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Radio Viseu Cidade Viriato

sexta-feira, 30 de março de 2007

HISTORIA DE PORTUGAL

Primeira Parte

De Foz Côa a Júlio César

Introdução à História de Portugal

A História de Portugal não começou com o 25 de Abril de 1974, nem sequer com a independência de Leão e Castela conseguida por D. Afonso Henriques. Viriato que lutou e morreu pela defesa destas terras e destas gentes, foi assassinado cerca de 1.250 anos antes do nascimento do nosso primeiro rei !

Quando ainda não existiam os reinos medievais com as suas peculiariedades nem os Estados modernos com a sus história nacional, Portugal e Espanha constituiam um todo, uma paisagem e uma mesma gente capaz de fazer da Península a sua casa e de enfrentar junta as intempéries e formas de vida extremamente duras. à margem de fronteiras, estabelecidas ao acaso com o passar dos séculos ou o esquadro da política, a história portuguesa e espanhola era então - e foi até à entrada na Idade Média - uma única história peninsular.

Quando o Homem chegou à Península

O homem chegou à Península Ibérica bem cedo na história. As estações arqueológicas mais antigas localizam-se no litoral da Estremadura e no sudoeste do Algarve, ocupadas por culturas acheulenses ou mesmo abbevillenses, com quase 1 milhão de anos. Tratava-se de seres humanos do grupo homo erectus. Recolectores, subsistiam, em formas já mais desenvolvidas, nos começos da última glaciação.

Sucederam-lhes os caçadores e ao homo erectus o homem do Neandertal ( homo sapiens neanderthalensis ) aparecido há mais de 100.00 anos. Todas as culturas dos chamados Paleolítico Inferior, Paleolítico Médio, Paleolítico Superior e Mesolítico se acham representadas em Portugal, com maior ou menor intensidade.

Períodos da Pré-História no território onde hoje é Portugal

Paleolítico antigo - É representado até 100.00 A.C. por várias indústrias líticas de que se destacam o Abbevillense, o Clactonense. o Achelense, o pré-Musturiense e o Languedocense. Vestígios nas praias quaternárias do litoral, arredores de Lisboa, Trás-os-Montes, Beira e Alentejo.
Paleolítico médio - Desde 100.000 a 40.000 anos A.C. Vestígios nos estratos da Mealhada, sul de Peniche, bacia do Tejo, Columbeira ( Bombarral ), Furninha ( Peniche ), Ribeira da Laje ( Oeiras ), litoral do Minho.

Paleolítico superior - Desde 40.000 a 8.000 anos A.C. Tribos de caçadores instalaram-se nas várias regiões do Ocidente Ibérico. Tinham instrumentos de pedra e de osso mais aperfeiçoados que os das culturas anteriores. Práticas funerárias generalizadas e manifestações artísticas com fins mágicos. Vestígios no Rossio do Cabo ( Torres Vedras ), grutas das Salemas ( Ponte de Lousa ),

Epipaleolítico - 8.000 a 5.000 anos A.C. Populações que viveram em cabanas junto às margens. Usavam objectos de adorno e enterravam os seus mortos na posição fetal.

Neolítico - 5.000 a 2.000 anos A.C. Povos de origem mediterrânica, introduziram a agricultura e a pastorícia na orla marítima e em algumas regiões do interior. Já no período do Calcolítico em meados do terceiro milénio antes de Cristo, grupos de mercadores vieram abastecer-se de cobre aos centros metalúrgicos da orla mediterrânica. Vestígios quase em todo o território português.

Idade do Bronze - 2.000 a 700 anos A.C. No sudoeste da Península Ibérica floresceu, de meados do segundo milénio até 700 anos A.C.. uma civilização dada à metalurgia de que se identificaram duas fases: o Bronze I (1500-1100) e o Bronze II (1100-840) ambas representadas por necrópoles de cistas e mobiliário cerâmico e metálico, de cobre, ouro e bronze.

