe a maioria absoluta» e recusa também «alterar o fundo das suas políticas».


Bernardino Soares criticou que o programa contenha pormenores «como os mega-watts a produzir em eficiência energética», mas seja omisso quanto ao «valor que se pretende para o salário mínimo nacional e para o aumento dos salários».

Vídeo apela a quem tenha dados sobre a menina a fornecê-los às autoridades...

Como Maddie será aos seis anos? - Foto EPA


A instituição britânica Centro Online de Protecção contra a Exploração Infantil (CEOP) lançou esta terça-feira uma nova campanha para tentar recolher pistas sobre o desaparecimento de Madeleine McCann, em 2007, no Algarve.


A mensagem é divulgada através de um pequeno vídeo de um minuto que tem como finalidade «encorajar qualquer pessoa que possua informações relevantes sobre o paradeiro de Maddie a dirigir-se às autoridades policiais», segundo explica um comunicado da instituição.


«A pessoa que pretendemos contactar é provavelmente um familiar, amigo ou colega da pessoa ou pessoas envolvidas no desaparecimento de Madeleine. É também bastante provável que estas pessoas, ou alguém que lhes seja próximo, estejam a utilizar a internet para procurar actualizações que possam sugerir que a polícia está mais perto de descobrir a verdade», disse Jim Gamble, director do centro CEOP no Reino Unido.


A instituição refere ainda que esta campanha conta com o apoio da Interpol, da Europol e de entidades policiais nacionais da Austrália, EUA, Canadá e Europa.


A mensagem está a ser difundida em sete línguas. Além do português e do inglês, há versões também em francês, espanhol, alemão, italiano e árabe.




segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Só uma escola do concelho não tem casos....


Cerca de trezentos alunos das escolas do concelho de Valença estão infectados com gripe A, mas não é caso para alarme, refere o coordenador da Unidade de Saúde Pública do Alto Minho, citado pela Lusa.


Carlos Pinheiro afirma que gripe A «atacou» em todas as escolas do concelho, à excepção de uma, sendo que o número mais elevado de casos se regista na EB 2,3/S de Valença. Numa EB1 do concelho, a taxa de alunos infectados atinge os 43 por cento.


Na sexta-feira, dos 1600 alunos que frequentam as várias escolas do concelho, 300 faltaram às aulas, por terem contraído gripe A.


O responsável sanitário admitiu que este surto de gripe em Valença se poderá ter ficado a dever à proximidade com a Galiza, região espanhola onde também já se registaram vários doentes infectados pelo vírus H1N1.


«É uma hipótese, mas não o podemos afirmar categoricamente», referiu.


Carlos Pinheiro ressalvou que este surto de gripe «não é caso para alarme» e que «já era expectável», tanto em Valença como em qualquer outra zona do País.


«É um vírus que se propaga facilmente, sabíamos que isto ia acontecer e que vai continuar a acontecer», sublinhou.


Acrescentou que as escolas de Valença não foram encerradas e vão continuar a funcionar normalmente, o mesmo acontecendo com as turmas dos alunos infectados.


«Neste momento, não se justifica mexer com o normal funcionamento das escolas», explicou.


Lembrou, ainda, que a gripe A «é ligeira» e que, na esmagadora maioria dos casos, «se trata em casa com grande facilidade».


Em Valença, a única medida imediata resultante deste surto será a aceleração do plano de vacinação dos grupos de risco, para proteger do contágio.


«Os surtos acontecem, normalmente, nas escolas e depois são os alunos que acabam por contagiar os familiares, em casa. É para evitar esse contágio que vamos acelerar o plano de vacinação, protegendo os chamados grupos de risco», rematou Carlos Pinheiro.

Radialista António Sérgio faleceu sábado à noite, vítima de problema cardíaco...


Zé Pedro, guitarrista dos Xutos e Pontapés, lamentou este domingo a morte de António Sérgio que considerou «um grande divulgador de música» e «um mestre da rádio e do conhecimento musical», refere a Lusa.


