Raymond Hewlett, 64 anos, condenado por pedofilia, também manifestou a sua convicção de que os pais da criança mentiram sobre o assunto.
O pedófilo britânico Raymond Hewlett admitiu ter estado "muitas vezes" junto dos apartamentos de férias da Praia da Luz, onde Madeleine McCann desapareceu há dois anos, noticia o jornal Sunday Mirror, citando uma testemunha.
Raymond Hewlett, 64 anos, condenado por pedofilia, admitiu conhecer "muito bem" o aldeamento turístico Ocean Club e que chegou a estacionar a sua carrinha por diversas vezes próximo daquela zona. Também manifestou a sua convicção de que os pais da criança mentiram sobre o assunto.
O pedófilo terá feito estas revelações a Peter Verran que o conheceu em Maio de 2007, em Marrocos.
"Começámos a falar no edificio das casas de banho. Ele falou imediatamente de Madeleine e disse que a sua filha de três anos era parecida com ela", afirmou Peter Verran.
"Estava preocupado porque havia noticias de que Madeleine tinha sido avistada em Marrocos e que as pessoas podiam pensar que a sua filha era ela. E de repente disse "Madeleine' não está em Marrocos", acrescentou ao jornal.
A mesma fonte garantiu que Hewlett disse que criança não poderia ter sido levada sem que os pais vissem. "Ele disse que eles estavam a mentir", acrescentou, relantando várias teorias de Hewlett como terem sido os pais a matar a criança ou que a venderam a ciganos.
Na sexta-feira, a imprensa britânica indicava Hewlett como suspeito, por alegadamente estar a viver em Tavira, no momento do desaparecimento de Maddie.
Num jogo, quase, decisivo, o Académico de Viseu não foi além de um empate frente ao Cinfães, equipa que já estava arredada da luta pela subida. Em jogo interessante, o empate acaba por ser o resultado lógico e, diga-se, justo.
A formação orientada por Luís Almeida não repetiu a exibição realizada há oito dias, antes frente ao Tondela. A necessidade de vencer "tolheu" os intentos dos jogadores viseenses que se mostraram muito intranquilos no início de jogo, o que acabou por lhes ser fatal. Uma desconcentração aos 13 minutos, quase, deitou por terra as reais expectativas dos donos da casa.
E os academistas até criaram a primeira grande ocasião de golo. Aos quatro minutos Rui Santos teve uma grande incursão pela direita, cruzando com "açúcar" para Everson rematar, mas Padeiro fez a defesa da tarde.
Estranhamente, o lance não animou e serenou as hostes viseenses, que se mostravam intranquilas e permissivas em termos defensivos, como ficou provado aos 13 minutos, quando Nogueira teve tempo e espaço para bater Augusto.
Se a turma da casa já tinha dado sinais de intranquilidade, estes aumentaram e foi a turma duriense que esteve perto de ampliar a vantagem. Aos 26 minutos Maia apareceu na zona da marca de grande penalidade a rematar de cabeça, com a bola a sair rente ao poste esquerdo da baliza de Augusto. Antes, porém, já Luís Almeida tinha tirado Álvaro para lançar Milford, para à meia hora tirar Casal e lançar Márcio, que acabou por dar mais vivacidade ao meio campo e ataque, com o treinador academista a correr todos os riscos.
À entrada para o último quarto de hora do primeiro tempo, a turma da casa logrou ganhar algum ascendente em busca da igualdade. Depois de Rui Santos ter atirado ao poste, num lance em que flectiu da esquerda para o meio, Zé Bastos levou a decisão do jogo para a segunda parte, num lance em que a defensiva duriense se "esqueceu" do numero 9 do Académico, que bateu Padeiro.
Segunda parte
mais movimentada
A etapa complementar foi mais movimentada, muito por culpa dos viseenses, que imprimiram maior velocidade à partida. Todavia, isso não significou clarividência, pois faltou sempre qualquer coisa, apesar de Everson ter "assumido" o jogo. Porém, foi inconsequente, não por culpa sua, mas, em especial por culpa de um Cinfães que povoou bem o meio campo, limitando muito a organziaçao ofensiva dos viseenses.
