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So faltam meses, dias, horas, minutos, e segundos para o ano 2012

Madeleine

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Radio Viseu Cidade Viriato

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Car@s amig@s,

Os principais chefes de estado estão reunidos agora mesmo na Assembléia Geral da ONU e um dos principais assuntos do encontro, o cumprimento das Metas de Desenvolvimento do Milênio, está sendo completamente ofuscado pela crise financeira global. Enquanto isso a França, o Canadá e a Itália estão aproveitando a distração para diminuir, ao invés de aumentar, o seu comprometimento com a pobreza.

O Sarkozy da França, Harper do Canadá, e Berlusconi da Itália prometeram no encontro do G8 contribuir 0,7% do seu PIB para combater a pobreza. Essa é uma quantia pequena para os países ricos,porém que salva milhões de vidas em regiões assoladas pela pobreza extrema. Mas para eles 99,3% não é o suficiente.

O combate à pobreza é o maior desafio dos nossos tempos, não podemos permitir que os países ricos retrocedam, descumprindo suas promessas. Precisamos lembrá-los da importância de combater a pobreza no mundo. Assine a petição no link abaixo, ela será publicamente entregue aos chefes de estado na Assembléia Geral da ONU pelo renomado economista e especialista em pobreza e desenvolvimento, Jeffrey Sachs. Precisamos mostrar que a opinião pública global está de olho e queremos que as promessas sejam cumpridas. Assine a petição:

http://www.avaaz.org/po/poverty_promise_breakers/?cl=131146725&v=2201

Erradicar a pobreza não é uma tarefa fácil, porém o mundo se encheu de esperança quando foram definidas as Metas de Desenvolvimento do Milênio. É realmente possível sonhar com um mundo melhor e mais justo, mas para isso acontecer, dependemos dos governos mais ricos do planeta. A pressão popular gerou várias conquistas no combate à pobreza como o cancelamento da dívida externa dos países mais pobres, a adoção de metas para reduzir a pobreza até 2015, e o compromisso financeiro do G8 com a África. Graças à esses esforços milhões de vidas foram salvas, crianças estão tendo a oportunidade de ir à escola, ter acesso à redes anti-malária e beber água limpa.

Qualquer cidadão do mundo concordaria que é preciso combater a pobreza extrema, evitando assim o sofrimento de milhões de pessoas ao redor do planeta. A Dinamarca, Luxemburgo, Países Baixos, Normandia e Suécia já contribuíram até mais que 0,7% este ano. Se todos os países cumprirem suas promessas, mais programas para combater a pobreza e incentivar o desenvolvimento de países pobres poderão ser implementados. Porém os líderes do Canadá, França e Itália, continuam achando que isso não é problema deles.

Apoiadores da Avaaz italianos e franceses já estão enviando milhares de mensagens para seus governantes pedindo para eles manterem suas promessas no combate à pobreza. Nós também podemos aumentar a pressão sobre eles, dizendo ao Harper, Sarkozy e Berlusconi que nós esperamos que eles mantenham suas palavras. Não vamos deixar a Assembléia Geral da ONU terminar sem que a pobreza seja dada a devida atenção.

http://www.avaaz.org/po/poverty_promise_breakers/?cl=131146725&v=2201

Nos últimos anos, o mundo todo foi inspirado pela esperança de que a pobreza extrema pode ser erradicada nesta geração. Apesar das crises que vem e vão, não podemos desviar nosso foco deste objetivo grandioso. Esse é um momento crítico para pressionar os líderes globais a manterem suas promessas, participe desta campanha!

Com esperança,

Ben, Alice, Ricken, Graziela, Paul, Milena, Iain, Veronique e Brett -- A equipe da Avaaz

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

UEFA set to confirm Euro expansion

UEFA are set to rubber-stamp an expansion of the European Championship finals from 16 to 24 teams this week - a move that will limit the number of countries able to host the tournament.

The decision, to be taken by UEFA's executive committee at their meeting in Bordeaux on Thursday and Friday, follows a proposal by the Scottish FA and Football Association of Ireland last year.

Scottish FA chief executive Gordon Smith told PA Sport: "I think the expansion will be better for the game - more teams will have the chance of qualifying and the excitement of the groups will go on for longer."

He added: "It is disappointing in that it means we will not be able to stage the tournament in the future, and we recognise that will be the case.

"It was a trade-off between trying to stage it or open up the qualification process and we have decided to look at something that helps everybody."