As gravuras de Foz Côa


As gravuras mais antigas conhecidas no vale do Côa (até Março de 95) eram identificáveis com o Solutrense médio antigo, ou seja, teriam sido feitas há mais ou menos 20 000 anos. Parece serem a prova mais marcante da presença humana mais antiga, no território português.
( A cultura Solutrense situa-se entre 18 000 a. C. e 15 000 a.C.)

As Origens humanas mais antigas


As origens humanas mais antigas, achadas em Portugal, são ossadas tipo Neanderthal em Furninhas. A maioria das indústrias Paleolíticas peninsulares estão aí representadas, mas uma cultura distinta surge nos meados do Mesolítico nas zonas baixas do Vale do Tejo, datadas de cerca de 5.500 AC. As culturas Neolíticas chegaram da Andaluzia.
No primeiro milénio AC os povos Celtas entraram na Península pelos Pirinéus, e por pressão natural, muitos grupos dirigiram-se para ocidente. As culturas de Hallstatt trouxeram a fundição do ferro e a fabricação de armas e outros objectos do mesmo metal, ao Vale do Tejo. Os Fenícios e mais tarde os Cartagineses influenciaram fortemente o sul de Portugal no mesmo período.

Chegada do Fenícios ( Século X A.C. )


O aparecimento do ferro nas regiões do Mediterrâneo oriental teve projecção na Península Ibérica. Ao redor do século X, os Fenícios estabeleceram feitorias para aumento do comércio, buscando metais em troca de produtos do seu fabrico ( tecidos, estatuetas, objectos de barro). A sua vinda à Ibéria deu origem à fundação de Gadir ou Gades ( Cádis), de Hispalis (Sevilha) e talvez de Malcarteia (Algeciras).
No território português teriam visitado a zona terminal do Tejo, e também a foz do Sado e região costeira do Mondego ao Douro. Deixaram alguns vocábulos na fala peninsular , como ippo - Olisipo(Lisboa) e Collipo(leiria), assim como o étimo saco. Pouco se conhece sobre a contribuição fenícia no nosso território.

Chegada dos Gregos ( Século VII A.C. )


Chegaram no século VII A.C. Fundaram colónias no Mediterrâneo, como Massilia (Marselha), Dianium (Dania), Zacunthos (Sagunto). Em vários pontos da costa portuguesa acharam-se encontraram-se objectos e ferro, ânforas, esculturas de marfim e outros de origem helénica, como por exemplo na necrópole de Alcácer do Sal.
Não influenciaram directamente a língua portuguesa, pois foi pela via romana que se introduziu a quase totalidade do helenismos na nossa língua. Quanto à criação de Lisboa por Ulisses e Santarém pelo seu filho Abidis, não pasam de histórias muito em moda no Renascimento.

Chegada dos Ligures ( Século VI A.C. )


Chegaram por volta do século VI, mas há poucas referências nos autores clássicos. Introduziram as práticas agrícolas e o fabrico do bronze. Era gente baixa, de pele morena, de forte compleição e que vivia em cabanas de madeira, e muitas vezes em covas. Quase tudo se ignora a seu respeito. Introduziram o sufixo arco, que se aplicava a nomes geográficos.

Chegada dos Celtas e Celtiberos ( Século VI A.C. )


Na primeira metade do século VI A.C. chegaram à Península vários povos a que se dá o nome genérico de Celtas e cuja origem tem dado larga discussão. Encontraram uma terra despovoada e os seus habitantes a viver ainda na Idade do Bronze. enquanto os invasores já utilizavam o ferro. Provinham da cultura de Adlerber, no centro da Europa. As cinco tribos célticas que se instalaram na zona portuguesa da Península Ibérica, foram:
Cinetes - Na parte do Algarve e extendendo-se pelo Guadiana
Sempsos - Que se fixaram no rio Sado e chegaram à foz do Tejo
Sepes - Fixaram-se na área ao norte do Tejo, que abrange a actual Estremadura até ao cabo Carvoeiro
Pernix Lucis - Que se fixaram ao longo da costa até à região do Vouga. Os Pernix Lucis podem identificar-se com a família Túrdula.
Draganes - Que se fixaram entre o rio Douro e o rio Minho

