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So faltam meses, dias, horas, minutos, e segundos para o ano 2012

Madeleine

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Radio Viseu Cidade Viriato

quarta-feira, 6 de maio de 2009

TGV: Data para ligação Aveiro-Salamanca

Portugal estará em condições de fixar uma data para a conclusão da linha de alta velocidade entre Aveiro e Salamanca na cimeira luso-espanhola do final do ano


O anúncio foi feito pelo ministro das Obras Públicas, Mário Lino.


"Para o fim deste ano contamos enviar para avaliação de impacto ambiental o nosso estudo prévio para a linha de alta velocidade Aveiro-Salamanca e estamos em condições de na próxima cimeira luso-espanhola que se irá realizar no final deste ano, fixar, acordar uma data com Espanha para terminar essa linha", disse Mário Lino à agência Lusa.


O ministro, que falava no final de um encontro com o presidente da Junta Autónoma de Castela e Leão, Juan Vicente Herrera, admitiu que esta ligação não é tão prioritária para Portugal como as linhas Lisboa-Madrid e Porto-Vigo e lembrou a importância desta ligação para o transporte de mercadorias a partir do porto de Aveiro.


De acordo com o calendário do Governo português, a ligação Aveiro-Salamanca, que será uma linha mista (passageiros e mercadorias) deverá estar concluída em 2015, o mesmo ano definido para a entrada em operação da linha de alta velocidade Lisboa-Porto.


As linhas Lisboa-Madrid e Porto-Vigo deverão entrar ao serviço em 2013, segundo o calendário do Governo português.


Por seu lado, Juan Vicente Herrera, sublinhou a aspiração de Castela e Leão de complementar através de uma linha de alta velocidade a ligação por auto-estrada entre Aveiro e Salamanca (E80) e mostrou-se satisfeito com a resposta das autoridades portuguesas.


"É uma notícia extraordinária que numa próxima cimeira os dois governos possam acordar uma data para que esta infra-estrutura esteja terminada", disse Juan Vicente Herrera.


O presidente da Junta Autónoma de Castela e Leão, que terça-feira afirmou duvidar que os dois governos consigam cumprir o calendário do projecto de Alta Velocidade até 2015, adiantou que vê "a situação muito complicada" do lado espanhol.


"Vejo complicado o desenvolvimento da Alta Velocidade em Espanha. Pelo menos, levo a boa notícia de que por parte das autoridades portuguesas estão interessados que numa próxima cimeira, da mesma forma que foi feito com a ligação Porto-Vigo e Lisboa-Madrid, se possa estipular uma data certa", sublinhou.


Questionado sobre o que seria uma data razoável, Juan Vicente Herrera respondeu: "O mais rápido possível".


Eu tentei


Ben Southal vai receber 83 mil euros para viver seis meses numa ilha paradisíaca, na Austrália.


Um britânico elevou-se acima de 34 mil outros mortais para assegurar o denominado "melhor emprego do Mundo". Ben Southall foi o escolhido para trabalhar na paradisíaca ilha de Queensland, na Austrália, anunciou a organização.


O angariador de fundos, que se considera "praticamente um peixe", vai mudar-se para uma casa de três quartos com vista para a Grande Barreira de Recife. vai receber 100 mil dólares (83 mil euros) por seis meses de trabalho: alimentar os peixes, limpar a piscina e "postar" um vídeo por semana num blogue sobre a ilha é tudo o que se pede no "Melhor emprego do Mundo".


No vídeo de candidatura, Ben Southall diz que adora "descobrir novos lugares" e conta que, em 2008, "andou à volta de África". Diz ter atravessado desertos, escalado montanhas, que fez mergulho, BTT e correu maratonas. Na corrida ao "melhor emprego do Mundo", foi, também, o mais resistente.


"Honestamente, não pensei que tivesse qualquer hipóteses de vencer", confidenciou Ben Southall à Agência France Press (AFP). "Tenho trabalhado muito para obras de caridade, e quero continuar a fazê-lo", disse o britânico, que a partir de 1 de Junho vai receber 83 mil euros por seis meses de trabalho duro, nas imaculadas praias de areia branca da ilha de Hamilton ou a mergulhar nas águas cristalinas que bordejam a Grande Barreira de Coral.