Logo aos 3 minutos, Zé Bastos fugiu na direita, mas o cruzamento apanhou Milford um tudo-nada adiantado, acabando por não conseguir o desvio para a baliza.
Aos 10 minutos, o lance mais polémico do encontro, com Sidon a tocar a bola com a mão na área, com o juiz da partida a nada assinalar. Diga-se também que não houve reclamações por banda dos viseenses.
Com o Académico a tentar imprimir velocidade ao jogo, a formação orientada por Vítor Moreira procurava controlar as operações a meio campo, tentando também "acalmar" o jogo. Os viseenses tentavam chegar ao golo, mas faziam-no, quase sempre, com muita ansiedade, nunca encontrando a melhor forma de levar a bola com perigo até à área de Padeiro.
Aos 67 minutos a turma da casa teve a melhor ocasião da etapa complementar. Na sequência de um canto, apontado por Rui Santos, Zé Bastos apareceu a rematar na pequena área, mas Padeiro salvou sobre a linha.
Até final, diríamos que, por parte dos viseenses, houve muita parra e pouca uva, pois raramente lograram criar grandes dificuldades ao ultimo reduto duriense. Alias, foi a turma de Vítor Moreira que esteve perto do golo, em tempo de descontos, com Mauro a aparecer bem na direita e a fazer a bola beijar o poste da baliza de Augusto.
Quanto à arbitragem, Fernando Nunes e companhia regressam ao Porto de consciência tranquila, apesar daquele lance na área duriense.
Dois feridos foi o resultado de uma zaragata ocorrida na noite de sábado para domingo num bar de alterne (Califórnia), localizado no Centro Histórico de Viseu.
De acordo com o gerente do estabelecimento, tudo terá começado por volta das 23h30m, quando quatro homens entraram no bar.
Os indivíduos, que teriam ar de ser seguranças (grande porte físico e musculados), consumiram do melhor champagne e uísque, fazendo uma despesa que rondaria os 700 euros. Quando chegou a altura de pagar, desataram a partir todo o mobiliário, começando pela mesa na qual estavam sentados, agredindo também o gerente e o segurança do estabelecimento.
Tiros para o ar Apenas pararam quando o responsável do bar lhes atirou uma garrafa, mas, no exterior, ainda terão dado dois tiros para o ar. O prejuízo foi calculado em cerca de oito mil euros. Segundo o gerente, uma desavença com uma empresa de segurança pode estar na origem dos desacatos, já que o bar cancelou o contrato que tinha para iniciar a colaboração com outra firma. A mesma fonte explicou que começou a desconfiar que os quatro homens poderiam ter intenções violentas e criminosas quando os viu dentro de um carro a falar com um quinto indivíduo, quando procedeu à abertura do bar. Mas, na altura, não pensou que poderiam destruir grande parte do estabelecimento de diversão nocturna.
Um rapaz romeno de 11 anos aprendeu a falsificar dinheiro através de um programa televisivo e usou notas impressas em casa para comprar um hambúrguer.
Citado pelo jornal brasileiro Globo, o protagonista do caso é Florin Muntian, suspeito de falsificar notas na impressora do computador do seu pai.
O rapaz terá falsificado duas notas de 50 euros, três de 100 lei (moeda local), quatro de 10 lei e quatro notas de um lei, refere a polícia romena.
As lições de como falsificar as notas foram aprendidas na televisão e postas em prática quando os pais não estavam em casa.
Depois de vários testes, o rapaz conseguiu notas quase idênticas às reais, que levou para a escola e usou para comprar um hambúrguer num restaurante.
Segundo a polícia, Florian terá dividido o dinheiro com outras crianças.
Uma das professoras, Monica Cardei, disse que ficou supreendida com o caso, já que o jovem era um bom aluno e não tinha registo de maus comportamentos.