Chegada dos Cartagineses ( Século III A.C. )


.A passagem dos Cartagineses pelo ocidente Peninsular, no século III A.C., quando da Segunda Guerra Púnica, deixou poucas marcas. Mas já antes tinham feitorias na zona de Gades, mantendo estreitas relações comerciais com a zona do Levante. A exploração das minas era o seu principal objectivo, mas não há provas que as tenham buscado no território português.
Foi durante o governo de Amílcar Barca, quando Cartagena se tornou a capital da Hispânia Púnica (238-229), que foram submetidas pelos cartagineses algumas tribos de lusitanos. Há vestígios da sua influência em Ossnoba (Faro)e, no tempo de Aníbal, teriam funddaddo Portus Hannibalis, que devia localizar-se em Portimão ou Alvor.
Investigações recentes puzeram a descoberto um par de arrecadas do tesouro de Gaio em Sines, de feitura ou influência cartaginesa. Também em Monsanto e no Golegã se encontraram arrecadas de ouro do mesmo tipo. A língua portuguesa guarda alguns termos de origem púnica, como mappa (toalha), matta (esteira) e nata (capa). É ainda possivel que certos nomes náuticos, como galera , barca e galeota, tenham raiz fenícia por via cartaginesa. Mas sendo um povo que apenas passou pelo território português, a sua influência nos nossos usos e costumes é praticamente nula.

Marcas da presença humana


As marcas da presença humana neste período da História do território onde hoje é Portugal, são imensas e por todo o País se encontram ruínas de Antas, Menires, Cromeleques ( Conjuntos de Menires ) castros, citânias, desde 4.000 A.C. até Séc. IV e Séc. III A.C.
Cerca de 500 AC, as culturas da Idade do Ferro predominavam no norte. Povoações Célticas, entrincheiradas no alto dos montes ( castros, citânias) conservaram a sua vitalidade depois da conquista Romana
Após a Primeira Guerra Púnica ( 264-241 AC ), os Cartagineses decidiram conquistar a Península Ibérica . Mas o seu domínio , aliás incompleto no quadro geográfico hispânico, foi efémero. Com a Segunda Guerra Púnica ( 218 - 201 AC ) Roma dominou as costas este e sul da península, e os povos célticos que tinham sido absorvidos pela população indígena ocuparam o oeste.

Uma federação céltica, a Lusitania, resistiu à penetração romana sob o brilhante comando de Viriato. Depois do seu assassinato ( cerca 140 AC ), Decius Junius Brutus pôde marchar para o norte, através do centro de Portugal, atravessou o rio Douro e subjugou a Galiza.

Julio César esteve na Lusitania em campanhas militares de pacificação, e governou o território por algum tempo. A mais famosa das campanhas foi a batalha de Munda contra Pompeu ( 45 AC ), no comando da sua veterana e famosa 10ª Legião.


Proxima semana segunda parte
A Lusitania Romana

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quinta-feira, 29 de março de 2007

Resende em destaque


Resende é uma vila portuguesa no Distrito de Viseu, região Norte e subregião do Tâmega, com 2 873 habitantes(2001). É sede de um concelho com 123.4 km² de área e 11 978 habitantes (2004), subdividido em 15 freguesias. O concelho é limitado a norte pelos concelhos de Baião e Mesão Frio, a leste por Lamego, a sul por Castro Daire e a oeste por Cinfães.