Natural de Hampshire, sul de Inglaterra, adepto de maratonas e da prática do alpinismo, Ben Southall trabalhou como guia turístico em África. Recentemente, passou a chefiar um projecto de acções de caridade na Grã-Bretanha.


Dois portugueses de quarentena


Mayur e Rahul Mohanlal estão de quarentena no Hotel MetroPark de Hong Kong, sem sinais de Gripe A e medicados.


Dois cidadãos portugueses - Mayur e Rahul Mohanlal estão de quarentena no Hotel MetroPark de Hong Kong, sem sinais de doença e medicados pelas autoridades de saúde da antiga colónia britânica, disseram à Agência Lusa pelo telefone.


No contacto, a partir de Macau, Mayur Mohanlal garantiu que estava "tudo bem" consigo à semelhança dos "restantes hóspedes" de férias forçadas no hotel de Wanchai.


"Temos sido acompanhados diariamente por uma equipa médica e estamos medicados com o tamiflu por uma questão preventiva", explicou à Agência Lusa Mayur Molanhal.


"Movimento pela Igualdade"


"Movimento pela Igualdade". Assim se chamará o movimento a favor do casamento civil homossexual, que está a ser preparado por vários grupos LGBT, com o apoio de sindicatos e outras associações da sociedade civil.


Sigilo tem sido a palavra de ordem para um grupo constituído por vários elementos representativos de associações e activistas das causas de lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros (LGBT) que, desde há duas semanas, preparam a criação daquele movimento cívico, cujo o objectivo é funcionar como força de pressão para colocar na ordem do dia, até às eleições legislativas, a questão dos casamentos civis para casais do mesmo sexo.


"Movimento pela Igualdade" será apresentado publicamente no fim deste mês, estando aquele grupo de trabalho a sondar várias personalidades da vida pública nacional, desde políticos a cantores, para darem a cara pela causa. Rui Rio, presidente da Câmara do Porto, Catarina Furtado, Miguel Sousa Tavares, Xana, vocalista dos 'Rádio Macau', ou Teresa Caeiro, deputada do CDS/PP, são apenas alguns entre as centenas de notáveis que constam na listagem de contactáveis.


Segundo uma fonte ligada ao processo, serão estas figuras que irão liderar tal movimento nos próximos meses e não os activistas LGBT. "Este grupo [fundacional] cessará as suas funções no dia em que for apresentado o movimento".


"O PS já admitiu que pretende promover a igualdade de direitos, acabando com essa barreira que impede os casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo, caso vença as eleições. Mas queremos colocar os outros partidos e a sociedade a discutirem o assunto", acrescentou aquela fonte, frisando que os moldes do "pela Igualdade" terão como exemplos os movimentos "pelo Sim", que defenderam a despenalização do aborto no referendo.


O movimento começou a ser delineado numa reunião que ocorreu na sede do Sindicato dos Professores de Lisboa, juntando as diversas associações e activistas do meio LGBT, que há mais de seis anos não se encontravam de modo tão formal.


"O afastamento entre todos ocorreu quando se questionou o modo de acção de determinados grupos e pessoas, além das divergências políticas que tornaram evidentes algumas clivagens que já existiam", disse outro dos participantes daquele encontro, onde também estiveram membros das duas centrais sindicais [CGTP e UGT], da Associação para o planeamento da família, ou da "Médicos pela Escolha", entre outros grupos que em comum partilham o facto de já participado nos cinco movimentos pela despenalização do aborto.


"No voo, tudo calmo"


"No voo, tudo calmo. Havia pessoas com máscara, mas nós não. Não nos deram. Perguntámos se era necessário, disseram-nos que não havia problema".


Teresa Velada chegou ontem da Riviera Maia, México, onde passou os últimos oito dias com o marido. A despreocupação e a calma estampados nos rosto bronzeado.


Do vírus agressivo H1N1 - que alarmou as autoridades internacionais - pouco ouviu falar. Nem se tinha apercebido de que o destino turístico que escolhera é o foco infeccioso. "Lá na recepção do hotel disseram-nos que havia este problema, mas não fizeram grande alarido. No aeroporto, sim, fomos observados. Tiraram-nos a febre. Mas tudo normal".