Nas últimas 24 horas foram registados mais 854 casos de gripe A (H1N1), mantendo-se inalterado o número de mortos, segundo o balanço divulgado pela Organização Mundial de Saúde.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) contabiliza agora 12 022 contaminados com a doença em 43 países e 86 mortos.
A quase totalidade dos novos casos foram registados nos Estados Unidos (mais 788 casos).
A doença também cresceu de modo significativo no Japão (mais 27 casos) e em Espanha (mais 13).
Estados Unidos, México, Canadá, Costa Rica, Japão, Espanha, Reino Unido, Panamá, Chile e Alemanha são os dez países mais afectados, sendo que nas últimas 24 horas se registaram mais três casos no Panamá e na Alemanha e mais cinco no Reino Unido.
A escalada do desemprego está a começar agora e vai agravar-se? Porquê?
Sim. É o efeito retardado da travagem global da procura de bens e serviços. De acordo com as previsões, vai continuar não se sabe por quanto tempo.
Os números do IEFP referem 491 635 desempregados inscritos, enquanto as estimativas do INE são mais altas, apontando quase 600 mil desempregados. Como se explica esta diferença?
O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) conta pessoas registadas como candidatos a emprego, e o Instituto Nacional de Estatística (INE) baseia os seus números em inquéritos a amostras da população. As circunstâncias que podem influir em cada um desses números são diferentes e muito variadas.
Que medidas poderia o Governo tomar para minimizar o desemprego na conjuntura actual?
As políticas de aumento do investimento público, de incentivo à criação de postos de trabalho e de apoio à formação parecem estar no caminho certo, pelo menos, à priori.
Há uma predominância no desemprego entre profissões de baixa qualificação. O que se pode fazer para colocar estas pessoas de novo no mercado de trabalho?
Não parece correcta uma aposta no embaretecimento desses postos de trabalho, por exemplo, através da redução dos encargos sociais. A única resposta positiva centra-se, naturalmente, na melhoria da qualificação das pessoas atingidas pelo desemprego nestas áreas.
Cerca de cinco milhões de portugueses têm excesso de peso e mais de nove mil pessoas já morreram desde 2004 com problemas relacionados com a obesidade.
Estas informações são asseguradas pela Associação de Doentes Obesos e Ex-obesos de Portugal (ADEXO), no Dia Nacional de Luta Contra a Obesidade que se assinala este sábado.
Para a ADEXO o momento não é para comemorações. "Estamos de luto pelas cerca de nove mil pessoas com obesidade que desde 2004 morreram e continuam a morrer nas listas de espera para consulta e nas listas de espera para cirurgia de tratamento da obesidade", disse Carlos Oliveira, presidente da ADEXO.
Carlos Oliveira adiantou que mais de duas mil pessoas aguardam tratamento por via cirúrgica e outros milhares esperam uma primeira consulta no Serviço Nacional de Saúde, alguns há mais de dois anos.
"Todos os anos morrem em média 1500 pessoas, mortes relacionadas com a obesidade e que poderiam ser evitadas", disse.
O mais recente estudo realizado em Portugal sobre a incidência da obesidade, coordenado pela médica Isabel do Carmo, revelou que mais de metade da população tem excesso de peso e que 14,2 por cento destes casos são casos de obesidade.
A obesidade, que a Organização Mundial de Saúde considera "a epidemia do século XXI", é uma doença crónica e constitui um dos mais graves problemas de saúde pública que Portugal enfrenta.
É partindo do princípio de que se trata de um problema nacional que Carlos Oliveira considera urgente a entrada em funcionamento do plano que reduza as listas de espera.
Em Portugal tem assumido especial importância o excesso de peso nas crianças e jovens. A prevalência da pré-obesidade e obesidade em idade pré-escolar, escolar e adolescente é de 31 por cento, com 10 por cento de casos de obesidade.
A patologia está relacionada com um maior risco de doenças e de mortalidade precoce. Nas doenças associadas destacam-se a diabetes tipo 2 e as doenças cardiovasculares.