Facto

Gentilico – Resendense
Area – 123.4 km2
Populacao-11 978 hab (2004)
Densidade Populacoinal- 97 hab/km2
Numero de freguesias -15
Fundacao do municipio (ou foral)- 1514
Regiao- Norte
Subregiao –Tamega
Distrito- Viseu
Area Urbana – Comunidade Urbana do Baixo Tamega
Antiga Provincia- Douro Litoral
Feriado Municipal- 29 de Setembro
Site oficial-
http://www.cm-resende.pt/
Endereco de correio electronico-

As freguesias de Resende são as seguintes:

Ligações externas

[[1]] - Câmara Municipal de Resende
Fotografias de Resende

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Proxima semana Sao Joao da Pesqueira

sábado, 24 de março de 2007

Penedono em destaque






Penedono é uma vila portuguesa no Distrito de Viseu, Região Norte e subregião do Douro, com 1 085 habitantes(2001).
É sede de um município com 133.7 km² de área e 3 378 habitantes (2004), subdividido em 9 freguesias. O município é limitado a norte e noroeste pelo município de São João da Pesqueira, a leste por Vila Nova de Foz Côa e por Meda, a sul por Trancoso e a oeste por Sernancelhe.
Erguendo-se a mais de 900 metros de altitude, o airoso e esbelto Castelo de Penedono pentagonal, classificado como Monumento Nacional, é um dos mais belos castelos do nosso país datado por volta de 900.
A vila de Penedono foi berço de Álvaro Gonçalves Coutinho, o célebre Magriço, eternizado por Luís de Camões, no seu poema épico – "Os Lusíadas".
O sincelo, congelamento das gotas de água nos telhados das casas, é próprio de uma região habituada a geadas e orvalhos durante o seu clima um pouco rigoroso no Inverno. "O Sincelo" também é um grupo de cantares de Penedono com actuações em todo o país, França e Suiça.
Este é um concelho que vive da sua maior colheira anual, exportando, nomeadamente para os Estados Unidos da América, a melhor castanha de excelência nacional.

Facto

Gentilico – Penedonense
Area – 133.7 km2
Populacao-3 378 hab (2004)
Densidade Populacoinal- 25.3 hab/km2
Numero de freguesias - 9
Fundacao do municipio (ou foral)- 1055
Regiao- Norte
Subregiao –Douro
Distrito- Viseu
Area Urbana – Grande Area Metropolitana de Viseu (GAMVIS)
Antiga Provincia- Beira Alta
Feriado Municipal- 29 de Junho
Site oficial- www.cm-penedono.pt
Endereco de correio electronico- cm-penedono@mail.telepac.pt

As freguesias de Penedono são as seguintes:

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Proxima semana Resende

quinta-feira, 15 de março de 2007

Penalva do Castelo em destaque




Penalva do Castelo é uma vila portuguesa no Distrito de Viseu, região Centro e subregião do Dão-Lafões, com 2 045 habitantes(2001).
É sede de um município com 133.85 km² de área e 8 768 habitantes (2004), subdividido em 13 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Sátão, a nordeste por Aguiar da Beira, a leste por Fornos de Algodres, a sul por Mangualde e a oeste por Viseu.



Facto

Gentilico – Penalvense
Area – 133.85 km2
Populacao-8 768 hab (2004)
Densidade Populacoinal- 65.6 hab/km2
Numero de freguesias - 13
Fundacao do municipio (ou foral)- 1240
Regiao- Centro
Subregiao –Dao - Lafoes
Distrito- Viseu
Area Urbana – Grande Area Metropolitana de Viseu (GAMVIS)
Antiga Provincia- Beira Alta
Feriado Municipal- 25 de Agosto
Site oficial-
www.cm-penalvadocastelo.pt
Endereco de correio electronico- geral@cm-penalvadocastelo.pt


As freguesias de Penalva do Castelo são as seguintes:


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Proxima semana Penedono

quinta-feira, 8 de março de 2007

Oliveira de Frades em destaque






Oliveira de Frades é uma vila portuguesa no Distrito de Viseu, região Centro e subregião do Dão-Lafões, com 2 410 habitantes(2001).
É sede de um município com 145.4 km² de área e habitantes 10 597 (2004), subdividido em 12 freguesias. Trata-se de um dos poucos municípios de Portugal territorialmente descontínuos, consistindo de duas porções, uma principal, de maiores dimensões, onde se situa a vila, e a outra menor, poucos quilómetros para sueste. O território principal é limitado a nordeste pelo município de São Pedro do Sul, a sueste por Vouzela, a sudoeste por Águeda, a oeste por Sever do Vouga e a noroeste por Vale de Cambra. O território secundário é limitado a norte e nordeste por Vouzela, a sul e sudoeste por Tondela e a oeste por Águeda.

Facto

Gentilico –
Area – 145.4 km2
Populacao-10 597 hab (2004)
Densidade Populacoinal- 72.9 hab/km2
Numero de freguesias - 12
Fundacao do municipio (ou foral)- 1140 (foral de Senhorim)
Regiao- Centro
Subregiao –Dao - Lafoes
Distrito- Viseu
Area Urbana – Grande Area Metropolitana de Viseu (GAMVIS)
Antiga Provincia- Beira Alta
Feriado Municipal- 7 de Outubro
Site oficial- http://www.cm-ofrades.com/
Endereco de correio electronico-

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Proxima semana Penalva do Castelo

sexta-feira, 2 de março de 2007

Nelas em destaque






Nelas é uma vila portuguesa no Distrito de Viseu, região Centro e subregião do Dão-Lafões, com 4 073 habitantes(2001).
É sede de um município com 125.7 km² de área e 14 504 habitantes (2004), subdividido em 9 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Mangualde, a sueste por Seia e Oliveira do Hospital, a oeste por Carregal do Sal e a noroeste por Viseu. O concelho designou-se Senhorim até 1852 quando a sede passou para Nelas.

Facto

Gentilico – Nelense
Area -125.7 km2
Populacao-14 504 hab (2004)
Densidade Populacoinal- 115.4 hab/km2
Numero de freguesias - 9
Fundacao do municipio (ou foral)- 1140 (foral de Senhorim)
Regiao- Centro
Subregiao –Dao - Lafoes
Distrito- Viseu
Area Urbana – Grande Area Metropolitana de Viseu (GAMVIS)
Antiga Provincia- Beira Alta
Feriado Municipal- 24 de Junho
Site oficial- www.cm-nelas.pt
Endereco de correio electronico-


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Poxima semana Oliveira de Frades

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

Moimenta da Beira em destaque


A Moimenta da Beira é uma vila portuguesa no Distrito de Viseu, Região Norte e subregião do Douro, com 2 402 habitantes(2001).

É sede de um município com 219,75 km² de área e 11 053 habitantes (2004), subdividido em 20 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Tabuaço, a sueste por Sernancelhe, a sul por Sátão, a oeste por Vila Nova de Paiva e Tarouca e a noroeste por Armamar.



Facto

Gentilico –
Area -220 km2
Populacao-11 053 hab (2004)
Densidade Populacoinal-50.3 hab/km2
Numero de freguesias - 20
Fundacao do municipio (ou foral)- 1189
Regiao- Norte
Subregiao –Douro
Distrito- Viseu
Area Urbana – Comunidade Urbana do Douro
Antiga Provincia- Beira Alta
Feriado Municipal- 24 de Junho
Site oficial-
http://www.cm-moimenta.pt/

Endereco de correio electronico-



As freguesias de Moimenta da Beira são as seguintes:




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Proxima semana Nelas

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Manteigas em destaque






Manteigas é uma vila portuguesa, pertencente ao Distrito da Guarda, região Centro e subregião da Beira Interior Norte, com cerca de 3 373 habitantes(2001).
É sede de um município com 122 km² de área e 3 900 habitantes (2004), subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a noroeste pelo município de Gouveia, a leste pela Guarda, a sueste pela Covilhã e a oeste por Seia. Em 2001, a freguesia de Vale de Amoreira, até então pertencente ao município da Guarda, foi integrada em Manteigas. A extensão do município passou a ser de 125 km².