A tranquilidade dos viajantes continua a contrastar com a prontidão das autoridades sanitárias. E não foi excepção ontem à chegada a Lisboa de mais dois voos procedentes do México.


No aeroporto da Portela, a meio da manhã, uma equipa de sanidade aguardava o primeiro desses voos para iniciar o processo de instrução. Três delegadas de saúde entraram na cabine antes do desembarque e fizeram recomendações. Entre as quais, ficar de quarentena durante pelo menos 10 dias. "Disseram-nos para não contactarmos com crianças nem idosos nos próximos dias e, se tivéssemos os sintomas - febre, dores musculares -, que ligássemos para a linha de Saúde 24" (808 24 24 24), contou Teresa Velada.


Opção que foi imediatamente acolhida pelos passageiros, como vários contaram . "Não tenho sintomas, mas vou ter precauções", declarou Teresa, acrescentando que irá gozar a próxima semana de férias no Algarve, "longe de familiares e amigos".


"Tenho uma empresa, mas não vou, durante os próximos dias, visita-la. Vou trabalhar por computador, porque também tenho que respeitar as pessoas que trabalham comigo", disse, por sua vez, Luís Pereira, também regressado da Riviera Maia. Mas não só vai ficar longe dos empregados. Luís vai ficar longe do filho de um ano. "Vou para um hotel para evitar o contágio com o meu filho. É uma questão de bom senso".


Em declarações aos jornalistas, a delegada de Saúde Maria João Martins destacou não haver na legislação nacional a figura da "quarentena involuntária", pelo que a decisão de ficar em casa só depende em última análise "do bom senso" das pessoas.


"É fundamental a identificação de casos e a contenção da doença", realçou. Uma folha de identificação dos passageiros foi distribuída a cada um para preenchimento voluntário, de modo a facilitar a sua identificação.


Mas, caso seja necessário, as autoridades poderão identificar todas as pessoas que estiveram em contacto com quem venha a ser diagnosticado com a doença, através das listas de passageiros das companhias aéreas.


Seja como for, está por enquanto afastada a quarentena compulsiva, segundo informou a DGS.


terça-feira, 5 de maio de 2009

"Não existem casos suspeitos ou confirmados"

As crianças internadas no Hospital D. Estefânia, em Lisboa, não estão infectadas com o vírus da Gripe A. Garantia da ministra da Saúde, Ana Jorge.


Ao contrário do que foi noticiado, foram duas as crianças internadas esta noite no Hospital Dona Estefânia. “Não se confirma” a infecção do vírus da Gripe A, disse Ana Jorge. “As duas crianças apresentavam uma situação de crise respiratória aguda e foram internadas mais por auxílio aos pais, que também se encontram doentes”, acrescentou a ministra da Saúde.


"Não existem casos suspeitos ou confirmados, neste momento, de Gripe A, em Portugal", asseverou a ministra da Saúde, na habitual conferência de Imprensa para fazer o ponto da situação sobre a doença em Portugal.


Ana Jorge assegurou que não se passou nada de especial no Hospital D. Estefânia, sustentando que “não foi accionado o plano de contingência”. Apenas “foram cumpridas as regras do plano já em vigor”, desde que a Gripe A começou a dar sinais de degenerar em epidemia, mais tarde pandemia. “O hospital agiu de acordo com o que está estabelecido para situações do género”, acrescentou.


A ministra da Saúde escusou-se a revelar o número de casos suspeitos e investigados. “Não são significativos”, disse Ana Jorge, na expectativa de ver o que vai acontecer com os cerca de 300 portugueses que chegaram do México esta quarta-feira. “O vírus da gripe têm um período de incubação que pode ir até aos cinco dias, por isso as pessoas têm estar atentas para ver se desenvolvem sintomas. Por isso fizemos controlo no aeroporto”, disse Ana Jorge.


Mais casos de gripe suina em Portugal.

Menina, de 11 anos, estará internada no Hospital D. Estefânia, em Lisboa. Ministério da Saúde remete esclarecimentos para uma conferência de Imprensa, às 14 horas.