It will take effect from the 2016 finals and has drawn virtually unanimous support from the 53 member countries.

Smith said the proposal had not been an attempt merely to make it easier for Scotland to qualify for a major finals.

He added: "It will make if easier but it will make it easier for other countries such as England who failed to qualify for Euro 2008. We didn't do it specifically for that purpose however."

UEFA are also expected to announce that Poland and Ukraine will be kept as Euro 2012 joint hosts but will be warned they have to keep to strict deadlines for their construction projects.

The leaders of European football's ruling body will also authorise the budget for a special investigation unit to target match-fixing and corruption in football.

- Search: UEFA European Championships

Related Links

UEFA's official website

Rising sea levels: What will happen to you?

Sea levels in the Thames estuary are likely to rise by up to 90cm by the end of the century, scientists said.

Research for the Environment Agency predicted likely sea level rises of between 8in (20cm) and 35in (90cm) as a result of melting glaciers and polar ice-caps and warming of the oceans.

At the most extreme, sea levels could rise by up to 6ft (2m) - which along with a storm surge could produce a worst case scenario of a water level rise of 9ft (2.7m), the Met Office said.

This new worst-case prediction is significantly lower than previous scenarios of rises of up to 14ft (4.2m) - which means an outer barrage in the Thames estuary to keep the tide out will not be necessary to protect the South East this century.

The research also found climate change was less likely to increase the frequency and size of storm surges in the North Sea than previously thought.

The research by the Met Office Hadley Centre, the Proudman Oceanographic Laboratory and the Centre for Ecology and Hydrology was released at a climate change conference at the University of Exeter.

The study said the volume of freshwater at peak times in the River Thames could increase by around 40% by 2080 in places such as Kingston.

The research will feed into the Environment Agency's Thames Estuary 2100 project to plan for future flood management in the estuary.

Tim Reeder, regional climate change programme manager for the Environment Agency Thames region, said: "By narrowing previous uncertainty, we now have an improved understanding of how climate change will affect the Thames estuary and can develop realistic and cost-effective options, which will meet future needs."

More News:

Lexus advert 'breached regulations'
Arctic methane sparks warming fears
Climate change 'threatening trees'
Nature's budget 'has run out'

- Search: Thames estuary climate change

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Projecção aponta para duplicação da população idosa até 2046

A projecção do INE de que em 2046 haverá 238 idosos por cada 100 jovens, o dobro dos valores actuais, leva especialistas a considerarem que as escolas devem dar aulas sobre envelhecimento e preparar os mais novos para a sua própria velhice. Segundo as projecções do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2046 a proporção de população jovem reduzir-se-á 13 por cento e a população idosa aumentará dos actuais 17,2 por cento para 31 por cento.

Neste cenário, agravar-se-á o processo de envelhecimento da população portuguesa expresso no índice de envelhecimento, que é hoje de 112 idosos por cada 100 jovens e em 2046 será de 238 pessoas com mais de 65 anos por cada 100 até aos 14 anos.

Perante estas projecções, a docente e investigadora do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa (ISCSP/UTL) defendeu quarta-feira (dia 28), em declarações à agência Lusa, que as escolas deviam dar aulas de gerontologia (estudo do envelhecimento) aos jovens para lhes explicar que “ser idoso não tem de ser um fardo” e educá-los para uma velhice activa.

Num país em que a esperança de vida à nascença e aos 65 anos é cada vez maior, os mais velhos são considerados “um fardo e um custo em toda a ordem em termos de equipamentos sociais e dos hospitais”, disse à Lusa Stella António.

Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), relativos a 2006, indicam que o Alentejo é a região do país mais envelhecida, com 102.042 jovens (até aos 14 anos) contra 175.061 idosos (22,9 por cento do total da população).

No lado oposto estão as regiões autónomas, onde há mais jovens que idosos: nos Açores existem 46.904 jovens e 30.198 idosos (12,4 por cento da população) e na Madeira há 44.283 crianças até aos 14 anos e 32.274 pessoas com mais de 65 anos, que perfazem 13,1 por cento do total da população madeirense.

População europeia projecção

Segundo a projecção do Eurostat, em 2015 o envelhecimento da União será um facto, as mortes serão superiores aos nascimentos. Uma das tábuas de salvação da europa será a emigração por isso será bom saber acolher quem nos vai salvar.