Facto



Gentilico – Manteiguenses
Area – 122 km2
Populacao- 3 900 hab (2004)
Densidade Populacoinal- 32 hab/km2
Numero de freguesias -4
Fundacao do municipio (ou foral)- 1188
Regiao- Centro
Subregiao –Beira Interior Norte
Distrito- Guarda
Area Urbana – Comunidade Urbana das Beiras
Antiga Provincia- Beira Alta
Feriado Municipal- 4 de Marco
Endereco de correio electronico-




As freguesias de Manteigas são as seguintes:




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Proxima semana Moimenta da Beira



sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Fornos de Algodres em destaque

Fornos de Algodres é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito da Guarda, região Centro e subregião da Serra da Estrela, com cerca de 1 686 habitantes(2001).

É sede de um município com 131.5 km² de área e 5 434 habitantes (2004), subdividido em 16 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Trancoso, a leste por Celorico da Beira, a sul por Gouveia, a oeste por Mangualde e Penalva do Castelo e a noroeste por Aguiar da Beira.



Facto

Gentilico – Algodrense
Area – 131.5 km2
Populacao- 5 434 hab (2004)
Densidade Populacoinal- 41.4 hab/km2
Numero de freguesias -16
Fundacao do municipio (ou foral)- 1209
Regiao- Centro
Subregiao –Serra da Estrela
Distrito- Guarda
Area Urbana – G
rande Area Metropolitana de Viseu(GAMVIS)
Antiga Provincia- Beira Alta
Feriado Municipal- 29 de Setembro
Site oficial-
www.cm-fornosdealgodres.pt
Endereco de correio electronico-



As freguesias de Fornos de Algodres são as seguintes:



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Proxima semana Manteigas

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Celorico da Beira em destaque


Celorico da Beira é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito da Guarda, região Centro e subregião da Beira Interior Norte, com 2 558 habitantes(2001).

É sede de um município com 247.2 km² de área e 8 752 habitantes (2004), subdividido em 22 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Trancoso, a nordeste por Pinhel, a sueste pela Guarda, a sudoeste por Gouveia e a oeste por Fornos de Algodres.


Facto

Gentilico – Celoricense
Area – 247.2km2
Populacao-8 7
52 hab (2004)
Densidade Populacoinal- 35.5 hab/km2
Numero de freguesias -22
Fundacao do municipio (ou foral)- 1185
Regiao- Centro
Subregiao –Beira Interior Norte
Distrito- Guarda
Area Urbana – Comunidade Urbana das Beiras
Antiga Provincia- Beira Alta
Feriado Municipal- 23 de Maio
Site oficial-
www.cm-celoricodabeira.pt
Endereco de correio electronico-


As freguesias de Celorico da Beira são as seguintes:


Ligações externas

Fotografias de Celorico da Beira



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Proxima semana Fornos de Algodres

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Grande Área Metropolitana de Viseu apresenta 20 projectos

Inovação, competitividade e empreendedorismo são os conceitos que norteiam os 20 projectos do plano estratégico da Grande Área Metropolitana de Viseu, hoje apresentado, e que os seus responsáveis querem ver enquadrados no Quadro de Referência Estratégico Nacional.

No final de uma reunião, onde o plano estratégico da Grande Área Metropoli tana de Viseu (GAMVIS) foi apresentado a autarcas dos 21 concelhos que a integra m, o presidente da Junta Metropolitana, Álvaro Amaro, lembrou aos jornalistas a coincidência de hoje ter sido também o dia em que o Governo apresentou o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

"Gostaríamos que fosse uma feliz coincidência e os projectos que este noss o plano vai contemplar, enquanto Grande Área Metropolitana com espírito metropol itano único no interior do País, viessem a ter seguimento no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para 2007/2013", afirmou.