Uma criança de 11 anos estará interna no hospital D. Estefânia, em Lisboa, com sintomas de Gripe A. A informação está a ser avançada por vários "média" nacionais, mas não tem confirmação quer da unidade hospital quer do Ministério da Saúde, que remete informação para a conferência de Imprensa habitual, aprazada para as 14 horas.


A menina, 11 anos, terá chegado ao hospital durante a madrugada, onde terá sido vista por um médico e isolada na zona de infecciologia. Segundo a TSF, estão, neste momento, a ser realizados testes para aferir se a criança está infectada com o vírus da Gripe A. A notícia está, também, a ser avançada pela rádio Antena 1 e pela SIC Notícias.


O Hospital D. Estefânia que remeteu qualquer informação para o Ministério da Saúde. A tutela, também contactada via telefone, escusou-se a fazer comentários, remetendo esclarecimentos para a conferência de Imprensa diária, esta terça-feira, marcada para as 14 horas.

Alerta....

As autoridades estão a alertar as populações para autocolantes com símbolos aparentemente sem significado que têm vindo a ser encontrados junto às entradas das habitações. Segundo a polícia, trata-se de um método já antigo usado pelos criminosos para indicar aos "colegas" qual é a melhor altura para assaltar a habitação e que agora está de volta, sendo utilizado preferencialmente pelos ladrões oriundos dos países do leste


Se encontrar um autocolante com uma seta, ondas ou números junto à campainha da porta ou portão da sua habitação retire-o rapidamente. O conselho é dado pelas autoridades que estão a alertar, através de comunicados espalhados pelas sedes das juntas de freguesia, para este método usado por grupos de criminosos com o intuito de comunicarem entre si.
O objectivo é dar a conhecer, por exemplo, a melhor altura do dia para assaltar a habitação, ou explicar quem vive na residência. Uma seta virada para cima indica que não há ninguém em casa de manhã, uma seta para a direita aponta a tarde como a melhor altura para o ladrão "atacar", enquanto que o período da noite é indicado através de uma seta para baixo.
Os símbolos são colocados depois de terem sido feitas observações em relação ao comportamento dos residentes da habitação, que também podem ser o resultado de perguntas feitas aos vizinhos. l

Mais "chão" ...

A investigação científica levou mais a fundo as pretensões portuguesas quanto à área sob sua soberania. A proposta chega às Nações Unidas na próxima semana. O nosso domínio territorial, em mar e solo, pode duplicar.


Contando com terra firme, Zona Económica Exclusiva (ZEE) e Plataforma Continental, Portugal pretende ver reconhecido o direito sobre cerca de três milhões de quilómetros quadrados. Os trabalhos de reconhecimento do fundo marinho começaram em 2005. Eles tinham de provar até onde chega a plataforma terrestre em que assentam a parte continental do país bem como da Madeira e dos Açores. A Convenção das Nações Unidas sobre Direito do Mar, que Portugal ratificou, admite que os países com mar reivindiquem a posse do fundo marinho e seus recursos, se eles forem a continuação morfológica da plataforma continental em que assentam na parte visível e sólida.


Coube à Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental colher provas. O seu chefe, Pinto de Abreu, coordenou como cientista outros pares de diversas formações (da Biologia à Física e à Quimica, entre outras). Em vésperas do encerramento desta fase do processo de candidatura (que admite algumas especificações posteriores), ele resume as aspirações nacionais confirmadas por dados.


Há uma continuidade entre Portugal continental, a Madeira e os Açores, como se de uma zona de passadiço entre marés se tratasse. Os mapas de levantamento do fundo marinho feito com recurso a processos sofisticados de batimetria e recorrendo muito a sonares mostram que essa plataforma, nos Açores, vai além dos 630 quilómetros a partir das ilhas (350 milhas). A forma do fundo submarino e, em algumas zonas, as suas características, por exemplo em relevos e geoquímica, foram "batidos" pelos equipamentos instalados em navios oceanográficos e pelos sentidos do Veículo de Operação Remota (ROV). Os resultados permitiram determinar, na maior parte dos limites e com grande aproximação, onde acaba a crusta continental e começa a crusta oceânica.