Eurostat - nota de imprensa:

http://epp.eurostat.ec.europa.eu/pls/portal/docs/PAGE/PGP_PRD_CAT_PREREL/PGE_CAT_PREREL_YEAR_2008/PGE_CAT_PREREL_YEAR_2008_MONTH_08/3-26082008-EN-AP.PDF

Eurostat:

http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page?_pageid=1090,30070682,1090_33076576&_dad=portal&_schema=PORTAL

domingo, 21 de setembro de 2008

Governo acredita que identificar motivos de abuso ajuda a combater alcoolismo

O governo britânico está lançando uma nova campanha contra o alcoolismo dirigida a nove 'tipos' mais comuns de usuários que abusam do álcool.

A campanha será feita a partir de uma pesquisa do Departamento de Saúde da Inglaterra, que indicou as nove categorias mais comuns de bebedores. Elas incluem os que o fazem para aliviar estresse e pessoas deprimidas que bebem por tédio ou para se relacionar.

Para o governo, identificar as razões que levam usuários a abusar do álcool será "muito útil" para combater o alcoolismo.

O estudo se debruçou sobre homens que bebem mais de 50 unidades semanais de álcool e mulheres que bebem pelo menos 35 unidades semanais – duas vezes acima do limite recomendado.

Uma unidade de álcool equivale a um copo de cerveja ou vinho ou, alternativamente, meia dose de bebida destilada.



Tipos



Entre os nove tipos identificados, estão, por exemplo, os que bebem para desestressar e relaxar, em meio a uma rotina de pressão no trabalho.

Em outros casos, usuários abusam do álcool ao se perder em um estilo de vida agitado e por vezes extravagante.

As informações serão utilizadas pelo governo para orientar uma campanha contra o alcoolismo que deve atingir 4 mil bebedores contumazes no nordeste do país, em um projeto-piloto que, se bem sucedido nos próximos meses, será levado para o resto do pais.

A secretária britânica de Saúde, Dawn Primarolo, admitiu que os bebedores incluídos nas nove categorias têm em comum um problema "difícil de combater".

Mas ela disse acreditar que a nova abordagem será capaz de convencer os usuários a ser agentes da própria mudança.

"Esta é uma abordagem totalmente nova de fazer as pessoas entenderem os efeitos de seus hábitos em relação à bebida e de ajudá-las a mudar para melhor."


Veja abaixo os nove tipos de bebedores identificados pela campanha.



OS TIPOS DE BEBEDORES



Tipo: O deprimidoCaracterística:

Está com a vida em um estado de crise - atravessando um período de dificuldade financeira, luto ou divórcio recente, por exemplo.Motivações: Vê o álcool como uma forma de se reconfortar ou como uma automedicação para ajudar a lidar com as turbulências.



Tipo: O estressadoCaracterística:

Leva uma vida sob pressão no trabalho, o que normalmente leva ao sentimento de não ter as coisas sob controle ou de estar sobrecarregado de responsabilidades.Motivações: O álcool é uma forma de relaxar e de retomar a sensação de controle, ao traçar uma linha entre vida pessoal e profissional. Os parceiros normalmente reforçam este comportamento, ao preparar drinques para os bebedores.



Tipo: O 'social'Característica:

Têm uma agenda social carregada.Motivações: O álcool é um meio de ligação que unifica a todos e os coloca em uma mesma sintonia.



Tipo: O conformistaCaracterística:

Tipicamente, rapazes tradicionalistas que crêem que 'homens vão ao bar todas as noites'.Motivações: O álcool faz parte do que definem como 'meu momento'. O bar é sua segunda casa, e eles se sentem aceitos e em casa neste ambiente.



Tipo: O bebedor comunitárioCaracterística:

Bebe em grandes grupos sociais.Motivações: Levado ao álcool pelo senso de comunidade criado pelo ambiente do bar. A bebida dá segurança e significado à vida, e age como meio social.



Tipo: O entediadoCaracterística:

Tipicamente, mães solteiras ou mulheres recém-divorciadas, com vida social restrita. Motivações: A bebida é uma companhia que substitui o casal. Beber marca o final do dia, talvez encerrando um jornada de obrigações.



Tipo: O machão Característica:

Normalmente se sente subvalorizado, sem voz e frustrado em áreas importantes da vida.Motivações: Seu lado bebedor é um alter-ego que gira em torno da sua capacidade de beber. A bebida é motivada pela necessidade constante de reafirmar sua masculinidade e seu status em relação a outras pessoas.