«Lembro-me de seguir e gravar programas dele para descobrir bandas e, algumas vezes, cheguei a ligar-lhe para a cabine a perguntar que banda era aquela que ele estava a passar», recordou Zé Pedro.


O guitarrista dos Xutos e Pontapés mantinha «uma enorme cumplicidade» com António Sérgio, «não só em termos musicais, mas também de amizade».


Para Zé Pedro, António Sérgio «introduziu uma maneira nova de fazer rádio e de cativar as pessoas através da forma tão peculiar que ele tinha de colocar a voz, de descobrir bandas novas e de encadeá-las entre si».


Era a «única pessoa» a quem os Xutos recorriam antes de gravar um disco, para «pedir conselhos ou opinião» sobre o trabalho que estavam a fazer, «coisa que nem às editoras fazíamos», acrescentou.


«Era para mim completamente fascinante. Hoje em dia ouvia-o na Radar», frisou.


António Sérgio, que faleceu sábado devido a problemas cardíacos, era «uma das pessoas que estava mais à frente em termos musicais em Portugal», considerou hoje o músico Rodrigo Leão.


«Era uma pessoa fantástica, talvez uma das primeiras pessoas que eu conheci da rádio. Foi há 28 anos, quando editámos o primeiro disco da Sétima Legião», acrescentou o músico, fundador dos Sétima Legião e dos Madredeus.


Rodrigo Leão recordou que a primeira entrevista que fez foi, precisamente, com António Sérgio, e destacou o «Som da Frente» como o programa que ouvia na adolescência.


«Era uma pessoa que já não via há muitos, mas acompanhava sempre os seus programas de rádio, ultimamente ouvia-o na rádio Radar», disse.


António Sérgio, último dos radialistas com programa de autor, morreu sábado à noite em consequência de um problema cardíaco, mas a sua influência nas ondas hertzianas estendeu-se ao longo dos anos, na divulgação da chamada música alternativa.


Homem da rádio, António Sérgio, de 59 anos, começou em 1968 na Rádio Renascença, seguindo as pisadas do pai, mas foi no final da década de 1970, quando ingressou na Rádio Comercial, que a sua popularidade se consolidou, ajudando a divulgar novos estilos e tendências da música moderna.


Programas como Rotação (de 1977 a 1980), Rolls Rock, Som da Frente (de 1982 a 1993), Lança-Chamas, O Grande Delta (de 1993 a 1997) e A Hora do Lobo, todos na Rádio Comercial, foram a sua imagem de marca na ondas da rádio.


António Sérgio fazia actualmente o programa Viriato 25 da rádio Radar, tendo inclusivamente gravado em estúdio o programa da próxima semana, que será posto no ar tal como previsto, garantiu Luís Montez, um dos proprietários daquela emissora.


Antes de entrar na Radar, em Dezembro de 2007, António Sérgio viu-se envolvido numa polémica na Rádio Comercial, quando a Hora do Lobo, o programa que aí mantinha foi cancelado, decisão que motivou uma onda de reacções e protestos de ouvintes.


«As pessoas que foram responsáveis [pela Comercial] consideraram que a manutenção daquele programa de autor era prestigiante para a rádio, mas agora já não acham», lamentou António Sérgio nessa altura.


João David Nunes, um dos fundadores da Rádio Comercial e que levou António Sérgio para a emissora da Rua Sampaio Pina, na década de 1970, disse que o radialista deixa uma «marca indelével» na rádio portuguesa.


O velório realiza-se a partir das 18 horas deste domingo na Basílica da Estrela, em Lisboa e o funeral, para o Cemitério dos Prazeres, realiza-se segunda-feira, depois da missa de corpo presente, às 15 horas.

domingo, 1 de novembro de 2009

Nova disciplina devia ser posta em prática desde o início do ano...


A Educação Sexual devia estar a ser posta em prática em todas as escolas do País, desde o início do ano lectivo, mas um mês e meio depois das aulas terem começado, o Ministério da Educação ainda não entregou o regulamento aos estabelecimentos de ensino.


Mesmo sem saber como aplicar a nova lei, algumas escolas já tomaram a iniciativa de arrancar com o processo.