Os levantamentos feitos em pleno Oceano Atlântico abrangeram 1,8 milhões de quilómetros quadrados. As aspirações portuguesas sedimentaram-se em 1,370 milhões, área que não está longe da fasquia máxima calculada inicialmente (1,4 milhões). É isso que leva Pinto de Abreu a afirmar que "somos um país de pelo menos três milhões de quilómetros quadrados", contando com terra e ZEE.


Mas não é só isto que se acrescenta; "há muitos conhecimentos novos" surgidos desta aventura de exploração do relevo e constituição de quanto está submerso, em profundidades abissais que podem exceder os seis quilómetros atingíveis pelo ROV. "Há muitos casos em que encontrámos uma realidade nova", garante Pinto de Abreu.


Em 2013 deverá haver uma resposta das Nações Unidas (Comissão de Limites) mas, entretanto, há que afinar dados para a chamada final de avaliação do candidato, dentro de dois anos. Nesse meio tempo, algum do material genético recolhido na profundidade será analisado. "É preciso calma e visão do futuro", afiança Pinto de Abreu.


segunda-feira, 4 de maio de 2009

O pai da Banda Desenhada em Portugal...


Vasco Granja, uma figura incontornável na divulgação de banda desenhada, morreu esta madrugada aos 83 anos.


O apresentador de televisão ficou na história da banda desenhada e do cinema, divulgando, durante 16 anos, obras fora do circuito comercial, nomeadamente dos países do Leste da Europa.


Vasco de Oliveira Granja, nasceu a 10 de Julho de 1925, no bairro de Campo de Ourique, em Lisboa. Esteve ligado ao PCP, foi detido pela PIDE e esteve preso durante 16 meses.


Tornou-se conhecido do público com o seu programa de televisão "Cinema de Animação", na RTP, que esteve no ar 16 anos.


O corpo do divulgador de BD está em câmara ardente na capela da Damaia, na Amadora.


O funeral realiza-se terça-feira, a partir das 15:00 horas, para o Cemitério de Rio de Mouro, Sintra, onde o corpo será cremado.


Comfirmado.....

Os resultados das análises feitas a uma mulher portuguesa que esteve no México numa zona infectada com a gripe A confirmaram a contaminação com o vírus H1N1.


Em conferência de imprensa, a ministra da Saúde esclareceu que, apesar desta confirmação, o país não vai alterar a estratégia de combate à propagação do vírus H1N1.


A portuguesa encontra-se bem, segundo a ministra Ana Jorge, e todos os familiares foram acompanhados por uma equipa de vigilância e "nenhum deles apresenta qualquer sintatomatologia".


O teste realizado à paciente pelo Instituto Ricardo Jorge, em Lisboa, foi enviado para os laboratórios certificados da Organização Mundial de Saúde em Londres.


A mulher portuguesa teve já alta hospitalar e está em casa.


HOW SWINE FLU OUTBREAK EMERGED

Flu viruses in different species
Flu viruses mutate over time causing small changes to proteins on their surface called antigens. If the immune system has met a particular strain of the virus before, it is likely to have some immunity; but if the antigens are new to the immune system, it will be weakened.


Flu virus mutation
The influenza A virus can mutate in two different ways; antigenic drift, in which existing antigens are subtly altered, and antigenic shift, in which two or more strains combine. Antigenic drift causes slight flu mutations year on year, from which humans have partial, but not complete, immunity. By contrast, the new strain of H1N1 appears to have originated via antigenic shift in Mexican pigs


Antigenic shift in pigs
The name "swine flu" is a slight misnomer as it is believed pigs acted as a mixing pot for several flu strains, containing genetic material from pigs, birds and humans. Most humans have never been exposed to some of the antigens involved in the new strain of flu, giving it the potential to cause a pandemic.

Virus transmission to humans
The new virus has made the jump from pigs to humans and has demonstrated it can also pass from human to human. This is why it is demanding so much attention from health authorities. The virus passes from human to human like other types of flu, either through coughing, sneezing, or by touching infected surfaces, although little is known about how the virus acts on humans.