Tipo: O hedonista Característica:

Solteiros, divorciados ou com filhos crescidos. Motivações: Beber em excesso é uma forma de expressar a sua independência, liberdade e juventude para si mesmo. O álcool é usado para diminuir inibições.

Tipo:O quase dependente Característica:

Homens que moram 'de facto' no bar – que, para eles, é quase o mesmo que estar em casa. Motivações: Uma combinação de motivos, incluindo tédio, necessidade de se conformar e uma sensação de mal-estar existencial nas suas vidas.


10 Países com a maior população de cães no mundo

1º. E U A: 61 milhões
2º. Brazil: 30 milhões
3º. China: 22 milhões
4º. Japan/Rússia: 9,6 milhões
5º. South Africa: 9,1 milhões
6º. France: 8,1 milhões
7º. Italy: 7,6 milhões
8º. Poland: 7,5 milhões
9º. Thailand: 6,9 milhões
10º. U K: 6 milhões

Ranking dos países mais corruptos do mundo

O site da Transparency Internacional (TI) apresenta o ranking dos países mais corruptos do mundo.

Os mais corruptos: Haiti, Birmânia, Iraque, Guiné e Sudão. O Brasil aparece na 70ª colocação e Portugal na 26ª.

De acordo com a tabela da TI, quanto mais alto o número associado ao país, mas alto é seu índice de corrupção.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

28 Meia Maratona de Viseu


Realizou-se 14 de Setembro a 28.º Meia Maratona de Viseu, o vencedor foi o Antonio Salvador (1h06m12s) na prova masculina. Ines Monteiro (1h20m52s) na prova feminina.



Clic mas categorias abaixo indicadas


sábado, 13 de setembro de 2008

Dental Calculator

Are your teeth older than you?

Did you know that your lifestyle as well as your dental regime could be adding years to your overall appearance, making you look much older than you actually are? Take the quick quiz below to find out if your teeth are ageing you.


DENTAL_CALCULATOR

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Saffir-Simpson Hurricane Intensity Scale

Intensity Scale is used to categorize hurricane strength and potential damage. Public broadcasts generally include a hurricane’s category. This table shows the parameters (wind speed and storm surge), criteria, and expected damage of each category of hurricane. Note: Damage descriptions are provided in NOAA's "Hurricane and Disaster Brochure". Click a damage level below for a description.





Category Wind Speed Storm Surge Damage

Km/hr mi/hr m ft


1 119-154 74-95 1-2 4-5 Minimal
2 155-178 96-110 2-3 6-8 Moderate
3 179-210 111-130 3-4 9-12 Extensive
4 211-250 131-155 4-6 13-18 Extreme
5 >250 >155 >6 >18 Catastrophic

Click Table of Contents when finished looking at descriptions

Damage Hurricanes Cause--Winds and Storm Surges





Damage-Causing Winds

Hurricanes produce damaging surface winds and storm surges. While high winds cause significant structural and environmental damage, storm surges are frequently the most devastating element of a hurricane.


Storm Surges

A storm surge is a rise in sea level along a coastline caused by the combination of a hurricane's surface winds and the physical geography of a coastline. Surface winds above the ocean's surface push water toward the hurricane's eye, creating a mound of water. The mound of water is then influenced by the slope of the coastline as the hurricane approaches land. If the coastline is shallow, water cannot flow away from the mound and the mound grows. If the coastline is deep, water can disperse and the mound may grow slowly or disperse depending on hurricane strength. An example of a shallow-water coastline is the Gulf Coast while an example of a deep-water coastline is found in New England.









Shallow-water Coastline







Deep-water Coastline



Each of the animations above depicts surge dynamics in action. As you watch the storm-surge animations, notice the effect that the physical geography of each coastline has on storm surge. Also note the waves on top of the ocean's surface. Wind, waves, and sea-level rise all contribute to storm-surge damage


The greatest storm-surge damage is to the right of a hurricane's eye (as you face the shoreline) in the Northern Hemisphere. It occurs to the right of the eye because winds, ocean waves, and sea-level rise are all moving in an onshore direction. In contrast, to the left of the eye, ocean waves and sea-level rise are moving in an onshore direction, but the winds are blowing in an offshore direction. The offshore direction of the winds moderates the effect of the storm surge. You will explore this idea in the Explore Hurricanes section with Hurricane Opal as it comes ashore.

Why Do Hurricanes Form and Where Are They Found?