Na Escola Secundária de Miraflores, a Educação Sexual já se pratica há uma década. Este gabinete de apoio aos jovens tem funcionado todos dos dias da semana, nos últimos quatro anos.

Salvatore Russo, um dos 30 fugitivos mais perigosos do país, foi capturado este sábado...


A Polícia italiana deteve, este sábado, na província de Nápoles, o mafioso Salvatore Russo, chefe de um dos mais importantes clãs da Comorra, noticia a «EFE».


Russo, de 51 anos, era procurado pela Justiça italiana desde 1995 e está entre os 30 fugitivos mais perigosos do país.


De acordo com os investigadores, Russo dirigia um clã com o seu nome, juntamente com o irmão, Pasquale.


O seu grupo geria as actividades ilegais na cidade de Nola, no Sul do país.


O italiano, anteriormente condenado a prisão perpétua por associação mafiosa, homicídio e ocultação de cadáver, foi detido numa casa de campo em Somma Vesuviana, na região controlada pelo seu clã.


«A prisão de Salvatore Russo, é um golpe duríssimo na Camorra. Com essa nova detenção, estamos a apertar o círculo em redor dos fugitivos mafiosos», afirmou o ministro do Interior italiano, Roberto Maroni.


Agora, a Polícia procura Pasquale Russo, condenado pelos mesmos crimes do irmão.

sábado, 31 de outubro de 2009

Adilson Batista libertou todo o «stress» acumulado...

Cruzeiro em vantagem na Libertadores


Foi sofrida a vitória alcançada pelo Cruzeiro diante do Santo André (3-2), na última quarta-feira. O tento decisivo foi apontado já em período de descontos, e por isso a festa do técnico do Cruzeiro, Adilson Batista, foi mais do que exiberante.


O antigo treinador do benfiquista Ramires começou por deitar-se na relva com um dos seus jogadores, mas depois decidiu que precisava de algo mais para libertar o «stress». Vai daí decidiu aplicar um verdadeiro golpe de «karaté», a pés juntos, a um painel de publicidade.


Veja as imagens:


Rapazes chegam a valer seis mil euros para casais sem filhos...


Na china, os raptos de crianças chegam aos 60 mil por ano. Por detrás destes crimes, estão muitas vezes, casais sem filhos dispostos a pagar por um rapaz cerca de seis mil euros. Nos últimos meses, Pequim declarou guerra a este tráfico e já conseguiu resgatar cerca de duas mil crianças.


Como são raptadas ainda muito pequenas, a maioria das crianças nem sempre sabe o seu nome. Por isso, o governo chinês criou uma página na internet onde publicou fotografias de menores desaparecidos.



Wang Bangyi, habitante da província de Guizhou, envelheceu assustadoramente nos últimos dois anos: marcas deixadas pelo desgosto da perda do seu filho. Mas o pequeno Hua Guo-kang foi resgatado pelas autoridades. «Agradeço a todos do fundo do coração. Esperei por este dia desde que mo levaram».


O pequeno Hua Guo-kang, com apenas dez meses, foi levado por um vendedor ambulante. Recorde-se que na China, os rapazes são mais valorizados do que as raparigas, e chegam a pagar seis mil euros por um menino ao passo que as meninas não vão além dos 500 euros. Mas, infelizmente, o tráfico de crianças também tem como destino a prostituição e a escravatura.

Utilização intensiva de produtos à base de álcool pode ser perigosa...


O alerta para o uso intensivo de produtos desinfectantes nas mãos à base de álcool foi dado por especialistas em França e levado muito a sério. Estas loções podem destruir o equilíbrio da pele e já foram proibidas em muitas escolas francesas. Os mesmos especialistas garantem que água e sabão são suficientes para a protecção contra o H1N1.


Desde que se começou a falar da gripe A que este gesto entrou no quotidiano dos portugueses. Usar desinfectantes à base de álcool, para lavar as mãos, passou a ser um gesto comum. No entanto, o uso intensivo destas loções pode destruir o equilíbrio da pele e abrir a porta a bactérias mais resistentes.