Retirado da BBC_NEWS

WHO PANDEMIC ALERT PHASES

Flu viruses in different species
Phase 1: No infections in humans are being caused by viruses circulating in animals.
Flu virus mutation
Phase 2: Animal flu virus causes infection in humans, and is a potential pandemic threat.
Antigenic shift in pigs
Phase 3: Flu causes sporadic cases in people, but no significant human-to-human transmission.
Virus transmission to humans
Phase 4: Human-to-human transmission and community-level outbreaks.
Virus transmission to humans
Phase 5: Human-to-human transmission in at least two countries. Strong signal pandemic imminent.
Virus transmission to humans
Phase 6: Virus spreads to another country in a different region. Global pandemic under way.
Virus transmission to humans
Post-peak: Pandemic activity appears to be decreasing though second wave possible.
Post-pandemic: activity returns to normal, seasonal flu levels.
Retirado da BBC_NEWS


Queimas das Fitas Viseu 2009




E a crise....


Milhares de jovens estão a aderir em força ao Exército, uma movimentação associada à crise económica. Só no primeiro trimestre, o número de candidatos foi quase metade do registado em todo o ano passado.


A informação quanto ao nível de crescimento e a tendência foi confirmada pelo Estado-Maior do Exército. "Sim, é verdade, estamos numa fase de franco crescimento a nível de candidatos para a classe de praças", apontou uma fonte oficial do ramo terrestre das Forças Armadas. Com efeito, se a nível de oficiais e sargentos nunca houve dificuldade em conseguir voluntários, já a nível de praças as dificuldades têm sido grandes, uma tendência que agora parece ter-se alterado.


Segundo os dados oficiais cedidos pelo Estado-Maior do Exército, no ano passado o número de candidatos foi de 6681 jovens, enquanto de Janeiro a Março deste ano, o número de candidatos já atingiu os 3037. Mas a diferença de crescimento não se limita às candidaturas, porque a nível de incorporados nas fileiras entraram, ao longo do último ano, 1461 jovens, enquanto nos primeiros três meses de 2009 esse número já vai nos 1017.


E o Estado-Maior do Exército salienta que nunca houve tantas candidaturas nem incorporações num espaço de tempo tão curto, desde que em 2000 terminou o serviço militar obrigatório, substituído pelos regimes de voluntariado e de contrato.


Fontes militares contactadas salientam que esta movimentação de jovens para as fileiras está directamente associada à crise económica e falta ou precariedade de emprego que atinge também os jovens. O Estado-Maior do Exército salienta que não há estudos disponíveis que expliquem esta vaga de adesões, mas admite que a crise "possa estar associada. É natural que os jovens vejam o Exército como factor de estabilidade a nível de salário, além das regalias e incentivos que actualmente são oferecidos, em particular na assistência de saúde, formação profissional e facilidade em estudar".


No entanto, a mesma fonte oficial salienta que a abordagem do Exército à questão do voluntariado foi muito alterada no ano passado e os reflexos poderão estar agora a ser sentidos. Por exemplo, nos anos anteriores havia apenas duas a três incorporações por ano, verificando-se "uma distância de tempo muito grande entre o processo de candidatura, em que o jovem manifestava a intenção de querer entrar no Exército, e a incorporação" - ou entrada no quartel de o vestir da farda. "Nesse intervalo de tempo havia muitas desistências, agora, pelo contrário, o candidato só tem que esperar entre um mês e mês e meio até ser incorporado", foi-nos adiantado.


Por outro lado, "tem sido feito um grande esforço junto dos centros de emprego e formação profissional, de divulgação junto dos jovens, para serem conhecidas as vantagens que podem ter ao ingressar no Exército", e embora os dados sejam "muito animadores" o esforço para chamar mais jovens às fileiras vai continuar. "Temos ainda 1800 vagas".


A massa de jovens candidatos a praças vem maioritariamente do Norte e Centro do país, mais de 70%, em particular das zonas de Braga, Vila Real, Chaves e Viseu e a prioridade de colocação é na componente operacional, ou seja nas unidades e quartéis que dão corpo à capacidade de intervenção no país e no estrangeiro.