Apesar das notícias de que estas entidades territoriais deverão ser extint as, Álvaro Amaro diz ainda ter a esperança de que, "antes de desligarem a máquin a e ditarem a sentença fatal", o Governo perceba que "a agir dessa maneira está a privar um espaço de 21 municípios" de "também meter o pé ao espírito metropoli tano de Lisboa e do Porto".

"Temos direito a isso, temos potencial, como foi hoje demonstrado neste es tudo", sublinhou, acrescentando que o plano director da Grande Área Metropolitan a de Viseu está ao dispor dos autarcas e, a 13 de Fevereiro, será submetido à di scussão final e aprovação.

Além de 17 dos 24 concelhos do Distrito de Viseu, a Grande Área Metropolit ana de Viseu engloba os municípios vizinhos de Aguiar da Beira, Fornos de Algodr es, Gouveia e Seia, do Distrito da Guarda, que totalizam 354.887 habitantes.

Álvaro Amaro lembrou o Governo que a Grande Área Metropolitana de Viseu nã o é constituída "por municípios que estão em junção de NUT III" e apelou a que n ão impeça a constituição de "realidades supra municipais que, em termos de desen volvimento regional, são muito importantes".

"O desenvolvimento regional não pode ser prejudicado por apenas circunscri ções de ordem administrativa ou estatística, como é o caso das NUT III", defende u.

A "valorização do potencial económico", o "desenvolvimento da base de supo rte à inovação, competitividade e empreendedorismo" e a "criação e divulgação de uma identidade regional forte" são as linhas estratégicas do plano da Grande Ár ea Metropolitana de Viseu.

"Contemplam-se projectos no domínio dos acessos, da valorização do patrimó nio e em termos económicos", avançou, dando como exemplo o projecto que gostaria ver mantido, da criação de uma "academia de inovação, onde possam ser elaborado s projectos vários e criadas condições necessárias para pós-graduações, mestrado s e doutoramentos".

A formação de 500 quadros na região, "o que corresponderia ao elevar em ce rca de quatro por cento a população residente empregada com grau de ensino super ior face a 2001" e a criação de um centro de competências, que teria como áreas prioritárias a saúde e o bem-estar, as energias renováveis e o turismo, são outr os projectos do plano.

Álvaro Amaro disse aos jornalistas estar convencido de que, se porventura a Grande Área Metropolitana de Viseu não prosseguir, "alguns municípios usarão e sta bíblia como suporte" das suas acções, mas a nível municipal.

Numa altura em que em Portugal "se fala muito em coesão territorial", o au tarca alerta o Governo de que, sem estas entidades territoriais, "vai haver um P aís a mais de duas velocidades e alguns vão ficar pelo caminho porque não vão co nseguir acompanhar". "Nós teimaremos até ao fim, até nos dizerem que não há mais lei que suport e a Grande Área Metropolitana ou então que a lei que revoga a lei pela qual foi criada não permite a continuação de uma Grande Área Metropolitana que está regis tada notarialmente. No dia em que disserem isso, sentimos que a máquina está des ligada, até lá, deixem-nos trabalhar", apelou.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

Figueira de Castelo Rodrigo em destaque

Figueira de Castelo Rodrigo é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito da Guarda, região Centro e subregião da Beira Interior Norte, com 2 253 habitantes(2001).

É sede de um município com 508.6 km² de área e 6 884 habitantes (2004), subdividido em 17 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Freixo de Espada à Cinta, a leste pela Espanha, a sul por Almeida, a sudoeste e oeste por Pinhel e a noroeste por Vila Nova de Foz Côa.