Em França, o aviso dado pelos especialistas foi ouvido por muitas escolas que decidiram proibir o uso dos desinfectantes. Pele seca e mãos a escamar são alguns sinais de que a utilização destes produtos deve ser limitado. Mas desde que surgiu o alerta de pandemia os laboratórios admitem que já venderam vários milhões de embalagens, mas agora, perante os recentes alertas, vão investir em produtos menos agressivos. O álcool só deve ser usado em casos de maior rigor, quando por exemplo, se conhece um caso de infecção.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

So visto 8...

Presumível assaltante e um militar ficaram feridos...


Duas pessoas ficaram feridas, uma delas com gravidade, durante um tiroteio no Largo da Feira de S. Gens, freguesia de Freixo de Cima, concelho de Amarante, disse fonte da GNR.


O ferido grave é um presumível assaltante e o ferido ligeiro é um dos militares da GNR que acorreu ao local.


Segundo a mesma fonte, a GNR foi chamada devido ao «furto de uma viatura». Quando chegaram ao local, os dois militares foram surpreendidos com tiros, tendo, na resposta, atingido o suspeito com gravidade.


O comandante dos Bombeiros Voluntários da Lixa disse que foram chamados às 15:30. O militar da GNR apresentava ferimentos de bala na omoplata esquerda e que a outra pessoa fora atingida no tórax. «Quando chegámos ao local a vítima estava muito ensanguentada, inconsciente e em paragem cardíaca», explicou José Campos. Em seguida, foram iniciadas manobras de reanimação.


As duas pessoas foram levadas para o hospital de Amarante. A que se encontra em estado mais grave deu entrada no bloco operatório. O militar acabou por ser transferido para a unidade de saúde de Penafiel, mas em estado não considerado grave.

Rapaz de dez anos tinha «provavelmente» uma cardiomiopatia...


A ministra da Saúde acaba de anunciar os resultados da autópsia do rapaz de 10 anos que faleceu esta quarta-feira vítima de gripe A, no Hospital D. Estefânia, em Lisboa.


Segundo Ana Jorge, não foi o vírus H1N1 sozinho a provocar a morte, mas sim a sua conjugação com uma doença que não tinha sido ainda detectada na criança.


H1N1: complicação fatal é rara em crianças


«A autópsia realizada esta quinta-feira revela alterações do músculo cardíaco para além de alterações cognitivas com a gripe A. Este resultado indicia a existência de uma doença cardíaca agravada pelo vírus H1N1, que esteve na origem da morte da criança», disse a governante, em conferência de imprensa.


Dando como «provável» a existência de uma «cardiomiopatia prévia», a ministra explicou: «É uma doença congénita que se traduz no aumento da espessura do músculo cardíaco e geralmente não apresenta sintomas. Com gripe A, uma pessoa com esta doença pode ter morte súbita


Ana Jorge especificou ainda que o rapaz de 10 anos, que deu entrada uma primeira vez no Hospital São Francisco Xavier logo na segunda-feira, tinha nessa altura «um quadro clínico compatível com sindroma gripal benigno».


«Perante esses sintomas, a criança foi medicada, aconselhada a ficar em casa sob vigilância», afirmou, acrescentando que só «após o agravamento do seu estado» a criança deu entrada no Hospital D. Estefânia, quarta-feira, pelas 6h00.


Gripe A: quinta morte em Portugal


«Os sintomas eram nessa altura compatíveis com uma infecção por gripe. Foi internada no serviço de infecciologia, onde acabou por falecer pelas 14h00», contou.


O ministério da Saúde aguarda ainda pelos restantes exames para concluir que foi esta doença, em conjugação com o vírus H1N1, que provocou a morte súbita da criança.


«As duas situações em conjunto foram a razão da morte súbita», concluiu.


Ana Jorge acrescentou ainda que todas as indicações do plano contra a gripe A se mantêm e aconselhou os pais e professores a retirarem «do meio das outras crianças» qualquer filho ou aluno com sintomas.