Hurricanes form and intensify over oceanic regions. They require sea-surface temperatures of at least 26°C (80°F) and the influence of the earth’s rotation to initiate a spinning circulation (Coriolis effect).

The adjacent map shows the places on earth where these conditions are met for hurricane formation. Hurricanes generally form at the tail of the arrow and typically track following the arrow to its arrowhead.

In North America, we call a storm that results from these conditions a hurricane. In other parts of the world, a hurricane is known by other names, including "typhoon" in the Western North Pacific and "tropical cyclone" in the Indian Ocean and the Western South Pacific.

What is a Hurricane?

A hurricane is an intense, rotating oceanic weather system that possesses maximum sustained winds exceeding 119 km/hr (74 mph). It forms and intensifies over tropical oceanic regions.

Hurricanes are generally smaller than storms in mid-latitudes, typically about 500 km (311 miles) in diameter. At the ocean’s surface, the air spirals inward in a counterclockwise direction. This cyclonic circulation becomes weaker with height, eventually turning into clockwise (anticyclonic) outflow near the top of the storm.

sábado, 6 de setembro de 2008

Hanna is in, Ike is coming

Tropical Storm Hanna made landfall on the South Carolina/North Carolina border at 3:20 am Saturday morning. Now all eyes starting to watch Ike very carefully

Hanna_is_in,_Ike_is_coming

domingo, 31 de agosto de 2008

Hurricane on Katrina anniversary


On the same day that New Orleans residents marked the three-year anniversary of Hurricane Katrina's wrath, another storm strengthened into a hurricane miles away and threatened to hit the US Gulf Coast once again.

Forecasters at the National Hurricane Centre said that Gustav had grown into a Category 1 hurricane, and remained on track to strike anywhere from the Florida Panhandle to eastern Texas sometime next week.

The news came only hours after New Orleans lay to rest the last seven unclaimed Katrina victims.

A horse-drawn carriage brought the bodies for entombment at a memorial site, and the mayor helped guide a gleaming coffin into a mausoleum.

Gustav has been blamed for 71 deaths on its path through Haiti, the Dominican Republic and Jamaica.

Along the Gulf Coast, officials were preparing for the possibility of major evacuations should the storm stay on track.

Mississippi Governor Haley Barbour had already called for the evacuation of Katrina-scarred residents still living in trailers and other temporary housing along the state's 70-mile coastline.
The mayor of Grand Isle, Louisiana, also called for voluntary evacuations.


In New Orleans, the Katrina anniversary ceremonies were tinged with an awareness of how far the city has come since Katrina, but also a trepidation about the possibility of another storm.
New forecasts made it clear that the city will get some kind of hit by early next week
.



Hurricane Track

Hurricane_Gustav



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quarta-feira, 9 de julho de 2008

ERUPÇÕES VULCÂNICAS - Planos de emergência "arrumados na gaveta"

No Arquipélago dos Açores ocorrem três erupções vulcânicas por século mas os planos de emergência estão "fechados nas gavetas e não são discutidos publicamente", lamenta Victor Hugo Forjaz, director do Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores.
"As autoridades governamentais e autárquicas não acreditam que um vulcão possa entrar em actividade nos Açores. Acreditam nos sismos, porque os sentem, mas não acreditam que podemos ter acontecimentos vulcânicos de repercussões importantes", assinalou o vulcanólogo.
Segundo o investigador, nos tempos que correm é possível "atenuar fortemente" as consequências de uma erupção vulcânica "através de construções e equipamentos, bem como realizando ensaios e testes para essas situações críticas", mas não é isso que acontece.
"Depois de Capelinhos, que causou uma onda migratória para os Estados Unidos, já houve vários vulcões. Ninguém acreditava em Capelinhos até 1957 mas depois ocorreu Velas/Rosais, em São Jorge, e Serreta" recordou.
No caso de Rosais, ocorreu uma crise sísmica entre 1962 e 1964 com origem num centro eruptivo situado cerca de 1,5 milhas a Sudoeste da Ponta dos Rosais, enquanto a Crista Submarina da Serreta, localizada cerca de 10 quilómetros a Oeste da ilha Terceira, entrou em erupção em 1998.
Porém, "a memória é curta para os desastres e cinco ou seis anos depois só as famílias atingidas é que se lembram", afirmou Victor Forjaz à agência Lusa, sublinhando que os vulcões das Furnas, Fogo e Sete Cidades (todos na Ilha de São Miguel), assim como a Caldeira do Faial, "têm todas as características de um dia poderem voltar a acordar".
"Os cientistas sabem que três vezes por século há um vulcão que entra em actividade no Arquipélago" mas "após Capelinhos, São Jorge e Serreta entrámos num período de adormecimento mental, do género «já que não houve nada de grave até agora, também não vai haver nada de grave no futuro»", comentou.
Por isso, e embora os municípios tenham "planos de emergência feitos de acordo com a lei", estes estão "fechados nas gavetas e não são discutidos publicamente", censura o director do Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores.
Criticando a actuação "passiva e miserabilista" dos municípios, "que só fazem ensaios sísmicos, não fazem ensaios vulcanológicos", o responsável do Observatório considera que a população dos Açores não está preparada para o dia em que um vulcão entre em erupção no Arquipélago, onde apenas a Ilha de Santa Maria está comprovadamente a salvo de reactivações.
"No caso de ocorrer uma erupção nas Sete Cidades, a população de Ponta Delgada não sabe onde ir buscar pão, onde conseguir um helicóptero, onde passar a noite", afirmou Victor Hugo Forjaz, segundo quem, nos Açores, "não há uma cultura de protecção civil, há sempre a esperança de que Nosso Senhor e os santos hão-de proteger esta gente".