O concelho teve foral em 1209, sendo até 1836 a sua sede na freguesia de Castelo Rodrigo



Facto

Gentilico –
Area – 508.6 km2
Populacao- 6 884 hab (2004)
Densidade Populacoinal- 13.6 hab/km2
Numero de freguesias -17
Fundacao do municipio (ou foral)- 1209
Regiao- Centro
Subregiao –Beira Interior Norte
Distrito- Guarda
Area Urbana – Comunidade Urbana das Beiras
Antiga Provincia- Beira Alta
Feriado Municipal- 7 de Julho
Site oficial-
cm-fcr@cm-fcr.pt
Endereco de correio electronico- http://www.cm-fcr.pt


As freguesias de Figueira de Castelo Rodrigo são as seguintes:



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Proxima semana Celorico da Beira

sábado, 20 de janeiro de 2007

Almeida em destaque

Almeida é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito da Guarda, região Centro e subregião da Beira Interior Norte, com 1 491 habitantes(2001).

É sede de um município com 518 km² de área e 7 784 habitantes (2004), subdividido em 29 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Figueira de Castelo Rodrigo, a leste pela Espanha, a sul pelo Sabugal e a oeste pela Guarda e por Pinhel.

Recebeu foral de D. Dinis em 1296.


Facto


Gentilico – Almeidense
Area –518 km2
Populacao-7 784 hab (2004)
Densidade Populacoinal- 15.1 hab/km2
Numero de freguesias -29
Fundacao do municipio (ou foral)- 1296
Regiao- Centro
Subregiao –Beira Interior Norte
Distrito- Guarda
Area Urbana – Comunidade Urbana das Beiras
Antiga Provincia- Beira Alta
Feriado Municipal- 2 de Julho
Site oficial-
www.cm-almeida.pt
Endereco de correio electronico- contacto@cm-almeida.pt




As freguesias de Almeida são as seguintes:



Demografia Historica

















Proxima semana Figueira de castelo Rodrigo

sábado, 13 de janeiro de 2007

Aguiar da Beira em destaque


Aguiar da Beira é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito da Guarda, Região Centro e subregião do Dão-Lafões, com 1 478 habitantes(2001). Ergue-se a 781 m de altitude. É sede de um município com 206.9 km² de área e 6 270 habitantes (2004), subdividido em 13 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Sernancelhe, a leste por Trancoso, a sueste por Fornos de Algodres, a sudoeste por Penalva do Castelo e a oeste por Sátão. Aguiar da Beira é uma vila muito antiga e não se conhece a sua origem exacta. Inclui apenas a freguesia de Aguiar da Beira. De entre os lugares do município, somente Aguiar da Beira tem estatuto de vila, sendo os restantes aldeias. O concelho de Aguiar da Beira recebeu foral de Dona Teresa em 1120.

Facto

Gentilico – Aguiarense

Area – 206.9 km2

Populacao-6 270 hab (2004)
Densidade Populacoinal- 30.4 hab/km2
Numero de freguesias -13
Fundacao do municipio (ou foral)- 1120

Regiao- Centro

Subregiao –Dao - Lafoes
Distrito- Guarda

Area Urbana – Grande Area Metropolitana de Viseu(GAMVIS)

Antiga Provincia- Beira Alta

Feriado Municipal- 10 de Fevereiro

Site oficial- www.cm-aguiardabeira.pt
Endereco de correio electronico-


As freguesias de Aguiar da Beira são as seguintes:

Aguiar da Beira (Aguiar da Beira)
Carapito
Cortiçada
Coruche
Dornelas
Eirado
Forninhos
Gradiz
Pena Verde
Pinheiro
Sequeiros
Souto de Aguiar da Beira
Valverde
cavaca ( Aguiar da Beira)



Geminações

A vila de Aguiar da Beira tem geminação com:
Lisdoonvarna, Irlanda (desde 11 de Outubro de 1998)



Ligações externas

Fotografias de AGUIAR DA BEIRA



Demografia Historica














Proxima semana Almeida