Novo ciclo geológico


Os vulcões existentes em Portugal continental estão extintos mas o planeta pode estar a entrar num novo ciclo geológico, com uma zona de subducção a sudoeste da Península Ibérica, e a actividade vulcânica não está excluída.
"Com base na distribuição dos sismos, há quem diga que podemos estar a entrar num novo ciclo geológico, que poderá ter como consequência o vulcanismo", afirmou o geólogo José Francisco à agência Lusa.
Na origem do processo estará um fenómeno de subducção, ou seja o mergulho de uma placa sob outra - no caso concreto, da placa oceânica sob a placa continental, em cujo extremo está Portugal - explicou o investigador da Universidade de Aveiro.
De uma forma genérica, o efeito pode ser visto em http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_de_subducção.
O investigador alertou, todavia, que - a confirmar-se esta tese - "o vulcanismo apenas se manifestará dentro de milhões de anos", pois a própria subducção leva muito tempo a concretizar-se.
No continente, a actividade vulcânica mais recente tem já cerca de 70 milhões de anos e registou-se no Complexo Vulcânico de Lisboa, cujos 200 quilómetros quadrados se estendem da capital a Torres Vedras, passando por Cascais, Sintra ou Mafra (onde permanece uma chaminé vulcânica de basalto, o Penedo de Lexim).
"Apesar de o complexo estar extinto há tanto tempo, ainda há uma chaminé vulcânica junto à antena da televisão em Monsanto, como houve em Alcabideche", indicou Victor Hugo Forjaz, director do Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores, acrescentando que muitos vestígios foram, ao longo dos anos, "cobertos pelo casario, pelos bairros".
Um vulcão é declarado extinto se não teve manifestações exteriores de actividade nos últimos 10 mil anos "e quando os estudos científicos demonstram que debaixo dele não há calor, não há magma que o possa alimentar", explicou Victor Forjaz, acrescentando que "é considerado adormecido se teve erupções recentes ou se tem, à superfície, manifestações de actividade", como fumarolas.
Segundo o especialista, a actividade vulcânica é anunciada "pelo aumento da temperatura do solo com meses de antecedência, pelo aumento da sismicidade e pela variação dos campos magnético e gravimétrico, que são indícios de perigo".
E o que causa uma erupção vulcânica? "O acumular de energias durante um certo número de séculos e factores externos, como uma conjugação de fases da lua e do sol e a existência de forças laterais e verticais na crosta terrestre", esclareceu o director do Observatório.
"Mas todos os investigadores concordam que não há hipótese de os vulcões entrarem em actividade no continente", assinalou, numa posição reiterada por José Francisco, da Universidade de Aveiro, que indicou à Lusa mais alguns vestígios de vulcanismo.
"Na Faixa Piritosa Ibérica, que abrange o Baixo Alentejo e continua para Espanha, o vulcanismo submarino teve forte expressão no início do período Carbónico (360 a 300 milhões de anos), levando à formação de jazigos minerais como a mina de Neves Corvo, a mais importante em actividade em Portugal", exemplificou.


Via Oceânica 2007